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Olinda, olindamente linda.
Olinda dos quatro cantos, Olinda dos seus encantos.
Olinda dos pretos velhos, dos maracatus, de sua ciência e candomblé.
Olinda de bajado, suas obras e quadros.
Olinda para a vida inteira de amar, de marrom brasileiro, de ladeiras e alma.
Olinda do coco de Serginho, de Dona Selma e ferrugem, Olinda dos carnavais, de dona Laura, eterna menina do ‘Olinda quero cantar’, marim dos Caetés, pitombeira e elefante; virgens, capoeira, alto da sé.
Olinda de Silvio Botelho, um espelho de seus personagens.
Olinda magia, eterna poesia, Olinda dos Sonhos que nunca me deixa acordar.
Por Paulo Sales
Advogado e poeta

 

Sei que não vou ouvir todos os cantos….

 

 

 

 

 

 

Hoje eu sei que não vou ler todos os livros que quero,
Não vou conhecer todos os lugares que desejo
Não vou ter todos os amigos que espero
Não vou ganhar nem a metade dos beijos

Sei que não conhecerei todos os passarinhos
Que não ouvirei todos os seus cantos
Que não salvarei todos os seus ninhos
Que não aliviarei todos os prantos

Sei ainda que não mudarei todos os homens
Não livrarei da violência todas as  mulheres
Que não darei todos os améns
Que não reclamarei de tudo que fizeres

Sei tanta coisa e não sei de nada
Acho que foi isso que Aristóteles descobriu
Que a sabedoria é montanha de “não sei” entulhada
De tanta coisa que já foi, de tanta coisa que já se viu

De tanta coisa que não se fez
De tanta coisa que não se sabe
Por isso o poeta tira de onde não tem mais uma vez
e  coloca no pote da insensatez onde sabe que não cabe

Por fim sei que não salvarei o planeta
Que não plantarei mais uma floresta
Que não secarei todas as canetas
Porque é pouco o tempo que me resta

É pouco o tempo para amar
Para contemplar o por do sol
Para sair por ai, passear
Para perder tempo com um anzol

Para colher a fruta que cai
Para observar a beleza de uma  flor
Para sair sem saber aonde vai
Para viver sempre um grande amor

É pouco tempo para os amigos já feitos
Para os novos que ainda vou fazer
Para recuperar os que foram desfeitos
É pouco tempo para se viver

Por isso não perca tempo
remoendo coisa ruim
Ganhe tempo lembrando das coisas boas
Porque senão será o seu fim

Assim use o tempo que lhe resta
Para saber o que faz você feliz
Tire da sua vida tudo que não presta
Dê a sua vida uma nova diretriz
Feliz é quem sua alma empresta
Para ouvir o que a outra alma diz

Asa Branca Residence

O Asa Branca Residence é exclusive!

São flats de 3 quartos, com 3 suítes, varanda com vista para belos jardins e arrodeados de muito verde, muita natureza e belos e agradáveis locais.

O Asa Branca é para você que gosta de conviver na harmonia de um ambiente tranquilo, ouvindo o canto dos pássaros, passeando por caminhos encantadores, observando toda beleza dos flamboyants e das trepadeiras que se casam perfeitamente com as algarobas atraindo belas aves, promovendo um espetáculo de luzes, cores e leveza que encanta, enternece e acalma a  todos.

Além disso, você tem a certeza da segurança de seus filhos que se alternam em brincadeiras no playgrounds e nas piscinas térmicas e frias, cobertas e a céu aberto, ou se preferir disputar belas partidas em quadra de areia ou mini campo ou então seus jogos de salão numa área isolada que garante privacidade aos oradores, boa ventilação e proteção contra o sol e chuva para as crianças.

O acesso ao Asa Branca é o mais fácil, assim tanto a chegada como a saída é feita pela BR 232 o que garante rapidez no deslocamento e se preferir pode seguir pela via local escolhendo se vai ao centro ou a qualquer outro ponto da cidade, tudo pensado para você.https://www.youtube.com/watch?v=8MbI0qXX-VY&t=129s

Porque o simples traz felicidade

Na cidade de Lajedo há uns 30 Km de garanhuns, o agricultor desfilou com sua carroça carregada de capim para o seu gado, como se estivesse no sambódromo, fazendo malabarismos e acrobacias, de pé em cima do feixe que se derramava, se espalhava e cobria toda carroça.

Na frente, impávido e tranquilo seguia o cavalo para o seu destino, cumprindo a sua sina para a qual foi designado, não por Deus mas pelos homens, que segundo os “sabidos”, é o homo sapiens, mas li que ele está muito mais para “non sapiens” ou seja não não sabe nada.

Assim como o condutor daquele “carro alegórico” natural que não sabe que vive longe da correria, do estresse, da ambição desenfreada e não sabe que de certo modo é feliz.

Porque a felicidade não consiste no ter, mas no ser e ele é! o ter é um açude que nunca enche, o ser é uma fonte que nunca seca.

Por isso valorize as coisas simples, perca tempo observando cenas cotidianas como as flores, os animais, o por do sol, encontre o que lhe faz bem e faça, viva para ser feliz e não para ser rico. A riqueza não depende de você, por mais que digam e ensinem o contrário, mas a felicidade sim, essa depende de você, é você que constrói.

Crie o seu carro alegórico, monte nele e desfile feliz na sua vida fazendo o sinal de legal, como o condutor dessa “carroça alegórica”, isso é o que se chama de coach.

Por Tomaz de Aquino
jornalista e escritor.

Paulo Sales advogado e escritor

Nas trevas da calamidade, Que ultrapassa o suportável, Não tenhas medo da escuridão, O escuro não é palco, Nem prêmio a Solidão. O temor da noite, E sua insônia, Ferida maligna, Que atormenta a alma, Alucina, Em verdadeiro açoite.

Embriagado pelos atos em desalinho Sonoro é o pensamento que perturba, Canto a consciência perdida, Solo a intransigência, Soneto ao egoísmo, Concerto a ironia.

A orquestração dos comportamentos, Ressurge com o maestro Sol, Novas paisagens, sensações e percepções. Refazem a canção da vida. Tornando a noite um acalanto, O escuro um abrigo, E o sono, uma premiação ao sonho.

Sempre que viajo gosto de trazer do lugar para onde fui uma pedra. Escolho aleatoriamente aquela que mais chama a minha atenção pela sua forma, textura e tipo. Assim quando retorno para minha casa, vou para o meu ateliê e pinto a pedra que trouxe.

Muitas guardei, muitas vendi e outras tantas estou pintando.

Daqui pra frente as que forem frutos de minhas viagens serão guardadas numa coleção particular sobre os lugares que já passei, assim vou pintar em cada uma o que for característico da cidade que estarei visitando.

Essa onça pintada foi feita numa pedra – um seixo – original do Rio Amazonas, colhida na cidade de Manaus, ou seja tem história, foi sendo moldada a milhões e milhões de anos atrás e agora vira uma peça de decoração. Essa ainda será vendida porque já me comprometi, mas as outras serão expostas ao público só para visitação.

Iniciarei hoje um coleção de gatinhos a pedido da minha amiga e colega corretora Cris. Serão pintados 10 gatos, esses para venda claro e você pode adquirir na nossa galeria qu fica na Rua 15 de Novembro 1171 -= N. S. das Graças – Gravatá – Pe, ou no nosso zap 81 9.99892523.

Por Tomaz de Aquino
jornalista e artista plástico

Agora vai se misturar ao barro novamente, do pó veio e ao pó retornará. Essa é a sina SEVERINA de Severino Vitalino, toda a sua vida feita no barro e de barro.

Retirando, amassando, modelando, confeccionando, misturando e criando, do mesmo jeito que Deus criou ADÃO, não apreendeu a dar o sopro da vida às suas criações, mas deu vida a sua história e tornou as suas peças conhecidas mundialmente, seguindo os mesmos caminhos feitos pelo seu pai o Mestre Vitalino.

Tanto barro, tantas formas, tanta vida!

78 anos entre o começo e o retorno, entre o nascimento e a morte, entre o caminhar entre os deuses do barro, mesmo sendo de barro, mesmo fazendo gente de barro, mesmo tornando ao barro.

Quando do fim de sua ultima viagem e se misturar ao barro do alto do moura, e voltar a ser barro nas mãos dos outros vitalinos, quando for retirado das beiras dos rios, das minas dos barros onde vai ser depositado e por onde correrá, escorrerá e se acumulará, quando a chuva lavar a sua terra e transportar os seus últimos elementos argilosos, voltará ser barro e do barro será retirado e transformado numa nova peça que ficará exposta e ali a sua alma reviverá silenciosa, como foi silenciosa e calma a sua vida, como é geralmente a vida de todos os mestres.

Agora não é mais morte e vida severino, é vida e morte Vitalina.

Deixo aqui abaixo, o excelente texto do amigo Walmiré Dimeron, membro do Instituto Histórico de Caruaru….bem como as fotos  de seu belo texto:

A VIDA VITALINA DE SEVERINO

Sorriso tímido e discreto, mas cheio de generosidade, paciência e resignação. Nunca mais os visitantes da Casa-Museu serão recebidos com tamanho aconchego.
Enlutada, a arte popular brasileira se despede de um dos seus representantes mais autênticos.
Severino, no exercício do seu ofício, foi um resistente, recusando-se a ceder aos modismos. Tomou para si a responsabilidade de manter viva a memória artística do pai, famoso no mundo inteiro, esmerando-se em reproduzir fielmente os temas criados por ele, para manter, à duras penas, a prole numerosa, repetindo também dessa forma, o mesmo destino do pai.
Durante quase vinte anos fomos companheiros de trabalho, sem nenhuma queixa, aborrecimento e, creio, nenhum ressentimento, muito mais por sua resignação do que por meu excesso de preciosismo em manter intocável cada frágil objeto da casa que nunca deixou de ser a sua e que mantinha com carinho desmedido.
Das inúmeras lembranças, elejo uma como a mais tocante: na abertura da exposição: Arte do barro e o olhar da arte |Vitalino e Verger, no Recife, iniciando as celebrações do Centenário do seu pai, me deparei com ele, sozinho, diante de um grande painel, em silêncio, contemplando a si mesmo, num dos mais ternos registros fotográficos de que tenho notícia: o menino Severino moldando seu boizinho na janela do casebre em que vivia a rude infância e também os melhores anos de sua vida.
Deixei-o quanto pude em sua contemplação solitária e depois me aproximei, indagando o quanto de memórias aquela foto lhe trazia. Seus olhos marejaram e os meu também. Selamos aquele encontro num abraço fraterno e saímos dali meninos, em busca das outras cenas vitalinas que Pierre Verger eternizou.
Nelson Barbalho afirmava que no céu havia um “céuzinho” só de Caruaru. Também acho que existe e, dentro dele, um outro, de barro, onde campeiam bois coloridos, cavalos majestosos e girafas amarelas. Guarnecendo a entrada, dois fabulosos bois do seu pai: um zebu e um nelore.Ali, Severino com seu tabuleiro de bonecos chegará. Vitalino e seus filhos Antonio e Maria serão seus grandes anfitriões, seguidos de Zé Caboclo, Eudócio, Zé Rodrigues, Ernestina, Galdino, Elias Francisco e tantos outros que farão grande celebração.
Escrevo essas mal traçadas contemplando um dos seus bois daqueles “bem fornidos” e “bem queimados” que guardarei com muito carinho.
Meu abraço, meus aplausos.

 

Família de artista é assim até espaço publico ganha. Essa é a travessa Jaime Cícero de Aquino, sobrinho de meu pai, já falecido e que foi um grande artista plástico de Caruaru. Seus filhos continuam na arte do barro, produzindo lindas peças.

A travessa fica no Alto do Moura, maior centro de arte figurativa do Brasil, e que foi ninho de grandes artistas do barro como mestre Vitalino, seus filhos, mestre Galdino e muitos outros.

Acesse: www.youtube.com/tvrota232 ou passe um zap para 81 9.99892523

 

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//www.youtube.com/watch?v=1WCt0qkLKko&feature=youtu.be

Paulo Sales advogado e escritor

Dentre os 27 Estados do Brasil, Eis tu Pernambuco que amo tanto, Banhado pelo oceano Atlântico. De tão belo encanto. Em seu território Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo, Forma o arquipélago de perfeita definição.

Uma das regiões mais antigas da América Portuguesa, Que de tanta fonte natural, foi à capitânia de mais riqueza. Seu povo forte e determinado fez sua história, Da batalha dos Guararapes a insurreição Pernambucana. Berço de movimentos de caráter nativistas, E seus ideais libertários. Terra de artistas.

Cantores, poetas e poetizas. Suas pontes, seus casarões, Seu rio, seu céu e seu mar, São lindos de se ver e preciso parar, Para tudo admirar. Terra da dramaturgia, Nelson Hungria, Arte por toda a parte, Alceu, Gonzaga, Bezerra da Silva. Chacrinha, frevo e maracatu, Vitalino e mestre Salú. Pernambuco de caruaru, De sua feira cantada em versos e prosas, Pernambuco de Olinda, linda.

De Arcoverde e de Palmares. De Vaqueiro, do sertão e da seca. Pernambuco da fé, De dom Helder Câmara, Da igreja da Sé. Oh! Estado amado, Que mesmo quando a idade se fizer avançar, E talvez não esteja mais lúcido, Não deixarei de admirar meu Estado de PERNAMBUCO.

Câmbio
Dolar R$ 3,72
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