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Paulo Sales advogado e escritor

Nas trevas da calamidade, Que ultrapassa o suportável, Não tenhas medo da escuridão, O escuro não é palco, Nem prêmio a Solidão. O temor da noite, E sua insônia, Ferida maligna, Que atormenta a alma, Alucina, Em verdadeiro açoite.

Embriagado pelos atos em desalinho Sonoro é o pensamento que perturba, Canto a consciência perdida, Solo a intransigência, Soneto ao egoísmo, Concerto a ironia.

A orquestração dos comportamentos, Ressurge com o maestro Sol, Novas paisagens, sensações e percepções. Refazem a canção da vida. Tornando a noite um acalanto, O escuro um abrigo, E o sono, uma premiação ao sonho.

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