Perfil Empresa

Leia a coluna semanal deste sábado (10/10), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 10.10 vanguarda

Estamos vivendo no mundo todo tanta conturbação e desentendimentos que causam estragos gigantescos nas relações entre as pessoas em todos os setores da Vida social. Isso, obviamente, inclui a sua organização.

O  valor da boa relação interpessoal é indiscutível e, nesses tempos de solidão, comunicação comprometida, pressa e impaciência, se o Líder atentar para refinar sua habilidade relacional, conquistará sua equipe. Afinal, quem é que não gosta de receber atenção, ser ouvido e valorizado pela liderança?

Estudos demonstram que o relacionamento com a Equipe é fundamental no processo de liderança, daí a oportunidade para que o Líder escolha bem as palavras, o tom de voz e a expressão corporal ao se comunicar verbalmente com os liderados. Claro está que o relacionamento positivo entre Líder e Equipe gera maior tranquilidade para toda a empresa   porque reforça a confiança mútua e desperta a conscientização acerca da força que tem o time.

A comunicação oral, que estamos enfatizando aqui precisa ser feita de forma consciente e cuidadosamente elaborada pelo Líder porque a forma de falar é parte fundamental na criação e no fortalecimento do relacionamento com os demais profissionais.

Talvez pareça excessivamente óbvio estas considerações para muitos que estão lendo este texto, porém, esta questão da obviedade, da assertividade precisa ser considerada pelo Líder em todos os momentos em que for se dirigir à Equipe. O óbvio precisa ser dito para diminuir os ruídos de comunicação que trazem as diversas interpretações que a fala permite. Ser assertivo é uma habilidade fundamental. Um exemplo: um Líder, ao falar à Equipe, durante uma reunião diz que conta com o empenho de cada profissional em uma determinada atividade. Parece claro, não é mesmo? Porém, o que é empenho? Como um colaborador pode se empenhar?

Percebe-se,  a partir dos questionamentos que o exemplo gera, que seria mais assertivo o Líder ser direto e objetivo: Na nossa próxima atividade, quero contar com vocês para, até amanhã, no máximo até 10 horas, a Equipe tenha despachado tais documentos.

Isso, que aparentemente parece ser até infantil é o que demonstra boa comunicação assertiva e direta. É preventivo adotar tal estilo de comunicação porque resguarda as relações entre Líder e Equipe. Empenho foi traduzido por desafiar a Equipe a concluir a atividade até determinado horário, ou seja, a meta foi claramente comunicada sem ruídos ou gerar margens para dúvidas.

O relacionamento com a Equipe, inclui, portanto, a excelência da comunicação com a Equipe, aqui destacando-se apenas a verbal. Veja que na fala assertiva, três ingredientes são básicos: postura corporal, conteúdo objetivo e tonalidade de voz. Invista, Líder, no seu aperfeiçoamento comunicacional e verá, rapidamente, as relações interpessoais com sua Equipe ganhar novo patamar e sua capacidade de influenciar pessoas ser otimizada.

Antes de fazer um comunicado verbal, dar um aviso, conduzir uma reunião ou numa conversa com algum liderado, escolha bem a forma de se expressar e adapte-a conforme o objetivo da sua comunicação. Treine, exercite tais habilidades. Com o tempo de prática, incorporará tal estilo e fará suas intervenções verbais com toda a sua naturalidade. Isso moverá pessoas e motivará a Equipe e, entre os profissionais, haverá um estímulo para que todos melhorem suas relações.

Conforme já é conhecido, “a palavra tem poder”, portanto, Líder, cuide da sua comunicação e fortaleça o relacionamento com a Equipe. Diminua a distância, aproxime-se e crie um excelente ambiente de trabalho.

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Leia a coluna semanal deste sábado (03/10), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 03.10 vanguarda

Coluna Creci-02-10-2015

As tentativas de harmonizar práticas de comando e habilidades para orientar tem sido antigas e constantes na empolgante relação dos líderes com as equipes. Há um desejo muito forte de se conseguir ser amistoso, respeitoso e fraterno com as pessoas que compõem as equipes e, ao mesmo tempo, conseguir ser diretivo, comandar os profissionais para os resultados esperados pela organização. Trata-se, de fato de um tipo de dilema para muitos. Para alguns líderes isso não é uma questão relevante. Por quê?

O ponto crucial aqui em questão é a segurança pessoal do líder. Sem “confiar no próprio taco”, lamentavelmente, muitas lideranças se apagam ou se tornam sem energia realizadora em pouco tempo. Liderar é apontar caminhos, assumir riscos e se responsabilizar pelas eventuais inconformidades nos resultados da equipe.

Orientar situa-se no campo da ação de ensinar, mostrar o “como”, é ser uma espécie de professor. Líderes que se negam a orientar, quando tentam comandar a equipe, tem sérias dificuldades porque para que os profissionais compreendam os comandos, é necessário que sejam treinados, orientados previamente. Como ilustração, basta lembrar de cenas de filmes de comédia em que determinado personagem grita: “Esquerda”, os comandados começam a se movimentar em direções diferentes e a chocar entre si…verdadeiras trapalhadas dignas de riso, comédia, portanto.

Longe de ser algo que acontece só na ficção, encontro com muita frequência no interior das empresas e organizações a quem presto consultorias e coaching, mutos líderes desesperados e muitas equipes sem produtividades porque, da parte da liderança, recebem poucas orientações, falta muito para que nossos líderes se soltem para praticar a assertividade, ter a paciência para orientar…querem, refiro-me à maioria dos que conheço, somente mandar, dar ordens, comandar. Quando inicio uma atividade de sensibilização de chefes de setores, coordenadores, gerentes, dirigentes e gestores, imediatamente percebem que a falha está em si mesmos porque não haviam percebido que é preciso orientar com clareza, respeito e paciência até que a equipe funcione como uma orquestra. Antes de pegar a batuta e reger (comandar), é preciso ensaiar, treinar…

Não tenho tempo para isso tudo, pode estar questionando o leitor neste momento. Não ponho em dúvida essa escassez de tempo, afinal, é muita reunião, relatório, prestação de contas, imprevistos, enfim, a vida da empresa é, como tudo neste mundo, dinâmica e cheia de surpresas boas e ruins. Mas mesmo concordando com esse argumento, preciso dizer que o Líder deve ser exemplo em administrar o seu tempo. Se ele não administra, como poderá orientar e comandar a equipe para a otimização do tempo?

Quem usa mal o tempo disponível é o primeiro a reclamar da brevidade do tempo! Um pouco dura esta afirmação, não é? Mas, isso é mais devastador do que não ter tempo para orientar a Equipe, não acha?

O que está na base desse desconforto que líderes sentem quando precisam comandar é exatamente a insegurança quanto à orientação à equipe? Noutras palavras: por saber que não orientou  como poderá dialogar com a equipe?

Então, está posto o desafio, Líderes: equalizar suas habilidades para orientar, dizer para que direção a equipe precisa se mover, o que espera de cada profissional, com a autoridade (não é autoritarismo!) para comandar, dar voz para sua visão, mover a equipe com o poder pessoal com o qual está em perfeita sintonia, assumindo os lugares e as posturas que cabem aos Líderes.

Orientar e comandar: que tal retomar agora essas habilidades?

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

“E Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor e de muito respeito;  porque por ele o SENHOR dera livramento aos siros;  e era este varão homem valoroso, porém leproso”  (2º Reis 5.1).

Naamã era general arameu (de Arã) e uma figura marcante entre os relatos bíblicos.  Pregadores têm apresentado nas igrejas seu exemplo de vida de diversas maneiras.  Neste capítulo que registra sua personalidade, sua honra e sua habilidade como militar, vê-se que suas vitórias tiveram sucesso porque foram garantidas pelo SENHOR, mas Naamã padecia de lepra, uma doença séria da pele e incurável.  O rei da Síria a quem Naamã servia, era Ben-Hadade II que constituía uma ameaça constante ao Reino do Norte  (2º Reis 6.24).

No âmbito dessas desavenças entre as tropas da Síria e da terra de Israel, capturaram e levaram presa uma jovem judia para servir à mulher de Naamã, que foi usada por Deus para levar o general e maior inimigo militar de Israel a ter fé na sugestão da jovem que disse:  “Tomara que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria;  ele o restauraria da sua lepra” (v 2, 3).  Apesar do profeta Eliseu viajar com freqüência e às vezes permanecer no monte Carmelo (2º Reis 4.25), deveria ter também uma residência na cidade de Samaria (v 3,9).

A sugestão da jovem judia dada à sua senhora, foi de grande valia e esperança porque chegando ao conhecimento do general, logo notificou o rei conforme falou a jovem e o rei de pronto se animou a escrever uma carta ao rei de Israel apresentando Naamã.  Por sua vez, o general leproso se prontificou a preparar e levar presentes de grande valor que consistiam em 350 quilos de prata, 70 quilos de ouro e muitas roupas finas (v 4).  Ao tomar conhecimento da carta de apresentação do rei da Síria, o rei de Israel rasgou suas vestes como sinal de pesar ou de agitação (2º Reis 11.14), e exclamou: “Não sou Deus, para matar ou dar a vida, para receber um leproso e lhe restaurar”.   É claro que diante de tantas investidas anteriores de Ben-Hadade contra Israel, esta carta fez o monarca israelense suspeitar que o rei sírio estivesse buscando um pretexto para mais uma invasão ao seu território  (v 7).

Ouvindo falar que o rei de Israel rasgou suas vestes, o profeta Eliseu mandou dizer ao rei:  “Deixa-o vir a mim e saberá que há profeta em Israel”  (v 8b).  Não se sabe se Eliseu quis evitar o contato pessoal com Naamã por uma questão de prudência, por ser a lepra doença impura  (Números 5.1-4) e arruinar seu ministério, porque ele não quis se encontrar com o general face a face, mas enviou um mensageiro a Naamã dizendo “que se lavasse sete vezes no Jordão, e a sua carne se restauraria e ele ficaria purificado”  (v 10).   A atitude de Eliseu fez o orgulhoso general se sentir humilhado e o deixou indignado porque esperava ser recebido pelo profeta com honras de militar e não receber simplesmente uma mensagem que dizia que mergulhasse sete vezes nas águas do Jordão, consideradas pelo militar inferiores às águas dos grandes e puros rios de Damasco (v 11, 12).  Contudo, graças aos seus conselheiros, Naamã se acalmou e se convenceu a mergulhar sete vezes nas águas do Jordão e ficou purificado (v 13.14).

O que aconteceu de maravilhoso ao general, é que ele entendeu que deveria fazer tudo o que Deus lhe pedisse por intermédio do profeta  (v 15.16).  Agora que estava limpo, ele poderia ter contato pessoal com Eliseu e isto ele reconheceu dizendo:  “Em toda a terra não há Deus, senão em Israel” (v 15).  Desejando agradar o profeta com uma “bênção”, este a recusou afirmando que na presença de Deus como estava não a tomaria  (v 16).  Todavia, cumprindo uma praxe associada à identidade de um deus à terra onde era adorado, pediu a Eliseu uma carga de terra, a fim de adorar a Deus perpetuamente na nação onde vivia e onde cultuava outros deuses.  Interpretando a solicitação de Naamã como um ato sincero, Eliseu concordou e imaginou que isto faria com que o general se lembrasse de sua cura todas as vezes que adorasse a Deus, mesmo que parecesse ao profeta uma atitude supersticiosa (v 17-19).  E concluiu o profeta:  “Vai em paz!”   E o acompanhou até uma pequena distância (v 19).

Por Eliezer Andrade

Leia a coluna semanal deste sábado (26/09), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 26.09 vanguarda

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

“Ele (Jesus) estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;  e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam”  (João 1.2-5).

Levando em consideração que a maioria dos consumidores brasileiros não encontram tempo suficiente para se deter lendo manuais de instruções de produtos, além da maioria sentir aversão pela leitura, as embalagens de vários produtos contém agora uma frase obrigatória que diz: “leia antes de usar”, que contribui para o próprio bem do consumidor.  Esse mesmo princípio tem sido adotado no Evangelho de João, como livro de âmbito universal, cujo propósito é bem claro com relação à vida eterna (João 20.31). Trata-se de um livro bem diferente dos outros evangelhos porque não discorre sobre as particularidades da vida de Jesus, mas se envolve exaustivamente com a Sua divindade em todos os capítulos.  Por isso, este Evangelho tem sido um livro recomendado pelos líderes para novos convertidos que se preparam para o batismo, como se advertisse:  “leia antes de se batizar”.

O apóstolo expõe neste Evangelho a vida eterna como uma dádiva divina para os cristãos que seguem Jesus como Filho de Deus e Salvador do mundo (João 3.14-17).  E isto é tão relevante para uma pessoa que crê quanto o aviso das embalagens: “leia antes de usar”.  O autor deste evangelho não se identifica pelo nome, mas indica quem ele é por meio do diálogo entre Pedro e Jesus relatado em João 21.19-24. Ele se intitula o “discípulo a quem Jesus amava”  (João 21.20);  ou “esse é o mesmo discípulo que testifica destas coisas e as escreveu”  (João 21.24).

Já no início do livro, João apresenta o Senhor Jesus como o Verbo de Deus, que estava com Deus e o Verbo era o próprio Deus (João 1.1; Gênesis 1.1; Provérbios 8.22-30).  Jesus chama a Si mesmo de o pão da vida (João 6.35,48,51);  a luz do mundo  (João 8.12; 9.5);  o bom Pastor (João 10.11,14); a ressurreição e a vida  (João 11.25); o caminho, a verdade e a vida  (João 14.6); a videira verdadeira (João 15.1,5). Interessante observar que cada uma destas declarações começa com a expressão “Eu sou”, o mesmo nome que Deus revelou a Moisés quando Lhe perguntou pelo Seu nome para falar aos filhos de Israel que estavam no Egito (Êxodo 3.14).   A expressão “Eu sou” apareceu no diálogo entre Jesus e os que foram prendê-Lo no Getsêmani: “A quem buscais?”.  Responderam-Lhe:  “A Jesus o Nazareno”.  Disse-lhes Jesus:  “Sou eu”  (João 18.4,5).  Pedro O negou, dizendo:  “Não sou” (João 18.25; Lucas 22.58).  Jesus não era um homem comum.

Os milagres descritos no Evangelho de João são chamados de sinais porque apontam para a natureza divina de Jesus.  Sete sinais são indicados como a transformação da água em vinho (João 2.1-11);  a cura do filho de um oficial (João 4.46-54);  a cura de um paralítico  (João 5.1-9);  a multiplicação dos pães e peixes  (João 6.1-14);  o caminhar sobre as águas  (João 6.15-21);  a cura de um cego de nascença (João 9.1-7);  e a ressurreição de Lázaro  (João 11.38-44).  Estes milagres provam que Jesus é Deus com poder sobre a natureza.  As evidências da Sua divindade incluem inúmeros outros testemunhos.  João finalizou este Evangelho dizendo:  “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez;  e, se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem”  (João 21.25).

Além de divino, Jesus também revelou Sua humanidade, pois ficou cansado (João 4.6); Sua alma se angustiava (João 12.27; 13.21;  Seu espírito se perturbava (João 11.33).  Estes detalhes  nos mostram que o autor deste Evangelho poderia ser um dos três discípulos mais próximos de Jesus:  Pedro, Tiago ou João  (Mateus 17.1).  Não poderia ser Pedro, conforme João 21.20.  Também não poderia ser Tiago, pois este foi martirizado muito cedo (Atos 12.1,2).  A conclusão mais sensata é de ficar com João que é apoiada por cristãos da Igreja primitiva como Policarpo (60-155 d.C.), que foi seguidor do apóstolo João.

Ademais, após Maria Madalena avisar a Pedro e “ao outro discípulo a quem Jesus amava”, que a pedra havia sido retirada do sepulcro, apesar de os dois (Pedro e João) correrem juntos em direção ao sepulcro, João “correu mais apressadamente do que Pedro e chegou primeiro”  (João 20.1-4).  Por que era mais jovem?  Não!   Ele deu provas de que o amor se antecipa.

Por Eliezer Andrade

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