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Coluna Creci 28-08-2015

A Rota 232 homenageia todos os corretores de imóveis em seu dia, com o cordel: Vida de Corretor.

vida de corretor

Ser corretor imobiliário
É ser um grande profissional
Em qualquer cenário
Municipal, estadual ou federal
Sendo um bom intermediário
Do projeto ao produto final

O corretor de imóveis
É profissão regulamentada
Na Lei 6.530
Que em 1978 foi sancionada
Para dar respaldo à profissão
Pelo Congresso foi aprovada

O corretor tem o respaldo
Do Conselho Regional
Que fiscaliza e disciplina
O mau profissional
Pune também o falso corretor
Dentro da legislação penal

Tem também o Cofeci
Que é o Conselho Federal
Faz lei e resolução
Promove encontro Nacional
Pra melhorar a profissão
E formar o grande profissional

Tem ainda o sindicato
Pra defender o corretor
De toda e qualquer injustiça
Seja feita por quem for
Não importando raça, nem credo
Muito menos dinheiro ou cor

Defende a todo corretor
Lutando pelo bom profissional
Agindo dentro da lei
Eliminando todo mal
Garantindo os seus direitos
Contra qualquer ação penal

Enbraci, Cimi e Conaci
São eventos da categoria
Voltados para a qualificação
E são de grande valia
Pra desenvolver a profissão
Debatendo assuntos do dia a dia

O corretor precisa se capacitar
Tem que buscar qualificação
Fazer curso superior ou de TTI
De venda, de compra e de avaliação
Pra aumentar sua capacidade
E melhorar sua atuação

O corretor tem que ter ética
Tem que ser honesto e transparente
Agindo sempre de boa fé
Com estranho ou com parente
Ganhando a credibilidade
Do mercado e do cliente

O Ofício do corretor
É a boa negociação
Seu símbolo um beija flor
O rei da polinização
Que sem ser dono de nada
Provoca a multiplicação

O corretor é o elo de ligação
Entre o proprietário e o cliente
Trabalha de domingo a domingo
Na chuva, no frio ou no sol quente
Comprando, vendendo ou alugando
Realizando o sonho de seu cliente

Finalizando quero dizer
Que me sinto muito honrado
Em fazer parte dessa categoria
Com diploma, creci e certificado
Posso comprar, vender ou alugar
Pois estou legalmente habilitado

Por Tomaz de Aquino

Assista a entrevista com Fernando Resende, realizada pelo jornalista Tomaz de Aquino no programa Café Imobiliário.

Leia a coluna semanal deste sábado (22/08), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 22.08 vanguarda

Há uma fala muito recorrente nos ambientes de trabalho que não corresponde à realidade, embora muitos afirmem categoricamente que é possível separar as preocupações da vida pessoal com as da vida profissional. Garantem, inclusive, alguns, que fazem isso com maestria.

A vida  é permeada de mitos que inventamos ou para camuflar algumas situações ou para revelar verdades mais profundas geradas pelas necessidades  de convivência. Mitos, portanto, são recursos que inventamos e os espalhamos no imenso mar das relações humanas.

Nossas cabeças cartesianas, ancestralmente domesticadas nessa cultura que separa as coisas entre boas e ruins, escuras e claras, santas e pecaminosas, dentre outras, sofre consequências na percepção do movimento da Vida porque reduz o movimento existencial a lampejos rotulados…como se tudo fosse caco, estilhaços de uma realidade maior, fragmentação total.

A preocupação central  dos dogmatizadores é induzir os profissionais a filtrar o que trazem de suas casas, suas famílias, conteúdos que ameacem a produtividade. É como se fosse possível ao profissional, antes de adentrar a empresa onde trabalha, pendurar suas preocupações, sonhos e inquietações em algum cabide, deixando – é o que parece – a mente livre para apenas trabalhar. Risível tal mentalidade que, infelizmente, ainda predomina às tulhas pelo mundo corporativo-empresarial.

Quero provocar uma reflexão nos líderes e nos liderados que  leem este breve texto: você já parou para pensar sobre o que leva para sua casa quando sai do seu ambiente de trabalho?

Ao inverter esse “filtro imaginário” fica muito claro que essa divisão entre vida pessoal e profissional não existe. Onde o ser humano vai, vão também suas preocupações, anseios, sonhos, decepções, ideias e sentimentos. Não se separam tais movimentos internos da pessoa.

Agora fica claro o quanto é preciso ter um clima organizacional saudável, construtivo e estimulante…afinal, se o profissional é contaminado por situações desconfortáveis, locais psicologicamente tóxicos para se trabalhar, isso ultrapassa os limites da empresa e afeta os familiares…o inverso também acontece, obviamente. Relações familiares desgastantes e doentias são transportadas para o interior das equipes. Aquilo que a psicologia nomeia como comportamento deslocado aumenta drasticamente. Exemplo: profissional que tem baixa qualidade de relacionamento afetivo-familiar tem menos probabilidade de contribuir com sua equipe de trabalho. Chega à empresa enfraquecido.

Assim, líder, é preciso pensar sobre o que seus liderados levam para suas casas após o horário de trabalho.

Isso aponta para a imperiosa necessidade das empresas criarem vínculos mais fortes com seus colaboradores no sentido de lhes oferecer oportunidades, através de cursos, vídeos, palestras e outros programas de desenvolvimento humano, além dos treinamentos técnicos, para que se redescubram enquanto seres humanos. Seres humanos bem cuidados, respeitados, tem a positiva tendência em ter uma ressonância de afinidade com a empresa e seus líderes.

E, antes de qualquer atitude, líder, pergunto a você: o que você tem levado para casa, em sua cabeça, em seu coração, quando termina seu horário de trabalho ou quando chega o final de semana?

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

 “A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela” (Provérbios 22.15).

A palavra “estultícia” ou qualidade de “estulto”, significa “estupidez”.  De modo geral e até por uma questão de educação, é bom afirmar que as pessoas são boas.  As crianças vêm ao mundo como seres de moral pura e imaculada, porém, mais tarde, aprendem com a sociedade e com os próprios pais, comportamentos que levam a mágoas, desgostos e vergonha. O filósofo Jacques Rousseau disse certa vez:  “A sociedade perverte o homem bom saído puro das mãos da natureza”.  Embora as crianças sejam vistas como bênçãos, elas tendem ao mal se forem abandonadas à própria sorte, por isso, exige-se dos pais que disciplinem seus filhos desde cedo e dêem o perfeito exemplo.  As pessoas não mudam com cobranças;  mudam com exemplos.  Não é necessário ensinar ninguém a pecar desde criança porque já existe uma tendência natural no gênero humano para a prática do erro.  Resultado do que aconteceu no Éden.

Sobre a melhor forma de educar a criança, há muitas opiniões como também divergências, todavia, essas discordâncias nunca devem perder a direção mais acertada com relação a promover a criança em adulto de caráter forte e capaz de tomar decisões sábias.  Seja qual for a interpretação da palavra “vara”, tão recomendada na Bíblia, a disciplina acima de tudo deve ser imposta com amor aos filhos.  Diz-se que violência gera violência e justiça extrema é injustiça.  Um sentido de exemplo com “vara” pode ser levado a um perfeito e contínuo ensinamento das lições bíblicas e compete a todas as religiões prestarem sua colaboração.  O castigo imposto por alguma travessura, não apenas corrige como também previne e pode evitar que mais tarde a criança pratique maldades piores.  Correção é prova de amor e zelo e não aplicá-la é uma forma de ódio ou indiferença  (Provérbios 13.24).  Há um provérbio popular que diz:  “Educar não é cortar as asas;  é orientar para o vôo”.

A Bíblia enxerga a paternidade como uma parceria entre pai e mãe na qual ambos se comprometem um com o outro para gerar o bem-estar dos filhos.  Um bom relacionamento entre pais e filhos, é o caminho da prosperidade no lar.  O respeito aos pais são como presentes na fase idosa; e se desde cedo a criança busca o mal e a estultícia, uma força destruidora surgirá na vida dos pais e o sofrimento é para pais e filhos.  A sociedade moderna vem descobrindo a cada dia, que não há substituto para a formação de um lar sólido e estável.  Com pais ausentes, negligentes ou abusivos, os filhos provavelmente não aprendem a lidar com o mundo de forma saudável.  A intenção de Deus é de que pai e mãe participem da educação dos filhos.  Desta forma, a família deve instruir a criança no caminho em que deve andar e esse caminho, é o caminho de Deus e não o caminho do mundo pervertido  (Provérbios 22.6).  Vê-se que não é o caminho natural da criança, sem qualquer orientação, porque só vai conduzi-la à devassidão.  Assim, o cuidado dos pais na criação de filhos como um equilíbrio divino, é o objetivo de Provérbios 22.6.  Os pais fazem a sua parte e Deus faz a Sua.

Durante a instauração de inquéritos policiais, ouvi alguns criminosos culparem os pais por estarem naquela situação; ao mesmo tempo, ouvimos grandes homens afirmarem que agradecem aos pais por terem chegado aonde chegaram.  A responsabilidade é sempre paterna.

Por Eliezer Andrade

Assista a entrevista com Rafael Prequé, realizada pelo jornalista Tomaz de Aquino.

Leia a coluna semanal deste sábado (15/08), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 15.08 vanguarda

Coluna Creci 14-08-2015

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

“Sabe, porém, isto:  que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis ou tempos trabalhosos”  (2ª Timóteo 3.1).

O apóstolo Paulo deve ter enfrentado experiência similar na cidade de Éfeso de onde escreveu esta advertência ao seu discípulo Timóteo, um jovem introvertido (1ª Coríntios 16.10,11);  doente (1ª Timóteo 5.23);  emotivo (2ª Timóteo 1.4);  medroso (2ª Timóteo 1.7-9), porém disciplinado na Palavra do Senhor por sua avó Loide e sua mãe Eunice (2ª Timóteo 1.5).

Em Éfeso o apóstolo passou cerca de dois anos proclamando a mensagem de Cristo em uma cultura excessivamente mergulhada na idolatria pagã e no ocultismo, porém Deus confirmando a Sua autoridade usou Paulo por meio de milagres poderosos operando a libertação de pessoas de espíritos malignos, deixando alguns exorcistas completamente perdidos para o bem do crescimento do evangelho, porque não conseguiram fazer o mesmo que o apóstolo fazia.  É de ver que o aparecimento de falsos mestres e a decadência moral da humanidade já vem de tempos remotos, se fortalecendo mais ainda nesta era cristã, em razão de cumprimento de profecias.  É a chamada corrupção dos últimos tempos bem próxima à volta de Cristo para arrebatar a Sua Igreja deste caos que parece sem fim.  As exortações de Paulo a Timóteo pedindo para suportar as aflições e manejar bem a Palavra de Deus, se transferem aos cristãos de hoje da mesma maneira.

O apóstolo apresenta uma longa lista de traços característicos desde aquela época até nossos dias, envolvendo homens amantes de si mesmo ou egoístas;  blasfemos, abusivos, irreverentes e sem respeito a Deus e ao seu semelhante;  desobedientes a pais e mães, que infringem os mandamentos de Deus;   ingratos e  profanos, enquanto Deus deseja que sejam o contrário;  sem afeto natural, denota a pessoa desafeiçoada a amigos e parentes, ao cônjuge e à própria família;  irreconciliáveis, incapazes de estabelecer um entendimento razoável com o próximo;  incontinentes, sem qualquer auto-controle;  caluniadores, cruéis ou sem amor para com os bons;   traidores, obstinados e orgulhosos, mais amigos dos prazeres e das ofertas mundanas do que amigos de Deus, cuja busca de satisfação própria se torna o deus deles.  Muitos querem mostrar aparência de piedade, mas completamente falsa, sem reverência a Deus e sem qualquer eficácia, ou seja, uma piedade de cunho puramente religioso e sem qualquer relacionamento com Cristo  (2ª Timóteo 3.2-5).

Paulo dá o exemplo específico de dois personagens que resistiram à verdade na época de Moisés, chamados Janes e Jambres, não citados no Antigo Testamento, mas de acordo com a tradição judaica, eles foram magos egípcios que se opuseram a Moisés (Êxodo 7.9-11).  O caráter vazio e a religião vazia dos falsos mestres têm sido expostos e aceitos com sucesso pelos incautos, cujas ações são simplesmente fruto dos seus pensamentos.  Todavia, aqueles que desejam levar uma vida piedosa devem estar preparados para as perseguições por meio da permanência na verdade de Deus.  Ele promete nos dar livramento das perseguições, mas deseja nos livrar em meio a elas para provar o Seu poder e cuidados sobre nós porque nos ama.  Por isso, Deus enfatiza a herança piedosa de Timóteo pelo aprendizado com a avó e a mãe que o direcionara a Cristo como um jovem aprovado depois de provado como o ouro refinado ao fogo.  Desde o Antigo Testamento Deus declara prover um caminho reto para os justos e o Senhor conhece os que são Seus. A despeito dos atos infiéis de alguns, o fundamento e o propósito de Deus permanecem verdadeiramente firmes sobre Seus filhos.

Por Eliezer Andrade

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