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Eliezer  “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles;  doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste”.  “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”  (Mateus 6.1;  Romanos 12.10).

É notório que a humanidade vive tempos difíceis na dimensão dos seus relacionamentos.  Tanto na família, como no trabalho ou nos encontros sociais, nos deparamos com pessoas tristes, deprimidas, agressivas, rancorosas. A incidência de pessoas emocionalmente enfermas as deixa sem alegria, fragilizadas e desmotivadas.  Não há uma explicação convincente para esse estado complexo da vida, porém, biblicamente, está bem claro que se trata da baixa capacidade de amar e esta experiência depende de outra:  a capacidade de perdoar.  O perdão liberta;  o amor cura.  Amar e perdoar são as duas faces da mesma moeda.

Relacionamentos quebrados refletem tristeza e amargura e o que está por trás de tudo isso, é a falta de amor como consequência da falta de perdão.  Somente o perdão tem poder de quebrar nossas amarras interiores.  Sem o perdão,  os dias são densos;  as noites sem paz;  as manhãs sem esperança.

Uma igreja que resiste ao perdão, tanto em conceder como em pedir, é uma comunidade aflita e escrava das aparências.  A comunhão e o amor são os melhores remédios para a alma, e o perdão é a experiência libertadora do coração.

Escrevendo à igreja de Coríntios, o apóstolo Paulo falando da unidade orgânica da igreja, refere-se ao amor como “o caminho sobremodo excelente” (1ª Coríntios 12.31b).   Para que haja plena comunhão e crescimento, não podemos por em prática a nossa própria justiça, mas atender a exortação do apóstolo que diz:  “Falem todos a mesma língua e que não haja entre vós  divisões;  antes, sejam inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”  (1ª Coríntios 1.10).

Portanto, é bom lembrar que o perdão liberta;  o amor cura.

 

Por, Eliezer de Andrade.
professor

nilton cunhaPor Nilton Cunha
professor e escritor

 A reestruturação produtiva e a sociedade do conhecimento

 A partir do final do século XIX e limiar do século XX, nos países industrializados deu-se início à aplicação do método de gerência científica, sistematizado por Frederick Taylor, com o objetivo de racionalizar o trabalho.

A aplicação na gestão de um novo modelo de produção industrial emergiu das experiências de Henry Ford em Detroit, no início do século XX, que passou a ser chamado de fordismo. Esse modelo produtivo durante boa parte do século XX foi considerado o mais eficiente e eficaz.

Esse novo modelo de produção gerou uma cultura do trabalho e do trabalhador, a qual determina as habilidades necessárias ao exercício profissional. Sua dimensão paradigmática serviu como referência para explicar e conduzir as pesquisas sobre o trabalho e a formação profissional, especialmente até o início da década de 1970.

No entanto, a partir desta década, o modelo taylorista/fordista se diferencia do modelo de produção contemporâneo denominado de “reengenharia da produção” ou “reestruturação produtiva”. O antigo modelo é balizado por uma produção de massa que utiliza trabalhadores semiqualificados no processo de bens padronizados, enquanto que a nova reestruturação produtiva emprega trabalhadores qualificados na produção de uma variedade de produtos diferenciados, com equipamentos flexíveis, de base microeletrônica.

Essa tendência de mercado, balizado pela flexibilidade, atingiu toda a área laboral, inclusive à imobiliária. Tal tendência leva as empresas a buscar qualidade, produtividade e competitividade. Isso afeta diretamente o trabalhador, ou seja, a necessidade de um perfil de trabalhador para essa nova dinâmica de mercado, com maior qualificação profissional e com uma educação mais robusta, para poder ser competitivo na nova dinâmica da sociedade contemporânea.

Até a reestruturação produtiva, a sociedade assalariada era a grande marca da humanidade, balizada por uma economia de trabalho na indústria. No final da década de 1960 e início da década de 1970, vários sociólogos ilustres formularam uma interpretação da sociedade contemporânea que a rotularam de “sociedade pós-industrial”. O proponente mais conhecido dessa ideia foi um sociólogo de Harvard, Daniel Bell, sobretudo na forma exposta em seu livro: The Coming of Post-Industrial Society (1973).

Daniel Bell, em sua tese sobre a “sociedade pós-industrial”, apontou o “conhecimento teórico” como o aspecto mais importante – a fonte de valor, a fonte de crescimento – da sociedade do futuro.

Nessa sociedade o conhecimento torna-se a atividade-chave da economia e o principal determinante da mudança ocupacional, pelo fato de que, as variáveis básicas da sociedade industrial: capital e matéria-prima passaram a ser substituídos pela informação e pelo conhecimento.

Isso foi promovido pelo impacto da tecnologia da informação sobre o emprego, o que atingiu diretamente as relações de trabalho, especialmente por termos atualmente, mais pessoa trabalhando na prestação de serviços do que nas indústrias. Além disso, o próprio mundo dos novos tipos de indústria pós-taylorista, pós-fordista e a economia de serviços são baseados pelos princípios da flexibilidade.

O mercado de trabalho, em linha geral, está procurando trabalhadores que possam se adaptar de forma mais rápida ao processo flexível e competitivo que a nova economia imprime. Isso enseja trabalhadores mais qualificados e com disposição de aprender a aprender, já que essa qualificação será permanentemente construída, aprimorada e renovada, na atual sociedade, também denominada de “sociedade do conhecimento”.

Saiba mais sobre Nilton Cunha

O professor e escritor Nilton Cunha é pesquisador da área da Filosofia, Sociologia do trabalho e Doutorando do Direito Laboral e Mestre em Ciência da Educação. Autor de vários livros entre eles: A CRISE DE REPRESENTATIVIDADE E A JUDICIALIZAÇÃO POLÍTICA NO ESTADO PÓS-INTERVENCIONISTA (COAUTORIA COM FÁBIO FADEL) E EDUCAÇÃO, FAMÍLIA E GERAÇÃO DIGITAL: DESAFIO E PERSPECTIVA DA PÓS MODERNIDADE.

Também fez a proposição do livro: O Ensino Superior e a Educação Inclusiva: Direitos à Igualdade e à Diferença, do profº Nilton Cunha, que agora virou a Lei 13.409, das cotas da Pessoas com Deficiência à Universidade.

Contato: niltoncunhapereira@hotmail.com

 

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20170113_170554 Aproveitando o final de semana na praia para refletir sobre o ano que começa e sobre os projetos que serão implementados. O mar sempre me inspira pela sua capacidade de permanência, de transformação, de renovação. A sua persistência, a sua força, a sua determinação de não desistir do seu objetivo de avançar é fonte de alento e de estímulo a todos nós.

É um momento que devemos aproveitar para meditar sobre tudo que aconteceu no ano anterior, erros, acertos e tembém sobre  que você plantou, para saber o que germinou, o que não vingou, para ter a certeza de como será a colheita. A área que não frutificou deve ser arrancada, extirpada e no seu lugar um novo plantio deve ser feito. Toda cultura é cíclica e como a Bíblia nos ensina a um tempo para plantar e um tempo para colher e deixo abaixo esse texto do livro de Eclesiastes que é muito inspirador assim como o mar para que tomemos as nossas decisões.

Receber a energia do mar, vibrar com a vida em abundância que recebemos, ver um por do sol e saber que amanhã ele renasce com mais vitalidade para nos dar a oportunidade de realizarmos novos projetos, com novos parceiros e com novos aliados é o que nos faz acreditar na promessa de Deus que diz que ele é nosso escudo e fortaleza.

Inicio 2017 na praia acompanhando o vai e vem das ondas e aproveitando um pequeno período de férias, para dar a partida no meu terceiro ebook-livro para o mercado imobiliário, meus dois últimos livros foram: “Como Sair do Anonimato” e “Caçadores de Imóveis e Clientes” e agora estou escrevendo Comunicação Empresarial e Oratória – CEO, que busca desmistificar os marqueteiros de plantão, mostrando que o que muda o mundo e as pessoas é a comunicação e que resto é marketing.

Aproveito também para escrever a apostila sobre Comunicação e Marketing Digital Local do curso que vou dar a convite do amigo Paulo Santos, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Pernambuco.

E isso não tem nada a ver com auto ajuda, porque como vi na internet Auto Ajuda só ajuda a quem ensina a auto ajuda para os outros. Isso tem a ver com trabalho, com luta, com garra, com coragem de mudar de rota e encontrar novos caminhos, sabendo que vai vencer os obstáculos que surgirem na nova caminhada.20170113_170632

O que vende é a comunicação o resto é marketing

Essa crise mostrou que o importante para quem atua com vendas, política, liderança empresarial, etc., é a arte da comunicação. Parafraseando Falcão, humorista brasileiro, a comunicação não é tudo, mas é 100%.

Sendo assim, de nada adianta você ter um excelente produto ou serviço se você não sabe comunicar o que você tem, se você não sabe apresentar e apresentar-se. De nada ter um excelente plano de marketing, uma campanha publicitária arrasadora se a comunicação do emissor não se articular bem com quem vai receber a informação, o receptor.

Através da comunicação você consegue convencer alguém de alguma coisa, persuadir uma pessoa a adquirir o seu produto, demover outra de uma ideia contrária a sua e fazê-la acreditar que a sua é a melhor. Isso faz parte da comunicação, do discurso, da apresentação, o resto é marketing, técnica de vendas, estudos de coach, etc.

Como diz Aristóteles em seu trabalho sobre a  Arte da Retórica: “todas as pessoas de alguma maneira participam da dialética ou da retórica”.

E explica o que é cada uma: para ele “A dialética é a arte de, no diálogo, na comunicação, demonstrar uma tese por meio de uma argumentação que seja capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão, ou seja na arte da comunicação”.

Já a retórica é o conjunto dos elementos usados pela comunicação, isto é pelo discurso, pela dialética e que no final das contas se resume a uma situação onde: “todas as pessoas tentam em certa medida questionar e sustentar um argumento, defender-se ou acusar”.

Dessa forma Aristóteles analisa e fundamenta os três gêneros retóricos, ou discursos dos quais as pessoas se utilizam para atingir os seus objetivos, que são:

  1. O discurso deliberativo (que procura persuadir ou dissuadir);
  2. O judiciário (que acusa ou defende), e
  3. O epidítico (que elogia ou censura de forma sensacionalista, através da ostentação).

Nesse contexto o plano emocional também é analisado em sua relação com a recepção do discurso retórico e inclui uma série de elementos, como a ira, amizade, confiança, vergonha e seus contrários para serem analisados, bem como o caráter dos homens (dos jovens, dos ricos, etc.).

Conhecendo o tipo de discurso que vai se utilizar, então se parte para o estilo e a composição da proposta de comunicação incluindo elementos como clareza, correção gramatical e rítmo, além do uso das metáforas completando as partes que compõem um discurso que se torne vencedor.

Muitas pessoas mesmo sem saber são mestres na arte da retórica, usa as técnicas, desenvolve os talentos da argumentação, trabalha os gestos e isso tudo de forma natural e espontânea, esses são os grandes oradores, os gênios da comunicação que em suas áreas política, econômica, social, etc, fazem a diferença e se destacam.

Já outras precisam se preparar para comunicar alguma coisa a alguém. Têm que estudar, aprender as técnicas, entender como utilizar os argumentos na hora certa, compreender como trabalhar os elementos da retórica de dissuasão persuasão, aprofundar-se nos tipos de discurso e assim mesmo sem o dom natural se destacam.

Logo, qualquer um, mas qualquer um mesmo pode se tornar um grande comunicador, pode ser um excelente vendedor e fazer sucesso. Para os que já possuem o dom natural tudo é mais fácil, entretanto, para os que não nasceram com o dom da palavra devem investir em cursos de oratória e comunicação a fim de adquirirem a capacidade de se apresentarem bem e apresentarem com eficiência o seu serviço ou o seu produto.

E isso responde porque é que mesmo em crise, diversos profissionais cresceram, aumentaram seus ganhos, passaram pela turbulência de forma tranquila, isso aconteceu porque eles souberam modificar os argumentos a serem utilizados e adaptaram os seus discursos para o momento de dificuldade e de crise que o mercado atravessa.

Por Tomaz de Aquino
jornalista, corretor de imóveis e palestrante
autor dos livros:
“Como Sair do Anonimato e Vender Mais”, “Caçadores de imóveis- a Captação de Imóveis e Clientes no Mercado Imobiliário”, “Um Guia para a Vitória”.

 

 

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso lança o “Aplicativo CRECI-MT“, como uma ferramenta que simboliza um sonho maior, que é ser também fomentadora de uma política estadual de comunicação direta entre os corretores de imóveis e o Conselho.

O presidente do CRECI-MT Benedito Odário, explica que o “Aplicativo” vem reafirmar o projeto ético e profissional feito durante a campanha da chapa “Renovar é Preciso” com a categoria. “Agora temos uma ferramenta para fortalecer e potencializar a produção e a socialização de informação entre os profissionais da área, algo tão aguardado pelos corretores”.

De acordo com o diretor secretário, Claudecir Contreira é importante enfatizar que essa comunicação, por meio do App prioriza principalmente o corretor do interior de Mato Grosso, devido a grande distância entre os municípios e a capital, diminuindo assim a burocracia e realizando de forma concreta a aproximando entre o corretor e o Conselho. “Todo trabalho desenvolvido por esta gestão é pensando em dar solução nas dificuldades do profissional corretor de imóveis, onde o CRECI-MT não estava atuante”, afirmou Contreira.

O diretor de comunicação e tecnologia, Juliano Lobato, pontua que “esta é uma importante ferramenta, para uma comunicação mais direta com os corretores de imóveis de Mato Grosso e tem força da inovação, pois através dele o corretor poderá consultar a legalidade, denunciar a ilegalidade e exigir o cumprimento da lei e acompanhar todos os tramites”.

A nova ferramenta dará agilidade no atendimento e o corretor poderá ser o próprio fiscal do exercício ilegal da profissão, coibindo assim aqueles que não estão inscrito no CRECI-MT.

Para instalar o “Aplicativo CRECI-MT”, o corretor de imóveis pode acessar este link: www.crecimt.org.br/app/

Agora você já pode dormir tranquilo, coma  escritura de sua casa dentro da sua gaveta, garantindo o seu patrimônio e se tornando proprietário de fato e de direito.

A Veja Casa está lhe esperando para orientar como você deve proceder para não perder essa oportunidade de regularizar o seu imóvel, fazer a sua escritura e registrar no Cartório Geral de Imóveis.

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Assista o nosso vídeo:

Eliezer

Eliezer Andrade

 

“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio. A qual,

não tendo superior, nem oficial, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega

ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te

levantarás do teu sono?” (Provérbios 6.6-9).

Este versículo alerta contra a armadilha maldita da preguiça. A ordem divina é “no

suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra;…” (Gênesis 3.19a).

Embora Adão tenha a sua parcela de culpa, a maldição não recaiu diretamente sobre o

homem, e sim sobre a terra que a ele causaria muitos dissabores produzindo espinhos

e cardos. E assim a vida do homem seria marcada pelo trabalho pesado e, após tanta

labuta, canseira e enfado, chegaria a velhice com a consequente morte. O fato é que

nem todo homem aceita o trabalho como meio de sobrevivência, tornando-se

preguiçoso e refém do lazer.

Tudo o que o preguiçoso precisa para sobreviver pode ser aprendido com a formiga,

uma das menores criaturas que se ocupa em armazenar comida no verão, para

enfrentar o inverno que virá. Com este exemplo da formiga, o homem sábio deve

trabalhar duro para sobreviver e não ser pesado a ninguém e não se tornar viciado em

dormir e perder as oportunidades e todo o interesse em trabalhar (Provérbios 26.13-

16). O trabalho não socorre os que dormem.

A Bíblia fala de quatro coisas das mais pequenas da terra, mas de comportamento

estupendo: a) as formigas, um povo impotente que no verão prepara o seu alimento;

b) os coelhos, um povo débil, mas fazem suas casas nas rochas; os gafanhotos, não

têm rei, mas todos saem em bandos e se repartem; e a aranha, que se apanha com as

mãos e está nos palácios dos reis (Provérbios 30.24-28). As formigas muitas vezes

assumem tarefas que julgaríamos ser impossível, mas com união, habilidade e

preparação, elas trabalham em silêncio e em época de fartura armazenam para ter

fartura em épocas de crise. É o grupo mais numeroso entre os insetos chegando a

milhares de espécies e formam níveis mais avançados de sociedade. Enquanto isso,

milhares de homens, seres racionais, não fazem nem uma coisa nem outra, isto é, nem

trabalham e nem armazenam, mas preferem ser pesados às suas próprias famílias.

Muitos desta geração são tão preguiçosos que se esforçam para que as esposas

consigam uma boa colocação num emprego público e seguro para que eles possam

continuar dormindo e garantir um futuro mais sossegado.

Com relação à cigarra, não se tem notícia de que produza alguma coisa útil, mas o

que se sabe é que são notáveis pela cantoria entoada pelos machos para atrair suas

fêmeas. Levam a vida cantando sem se preocupar com o futuro e sem saber se vão ter

sobrevivência garantida. Não formam grupos, mas sempre cantam sem qualquer

harmonia e ainda incomodam a algumas pessoas com seu zumbido irritante que atinge

até 120 decibéis. Pelo lado positivo no ecossistema, servem de alimentação para os

seus predadores e pelo lado negativo, podem se tornar uma praga para algumas

espécies vegetais porque se alimentam da seiva de raízes de árvores e plantas

causando depauperação com descoloração e queda precoce das folhas, trazendo

prejuízo significante à produção e até a perda total de algumas lavouras.

Há homens que além de não trabalharem, falam e reclamam tanto que incomoda a

quem quer um pouco de silêncio ou quer se dedicar ao estudo. Bom seria que ao

menos se dedicassem ao estudo de algo importante e colaborassem com os serviços

do lar. Há ainda os fumantes inveterados, os bêbados e os jogadores de baralhos com

gritos que se assemelham às cigarras.

Assim, a grande diferença entre a formiga e a cigarra, está na forma de produzir. A

formiga produz em equipe e de forma eficiente, planejada e organizada, enquanto que

a cigarra espera para se locupletar do que os outros produzem, por isso, em geral

morrem secas e sozinhas agarradas aos troncos das árvores.

Por, Eliezer de Andrade.

Depois de mais de 100 mil acessos e de vários pedidos para transformar o texto em vídeo, explicando claramente a situação, decidi atender meus leitores e na sexta feira próxima estarei publicando um vídeo com esse tema.

Mas, de antemão reafirmo que a figura tradicional do corretor, sem qualificação, sem especialização e sem parcerias vai desaparecer do mercado.

Assim também como as imobiliárias que só pensam em tirar proveito dos corretores, sem investir na capacitação da equipe e sem programas de carreira, também vão sumir do mapa.

E por último essas construtoras especialistas em colocar gorduras nos preços também vão virar apenas memória.

Como já é tendência fora do Brasil e agora começa a chegar aqui também, só os profissionais preparados, trabalhando com sistemas de ponta, em escritórios participativos e em coworking, avançarão com a ajuda das novas plataformas, pois outra coisa que tende a desaparecer é o único triunfo que ainda segura o modelo atrasado do mercado imobiliario: a carteira de clientes que vai ser substituído por um banco de dados único com todos os imóveis do país

Você sabe qual é a coisa que eu mais queria em 2017?

Que as nossas ações não contribuíssem para aumentar o descrédito das pessoas nas instituições, nos empresários e no governo seja ele federal, estadual ou municipal e, principalmente, nos nossos parentes e amigos que estão perto de nós e dividem conosco o nosso dia a dia e nos conhecem, sabem se estamos sendo sinceros ou não.

Em geral, culpamos os outros pelas coisas erradas que acontecem e nunca assumimos que também somos responsáveis pelos problemas que enfrentamos coletivamente. Somos responsáveis quando concordamos com a injustiça, quando nos calamos diante do sofrimento alheio, quando não damos uma parte do que temos para ajudar a melhorar a vida do próximo, quando só pensamos em nós mesmos, de forma orgulhosa e egoísta.

Quando agimos sem ética, sem compromisso com a sociedade da qual fazemos parte, nós contribuímos para que esse mundo seja pior.

Se a nossa ética é não mentir ou não roubar, por exemplo, e nós mentimos ou roubamos , então a nossa ética não corresponde a nossa moral e isso auxilia a termos mais governos corruptos, mais servidores públicos aceitando propinas, mais médicos vendendo órgãos, mais professores sem ensinar, mais trabalhadores com atestados falsos, mais pessoas pedindo ajuda sem necessidade.

Assim se cada um de nós tiver a consciência de que a honestidade individual é que vai gerar a honestidade coletiva com certeza entraremos em 2017 dando o primeiro passo para o nascimento de uma nova nação mais honesta, mais ética e mais humana.

Por isso, gostaria de acordar em 2017 com a certeza de que fomos mais honestos, mais éticos e mais preocupados com a situação do nosso país em 2016. Esperando que em 2017 sejamos ainda muito mais atentos ao nosso comportamento, para ter a certeza de que a nossa ética corresponde a nossa moral.

A todos um 2017 mais honesto, mais ético e responsavelmente solidário.

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