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COMUNICADO

Hoje três amigos me perguntaram se eu seria o plano “B” de alguém?

Esses comentários que pessoas desocupadas tentam espalhar na cidade me entristece muito, por isso vou falar aqui para todos os meus amigos do face saberem.

Nunca fui, não sou e nunca serei plano “B” de ninguém.

Tenho ideologia caráter e amor próprio e qualquer ser humano que se submete a tal possibilidade com certeza não tem essas qualidades que falei. Acima de tudo, meus amigos, luto por aquilo em que eu acredito. Começar uma caminhada de baixo não é problema para mim, pois quem conhece minha historia sabe do que estou falando. Sempre trabalhei para alcançar meus objetivos sem denegrir a imagem de ninguém e nem tentar apagar a estrela dos outros para fazer a minha brilhar. Como vocês são testemunhas oculares em meu facebook nunca foi publicado nada de baixaria e não irei participar da briga pessoal de ninguém. Irei participar sim, de uma luta para ver minha cidade natal, Gravatá cada vez melhor!

Um bom final de semana, fiquem com DEUS.

Charles da Madeireira

 

Nota do editor jornalista Tomaz de Aquino

Ao ler o desabafo do candidato a prefeito pelo PSC, Charles da Madeireira, entendo a sua tristeza, com relação a comentários maldosos a seu respeito como se ele estivesse fazendo jogo de cena, participando de um teatro, servindo de marionete para outros personagens que estão tão acostumados a fazerem isso com as pessoas, que quando alguém tem uma atitude diferente ninguém acredita.

Por isso não estranho que muitas pessoas perguntem a Charles se ele é um plano de “B” de Joaquim Neto, caso ele não consiga o registro da sua candidatura e tenha que apoiar outro candidato. Não estranho porque as pessoas estão viciadas nesta política atrasada de vermelho e azul e de bem e de mal e, por incrível que pareça a culpa disso não é nem de Bruno e nem de Joaquim, os dois se aproveitam da situação e deixam que as coisas não mudem.

A culpa disso é das outras lideranças que são subservientes, que não têm a coragem que Charles teve de desafiar a estrutura de poder que está posta aí. Brincam de fazer grupos: G isso, G aquilo que não dá em nada, porque falta embasamento, falta compromisso, falta seriedade para construir uma proposta de poder para Gravatá que não passe pela subserviência à prefeitura ou a outros líderes.

Quando falta poucos meses para a eleição aparece  vários líderes, todos com pompa de candidato a prefeito, de liderança, de formador de grupo, de independente, de reformador, cheios de coragem, de ousadia, de determinação e levam no seu barco furado um bocado de incautos que acreditam nestas propostas de gaveta e que ficam na gaveta.

Quando a coisa aperta, quando chega a hora da decisão começam as desculpas: Ah! não deu, Ah! faltou apoio. Ah! Tava tudo tão bonitinho, tão arrumadinho, mas não deu desta vez e desistem e jogam às traças, à sua própria sorte àqueles que tiveram a infelicidade de acreditar que dali ia sair um candidato a prefeito. Ia sair uma nova proposta. Ia sair um novo modelo de gestão para administrar a cidade. Frustração. Este é o sentimento que fica para os que depositaram nestes projetos a sua confiança.

E pior ficam sem opção, tendo que optar por uma das duas propostas que criticou, que disse que não prestava mais, que afirmou que não servia para a cidade.

Aí aparece um corajoso. Aparece um que resolve fazer diferente assumindo uma postura de independência e de ousadia se colocando bem no meio do tiroteio. Sem estrutura e sem aliados diz: “Eu vou”!

E vai mesmo. E faz a convenção que ninguém acreditava. E lança a campanha que ninguém esperava. E começa a articular a sua candidatura que ninguém acreditava. E todos os outros que incentivaram. Que estimularam. Que disseram que iam juntos. Se escondem nas suas falsas disposições de colocarem o guizo no pescoço do “gato” ou do “tucano”.

Vá em frente Charles da Madeireira. Continue a sua luta para consolidar o seu nome como uma opção para a prefeitura de Gravatá. Não desanime, não pare de lutar.

Gravatá só vai ter uma terceira via, quando este processo for levado a frente como está sendo levado por você. Ninguém tem coragem de fazer o que você está fazendo. Se a população não reconhecer isso agora, vai reconhecer no futuro e depois dessa eleição você será a terceira liderança de Gravatá, será a terceira força política dessa cidade, será a terceira via política do povo de Gravatá, independentemente do número de votos que você tenha.

Muita gente está com medo Charles de você ocupar o lugar deles, se não agora, daqui há quatro anos. Por isso deixaram você sozinho. Por isso não tiveram a coragem de se juntar a você e disputarem a eleição num novo grupo e numa nova proposta.

Você pode não ser e não querer ser o plano “B” de alguém, entretanto, de repente esse alguém vai ser obrigado a fazer de você não o plano “B”, mas o plano “C” de Charles, o plano “C” de caráter, o plano “C” de coragem.

Vá em frente Charles, monte seu palanque. Trabalhe a sua candidatura. Confie nos seus amigos. Mas acima de tudo acredite em Deus e Gravatá terá uma opção diferente dessa dicotomia burra e atrasada.

O povo dará a resposta como sempre deu. De forma silenciosa, pacífica, mas muito clara. A muitos já disse não através das urnas. É provável que a você diga sim também através das urnas.

A única zebra dessa eleição, caro Charles, será você ganhar.

O ex-prefeito Joaquim Neto (PSDB) provou novamente nesta manhã sábado (14), que ainda possui muito folego para as disputas eleitorais. O líder tucano do agreste acompanhado de sua comitiva e assessores e do seu candidato a vice-prefeito, Danilo Melo (PMDB), visitaram a feira livre, o mercado público e o mercado de farinha de Gravatá. Logo pela manhã, Joaquim Neto tomou café no mercado de farinha, naquele espaço ouviu centenas de apelos dos comerciantes, muitos deles revoltados com a baixa na venda de produtos nos últimos quatro anos: “Para você ter ideia eu vendi apenas R$ 6,00 reais semana passada, já passamos das 08hs e não vendi nada”, disse angustiada uma comerciante.

Na feira livre a recepção não poderia ser mais calorosa. Joaquim Neto quando prefeito foi o responsável pela modernização do espaço e pelo aumento no número de dias da feira.  O que surpreendeu a nossa reportagem durante a caminhada ao lado do político foi à forma que Joaquim recebia as pessoas, acredite, ele conhece todos por nome. Por outro lado, a população por onde passava apontavam para o candidato e diziam: “Aqui esta o nosso prefeito, aquele que conhece sua gente pelo nome”, disse uma feirante.

Ainda durante o corpo a corpo, Joaquim caminhou ao lado do ex-secretário de meio ambiente, Aarão Lins e do ex-secretário de Indústria e Comércio, Arnaldo Souza. O candidato Raminho Coiffeur (PSDB) também aproveitou a oportunidade para pedir votos e apresentar propostas de melhoria na produção rural agrícola.

Nem quando estava comendo Joaquim Neto deixou de dar atenção para todos os que dele se aproxiamava. Com muito carinho e respeito os clientes e comerciantes se aproximaram para pedir um abraço ou apenas um aperto de mão. O candidato não precisa se preocupar com os votos da zona rural, haja vista que 90% das pessoas que hoje conversam ele afirmaram apoio antes, durante e depois das eleições.

Reportagem: Clebson Amsterdan

 

Sou um admirador incondicional da classe jornalística que, em regra, deve ser um profissional neutro, não pendendo nem para a direita nem para a esquerda.  Aqui do Paraná, tenho acompanhado o blog do jornalista Tomaz de Aquino que nessa fase de campanha eleitoral tem se dedicado a comentários agradáveis e inofensivos tanto aos políticos quanto ao eleitorado gravataense. Reputo-os como comentários esclarecedores e longe de mentiras.  Normalmente, o jornalista publica o que colhe.  A propaganda eleitoral, por exemplo, é que deve seguir um planejamento de marketing preestabelecido porque é nela que os jornalistas se estribam para suas divulgações.  A contrapropaganda consiste em lançar conceitos, boatos e algumas verdades que não deveriam ser divulgadas, especialmente quando se destinam ao abalo moral para desestimular o adversário. Porém, tratando-se de um Estado democrático, as campanhas têm se caracterizado pelo uso constante desta técnica que, embora não pareça agradável a muitos eleitores, acaba por influenciar o resultado de uma eleição.

Conceitos de situação e oposição sempre existirão nas campanhas eleitorais.  Oposição é o ato de se opor a alguém ou a alguma coisa; situação é um instituto mais pacífico sujeito a receber as descargas eletrizantes da oposição.  Como dizia o filósofo Aristóteles que a fusão dos contrários produz harmonia, é a situação que deve manter o equilíbrio, um equilíbrio um tanto delicado em busca de harmonia.  Muitas vezes o trabalho da oposição é de se envolver com um jogo político aparentemente sujo ou mesmo sujo que pode até produzir equilíbrio por meio de um choque de informações.  O fato é que a contrapropaganda arrasa psicologicamente tanto a situação quanto a oposição, calcada no conhecimento da vida íntima do adversário.  Não existe réplica mais eficiente que a baseada nos fatos.  E diante deste dilema, compete ao jornalista dirimir as dúvidas e fazer autêntica publicação.  Entre o passado e o presente, os políticos que se cuidem.  Quanto aos jornalistas gravataenses, mesmo que eu não seja jornalista e nem os conheça pessoalmente, o que espero fazê-lo em breve, com muito orgulho parabenizo-os, rogando a todos pela união e por um trabalho de vulto.

Eliezer de Andrade Santos

Colunista do rota 232

 

O Ministério Público, representado pela promotora eleitoral Fernanda Nóbrega indeferiu na tarde desta sexta-feira (13) a candidatura de Joaquim Neto (PSDB) à prefeitura de Gravatá. Em contrapartida sete, dos dez representantes do povo na Câmara dos Vereadores, deram entrada na impugnação do pedido de registro de candidatura do ex-prefeito, na 30ª Zona Eleitoral da cidade.

O documento contou com a assinatura de Fernando Resende (PSB), Elson Campos (PSD), Agostinho (PSD), Ana De Jaci (PSD), Doca da Carvalhada (PCdoB), Zé Rodrigues (PSD) e Pedro Martiniano (PRB).

A rejeição de Joaquim Neto dentre os vereadores se deu pela presença do nome do tucano na relação dos fichas sujas encaminhada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).

Para o vereador Fernando Resende (PSB) esta representação é apenas uma forma de pedir que a justiça seja feita. “Nós só queremos que a Lei da Ficha Limpa seja aplicada para todos. A sociedade gravataense merece essa satisfação. Estamos aqui como representantes do povo” destacou.

Doca da Carvalhada (PCdoB) afirmou que os governantes que se aproveitam do dinheiro público para enriquecer ilicitamente não merecem voltar ao poder “A população pede uma política limpa e honesta. Nós precisamos fazer valer a lei aqui em Gravatá já”.

Segundo Zé Rodrigues, agora a decisão está com a justiça. “Nós fizemos nossa parte, vindo aqui para exigir que a lei seja feita. Agora é só esperar e torcer” concluiu.

Além da rejeição de 70% dos vereadores de mandato, a impugnação de candidatura de Joaquim Neto também foi acionada pela coligação encabeçada pelo PSB e pelo PSOL. “A justiça precisa ser feita. Há muitos anos nós esperamos por esse desfecho. Se consolidado, só quem ganhará com isso será a população” ponderou o presidente do PSOL em Gravatá, Renato Sousa.

 Fonte; Assessoria de Imprensa de Bruno Martiniano

Para muitos o dedo do prefeito Ozano Brito continua a agir e ontem mais uma vez se materializou na presença dos quatro vereadores do PSD que se fizeram presentes no forum para entrar com o pedido de impugnação da candidatura do ex-prefeito Joaquim Neto.

Segundo alguns eleitores de Joaquim Neto, a surpresa não acontece por conta de Agostinho que todos sabem ser oposição a Joaquim Neto há muito tempo e não somente agora, mas a estranhesa se dá por conta de Elson Campos, Zé rodrigues e Ana de Jaci que sempre chamou Joaquim Neto de “meu gordinho querido”.

É mais um lance no tabuleiro da eleição 2012 que tem de um lado Bruno Martiniano e de outro Joaquim Neto e por trás Ozano Brito, prefeito de Gravatá, fazendo tudo o que pode para impedir Joaquim Neto de ser prefeito de Gravatá mais uma vez.

A pergunta que fica é porque os presidentes do PTdoB, do PTN e do PPS também não assinaram a petição? Será que serão usados em outro momento para criar mais um fato político negativo para o ex-prefeito? É o quer saber esses eleitores do prefeito Joaquim Neto.

Vamos aguardar o novo lance dessa disputa.

A lei da Ficha Limpa aprovada pelo congresso a partir de um movimento popular denominado de Combate a Corrupção Eleitoral – CCE, que coletou mais de um milhão e trezentas mil assinaturas em todo o Brasil e conseguiu a apresentação do projeto de lei, começa a surtir efeitos em todo País e vários candidatos não poderão disputar as eleições de 2012.

Aqui em Gravatá o ex-prefeito Joaquim Neto aparece com o seu nome na lista enviada pelo TCE – Tribunal de Contas do Estado ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral, como réu em um processo que não cabe mais recurso e que por isso deve ser considerado Ficha Suja e assim ser impedido de disputar as eleições.

O advogado do ex-prefeito Dr, Avelá Caribé, segundo informações do Portal GN chama o TCE de irresponsável por ter incluído na lista encaminhada à justiça um processo que já estava arquivado e que por isso não poderia ser usado pelo TCE para pedir a impugnação da candidatura do ex-prefeito à prefeitura de Gravatá. Veja o que disse o advogado:

“Porque o Tribunal de Contas é irresponsável e cabe uma ação de indenização que vamos estudar futuramente. O tribunal deveria ter retirado e excluído o nome de Joaquim desde o dia que foi julgado o processo”. Continuando afirmou:  “Joaquim Neto apresentou toda documentação exigida pela justiça eleitoral e em todos eles o tucano aparece quites e apto para ser candidato. Não pesa contra ele nenhum tipo de acusação que possa impedi-lo de disputar esta eleição”.

Discordando dessa avaliação e crentes de que o ex-prefeito tem culpa no cartório os vereadores Fernando Resende (PSB), Pedro Martiniano (PRB), Doca da Cavalhada (PCdoB), mais os quatro vereadores ligados ao atual prefeito Ozano Brito, José Agostinho (PSD), Ana de Jaci (PSD), Elson Campos (PSD) e José Rodrigues (PSD) deram entrada na justiça eleitoral a uma representação em que pedem a impugnação da candidatura do ex-prefeito Joaquim Neto.

A promotora pública de Gravatá, Dra. Fernanda Nóbrega, já havia encaminhado na sexta-feira 13, à justiça eleitoral um pedido de impugnação das candidaturas a prefeito de Gravatá (Joaquim Neto) e de Chã Grande Daniel Alves, além da candidatura a vereador do ex-vereador e ex-presidente da câmara municipal de Chã Grande (Jânio João de Lima).

Segundo a legislação o juiz eleitoral da 30ª Zona, Dr. Severiano Lemos, tem até o dia 5 de agosto para dar o seu parecer e segundo o blog do castanha em matéria do dia 14 o ex-prefeito Joaquim Neto é ficha suja e assim está impedido de disputar a eleição, transcrevemos abaixo parte do texto da matéria:

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) divulgou recentemente a relação dos gestores públicos estaduais e municipais que tiveram contas rejeitadas nos últimos 8 anos, por decisão irrecorrível, cumprindo exigência da Lei da Ficha Limpa. E Joaquim Neto está nesta lista por ter cometido improbidade administrativa quando exerceu o cargo de prefeito de Gravatá”.

Ao que tudo indica vamos assistir ao velho filme das ações na justiça que só servem para os que são da oposição a Joaquim Neto utilizarem estes argumentos para fazerem os seus discursos. E os que são a favor de Joaquim Neto dizerem que os que são contra estão com medo e querem ganhar no tapetão e não nas urnas.

Assim viveremos mais uma vez o “ser ou não ser” não o drama Shakespeariano sobre a existência, mas o tupininquim sobre a candidatura de Joaquim Neto.

Joaquim Neto continua fazendo política com inteligencia. 

Enquanto alguns candidatos a prefeito e vereador estão preocupados com a tentativa de impugnar a candidatura do prefeiturável Joaquim Neto (PSDB), o candidato continua fazendo visitas e pedindo votos nas comunidades de Gravatá. Nesta noite de sexta-feira (13) Joaquim visitou uma das principais lideranças políticas do Loteamento Bolívia, José Joca Neto (Joquinha da Prestação). Na casa da liderança, Joaquim tomou café acompanhado de sua leal companheira e seguidora, Fátima Felix (PSDB) da ex-secretária de educação, Rosa Melo, do candidato Marcelo Motos (PP), Ademar do Prado, do diretor presidente da Gravatá NET, André Nascimento, do economista e coordenador de campanha, Joeides Pereira, além de outras pessoas ligadas a família do eleitor.

m entrevista ao Portal GN, o eleitor explica por que decidiu ficar ao lado de Joaquim Neto: “Joaquim é um homem sincero, trabalhador. Eu vejo muitos projetos de Joaquim Neto. Gravatá se tornou uma cidade perfeita desde quando Joaquim assumiu a prefeitura”, respondeu Joquinha, que ainda afirmou: “Gravatá antes era um buraco. Hoje onde você pisar é uma obra de Joaquim Neto é por essa e outras razões que eu fico com ele, pois a esperança está devolta”, finalizou.

Reportagem: Clebson Amsterdan

Senhor Editor,


O Ministério Público Eleitoral da 30a. Zona, na pessoa da susbcritora do presente, ingressou, esta tarde (sexta-feira dia 13), após minuciosa análise das listas do TCE/PE, TCU, TJ/PE e TRF5, com a Impugnação das Candidaturas de Joaquim Neto (à Prefeitura de Gravatá), Daniel Alves de Lima (Prefeitura de Chã Grande) e Jânio João de Lima (Câmara Municipal de Chã Grande).


Atenciosamente,


Fernanda Nóbrega

 

As diretorias de alguns partidos da coligação do candidato Bruno Martiniano protocolaram no final da tarde desta sexta-feira (13) no Cartório Eleitoral da 30ª Zona Eleitoral de Gravatá pedido de impugnação da candidatura de Joaquim Neto (PSDB), oposição. Entre as figuras políticas que defendem a tese que Joaquim não poderia ser candidato está o vereador e presidente do PRB, Pedro Martiniano, o presidente do PCdoB, Doca da Cavalhada, José Rodrigues (PSD) e o vereador Fernando Resende (PSB). No cartório nossa equipe conversou com a responsável e segundo ela o Juiz Eleitoral ainda vai averiguar se procederá ou não a impugnação.

Nossa equipe conversou com exclusividade com o assessor jurídico de Joaquim Neto, Avelar Caribé. Segundo o renomado advogado [com especialização em assuntos eleitorais], a candidatura de Joaquim Neto não correr o risco de ser impugnada, haja vista que o processo já foi julgado em 2010, quando o então ex-prefeito era candidato a deputado estadual pelo partido tucano: “Joaquim Neto apresentou toda documentação exigida pela justiça eleitoral e em todos eles o tucano aparece quite e apto para ser candidato. Não pesa contra ele nenhum tipo de acusação que possa impedi-lo de disputar esta eleição”, tranquilizou o advogado.

Nossa reportagem foi ainda mais funda quando perguntou ao Dr. Avelar Caribé, o porquê do nome de Joaquim Neto no lista dos candidatos não aptos a ser candidato e ele explica: “Porque o Tribunal de Contas é irresponsável e cabe uma ação de indenização que vamos estudar futuramente. O tribunal deveria ter retirado e excluído o nome de Joaquim desde o dia que foi julgado o processo”, disse.

A coligação de Bruno Martiniano pode pagar um preço muito caro, caso a candidatura de Joaquim não seja imputada pela justiça. Os candidatos responsáveis pelo pedido podem receber a rejeição da população, que deveras entenderá que os candidatos estão querendo ganhar as eleições antecipadamente no popular “tapetão”. Até a próxima terça-feira tudo está sendo noticiado publicamente pelo Ministério Público e Justiça Eleitora. Aguardemos.

Reportagem: Clebson Amsterdan

Contato: (81) 4131.0229 | amsterdan@portalgn.com

Os candidatos coligação A ESPERANÇA ESTÁ DE VOLTA composta por dez partidos que apoiam Joaquim Neto (PSDB) como prefeito se reuniu durante toda tarde desta sexta-feira no salão de eventos da Pousada Pôr do Sol. O encontro teve com principal temática, a discursão acerca do regimento eleitoral nos quesitos: propaganda eleitoral e prestação de contas dos candidatos. Estavam compondo a mesa Dra. Edvânia Pires, Flávio Martiniano, Cecé Ribeiro (PRTB), o líder Lula de Mandacaru, Tadeu Melo (PPL), Nelson Pereira (PDT), João Batista (PMDB), Regis da COMPESA (PSL), Danilo Melo (PMDB), Joaquim Neto e sua esposa Fátima Felix (PSDB), Lucas Leal (PHS), Paulo Doido (PRP), João Paulo Lemos (PDT) além dos assessores jurídicos dos candidatos comandados por Avelar Caribé e a contadora Servy Lacerda.  A coligação de Joaquim Neto atualmente conta com quase 90 candidatos a vereadores.

Fonte: Portal GN

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