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No Café que Bruno Martiniano ofereceu aos candidatos a vereador de sua coligação anotamos a presença  de Maria do Carmo, esposa de Galeguinho do Detran, Pedro Martiniano, Fernando Resende, Doca da Cavalhada, Ivan da Farmácia, Hilton Pimentel, além de Tiago Moura, marcos Paiva e muitos outros candidatos a vereador nas próximas eleições.

O jornalista Márcio Didier na sua coluna “Cena Política” de 16.07 do JC, faz uma análise sobre a situação do governador Eduardo Campos com relação às eleições municipais. Para ele o governador tem apenas três desafios que se concentram em Petrolina, onde banca a candidatura de Fernando Bezerra Filho, filho do ministro Fernando Bezerra e aliado do governador; em Caruaru ele enfrenta a pior situação onde o atual prefeito José Queiroz vai à reeleição sem o apoio do vice governador João Lira; e, por fim, em Recife onde o governador lançou um técnico completamente desconhecido para ser candidato a prefeito concorrendo contra o PT de Humberto e João Paulo e contra o DEM do ex-governador Mendonça Filho.

Para mim ainda resta um quarto desafio: a cidade de Gravatá. Evidente que não podemos pensar que Gravatá tenha um peso grande no cenário de Pernambuco com relação ao seu número de votos: 59.000, mas não podemos esquecer que a cidade é referência nacional pelo seu apelo turístico e pelo PIB que concentra no município.

Aqui em Gravatá o governador foi derrotado nas eleições passadas (2004) pelo ex-prefeito  Joaquim Neto. O governador apoiava o mesmo candidato que apóia hoje Bruno Martiniano e subiu no seu palanque juntamente com Luiz Prequé, ex-prefeito e que desistiu de concorrer à eleição por falta de apoio do governador que optou por apoiar o candidato do PTB.

Nestas eleições o mesmo palanque está montado: Bruno Martiniano candidato pelo PTB, dessa vez com o PSB do governador Eduardo Campos, ocupando a vaga de vice com Rafael, filho do ex-prefeito Luiz Prequé e que aumenta a sua responsabilidade visto que agora o seu partido ocupa a majoritária.

Portanto, se Bruno Martiniano vencer ou perder a eleição a conta será debitada no crédito do governador, na sua popularidade que segundo alguns é estratosférica em Gravatá será colocada em cheque nesta eleição, assim como a do senador Armando Monteiro que escanteou Fernando Pinheiro, tirando dele a presidência do partido em Gravatá, desprezando uma amizade de 30 anos, para ficar ao lado de Bruno Martiniano.

O palanque de Bruno Martiniano conta ainda com o apoio implícito do prefeito Ozano Brito que vem orientando a sua administração e os seus aliados a caminharem para o palanque do PTB

Já Joaquim Neto do PSDB, está como franco atirador nesta eleição tendo ao seu lado como vice, o vereador Danilo Melo do PMDB e contando apenas com o apoio do deputado federal Sérgio Guerra e do deputado estadual licenciado e secretário de turismo do estado Alberto Feitosa do PR.

Sendo assim se Bruno Martiniano vencer foi o governador quem venceu. Se Joaquim Neto vencer foi  Joaquim Neto quem venceu, consolidando definitivamente a sua posição como o grande líder político de Gravatá que de uma só vez derrotou três ex-prefeitos: Arão Lins, Luiz Prequé e Arnaldo Lucena; dois senadores Armando Monteiro e Humberto Costa e por tabela a presidente de Dilma que é do PT e está com Bruno Martiniano,  o líder do governo na assembléia Deputado Waldemar Borges, a deputada federal Luciana Santos e o prefeito Ozano Brito.

Será ou não será uma vitória histórica?

O candidato a prefeito de Gravatá, Bruno Martiniano (PTB) e seu vice, Rafael Prequé (PSB), tomaram café, na manhã deste domingo, com os candidatos (as) a vereador (a) da coligação, no Restaurante e Pizzaria Stillus, situado na Rua Quinze de Novembro, bairro de Nossa Senhora das Graças.

A reunião que teve como pauta principal as boas vindas e o incentivo da chapa aos coligados, contou com a presença do líder do governo na Alepe, Waldemar Borges, da deputada federal Luciana Santos (PCdoB) e do secretário da Casa Militar, Coronel Mário Cavalcanti.

Waldemar destacou a atual proximidade da política com a população e a importância do voto na busca por dias melhores. “O governo está mostrando que a política correta e ética não confunde o voto com mercadoria” ponderou.

A deputada federal, Luciana Santos, afirmou que Gravatá precisa entrar no rumo certo e que o apoio do governador do Estado nessa caminhada é fundamental. “Eduardo está realizando um responsável e sério planejamento político e com Bruno aqui Gravatá não irá ficar de fora” disse.

Rafael Prequé, candidato a vice, ressaltou o apoio e força dos grandes lideres à nível nacional “Contamos com a ajuda da presidente Dilma, do governador Eduardo Campos e do senador Armando Monteiro, dentre muitos outros nomes de peso que estarão conosco nessa caminhada rumo à vitória”.

Para finalizar, o candidato a prefeito, Bruno Martiniano, declarou a satisfação em poder receber os candidatos (as). “Não poderia deixar de me reunir com vocês para motivar esta aliança forte e comprometida em prol de Gravatá” pontuou. Ele ainda levantou as atuais necessidades da cidade e suas propostas para um melhor desenvolvimento socioeconômico de Gravatá. “O povo precisa de qualificação profissional e indústrias que gerem emprego e renda para fortalecer a nossa economia” concluiu.

Fonte Assessoria de Imprensa de Bruno Martiniano

Fui questionado por um candidato a vereador sobre o  número de acessos – na opinião dele baixo – que o nosso site www.rota232.com.br / blogdotomaz tem, algo em torno de 300 a 500 acessos por dia, ou aproximadamente 15 mil acessos mês.

Em primeiro lugar quero dizer que acho esse número excelente, porque é um número real, concreto, factível, mensurável. Depois é uma honra para mim, enquanto jornalista saber que tenho um público fiel, em média 400 pessoas, que todos os dias vão ler as minhas considerações a respeito do cotidiano de nossa querida Gravatá.

Entretanto, quero mais uma vez destacar que o nosso site www.rota232.com.br trabalha com  um contador de acessos que funciona por IP – Internet Protocol – que é a carteira de identidade do computador. Não conta pelo número de vezes que uma pessoa entra no nosso site.

O que significa isto? Significa que você que agora está lendo este texto, ao ter acessado o nosso site www.rota232.com.br registrou 1 (um acesso) neste dia e só. Você pode passar o resto do dia todinho, entrando e saindo do site, ou outras pessoas no seu computador acessando várias vezes o rota232, que não vai contar mais. Só vai contar uma vez. Pode clicar 10, 15, 100, 1000 não vai contar, só vai contar a primeira vez que você entrar no site a cada dia.

Este contador evita duas coisas: a primeira a ilusão de que o número de acessos é alto, visto que é a mesma pessoa entrando várias vezes no mesmo site. Quantas e quantas vezes já acessei o mesmo site mais de 10 vez num dia só. Segundo, garante uma contagem real. Eu tenho a certeza de quantas pessoas (computadores) acessaram de fato e de direito o nosso site.

Portanto, vamos continuar no site www.rota232.com.br/blogdotomaz, com este contador que registra apenas uma vez e uma única vez por dia o computador que acessar o nosso site. Cabe destacar que respeitamos os veículos de comunicação que se utilizam de outros tipos de contadores de acessos que funcionam por click e não por IP.

Esta nossa decisão é fruto de uma reflexão sobre o tipo de jornalismo que queremos fazer em Gravatá. Ao sabermos o número real de acessos e conhecermos o perfil de nossos leitores fica mais fácil elaborar a pauta do dia e atender a necessidade da informação que nosso público alvo deseja, sem ilusões, sem fantasias e sem números fantásticos que embora reais,tenham no seu cerne a repetição, a duplicação, a contagem e a recontagem dezenas e dezenas de vezes.

Esta é a base para continuarmos construindo a credibilidade que o nosso site www.rota232.com.br / blogdotomaz, vem obtendo junto à população, inclusive o nosso contador fica exposto no final da página principal de nosso site. A Bíblia nos ensina que os elogios devem vir da boca dos outros e não da nossa própria, sendo assim continuaremos trilhando este caminho porque é o caminho da verdade e da justiça e ele agrada ao Senhor a quem devemos toda honra e toda glória.

Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito.
Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.

Provérbios 16:2-3

 

A história do Brasil é muito rica, e uma das passagens da história que merece uma reflexão dos gravataense é das Capitanias Hereditárias. Depois da descoberta do Brasil, a Coroa portuguesa, no intuito de proteger o seu novo território descoberto de invasões estrangeiras, iniciou a colonização e administração do Brasil.

D. João III, rei de Portugal, no período de 1534 a 1536, dividiu a terra da colônia em faixas compreendidas do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. As faixas foram denominadas de Capitanias Hereditárias.

Cada capitania foi doada pelo rei a nobre e pessoas de confiança do rei. Cada um que recebia as terras era chamado de donatário, com a função de administrar, colonizar e proteger a área dos invasores.

Os donatários exploravam as riquezas minerais e vegetais de sua região, sendo cada território transmitido de pai para filho, hereditariamente. Quase todas as capitanias tiveram sérias dificuldades de crescimento e faliram com exceção das capitanias de Pernambuco e São Vicente. Compreendendo o erro de transforma a administração das Colônias em algo meramente hereditário, a partir de 1549, Portugal procurou implantar um novo sistema administrativo, chamado de governo-geral.

Direitos e Deveres dos donatários:

● Criar um vilarejo e doar terras – as famosas sesmarias – a quem interessasse cultivá-las. Seus sesmeiros, após dois anos de uso, passavam a ser donos efetivos da terra.
● Desempenhar o papel de autoridade judicial e administrativa com plenos poderes, até mesmo autorizar a pena de morte, caso se torne necessário.
● Escravizar os índios, impondo-lhes o trabalho na lavoura, podendo inclusive enviar cerca de 30 índios, anualmente, como escravos para Portugal.
● Receber a vigésima parte dos lucros sobre o comércio do Pau-Brasil.
● O donatário tinha a obrigação de entregar para o rei de Portugal 10% da receita adquirida com a comercialização dos produtos da terra.
● Cabia à Coroa portuguesa 1/5 dos metais preciosos encontrados nas terras do donatário.
● O direito exclusivo sobre o Pau-Brasil.

Passado quase 500 anos da mal sucedida tentativa das Capitanias Hereditárias, aqui em Gravatá querem resgata uma prática que trouxe muito transtornos para o povo brasileiro. Assim, a eleição deste ano para prefeito de Gravatá guarda algumas similaridades com este triste momento da história do Brasil. Assim vejamos: Salários não pagos, trazendo transtorno para as famílias é a mesma coisa de torna os trabalhadores escravos e muitos desses herdeiros nunca trabalharam, não tinha experiências administrativas, fazendo com que as Capitanias falissem.

Conhecer a história é importante para não permitir erros futuros, não podemos permitir que a nossa, tão querida, Gravatá vire uma capitania hereditária, que passa de maus prefeitos para seus filhos, ou seja, filhos aprendizes de Prefeito.

por: Joeides Pereira

Uma das maiores reivindicações da população gravataense e a de que tenhamos uma imprensa livre, independente, imparcial. Durante o período eleitoral este pedido chega a ser quase um clamor. Ainda esta semana recebi vários e-mails sobre essa questão e questionando a posição do Rota232 nas próximas eleições.

Nos blogs, nos sites, no facebook, nas rádios o que escutamos são críticas de uma maneira geral a nós comunicadores, onde nos acusam de sermos parciais, de termos preferência por esse ou por aquele candidato. Acusam-nos também de receber dinheiro desses candidatos para poder defendê-los em nossos veículos.

Na edição passada do Rota232 a de nº 38, afirmei que faria em Gravatá durante as eleições um jornalismo imparcial, tratando todos os candidatos de forma igual, sem sensacionalismos ou espetáculos e divulgando o que for considerado notícia pela nossa equipe. Este compromisso eu mantenho e a prova disso é este exemplar que está em suas mãos.

Uma edição que trata a política como um fato rotineiro e periódico na vida do cidadão. Que não tem a opinião pessoal do jornalista, mas que expressa o pensamento da população, as suas escolhas, os seus desejos e divulga imparcialmente os fatos que se tornaram notícia e que merecem ser levados ao conhecimento público.

Disponibilizaremos espaços publicitários para os candidatos de acordo com o que rege a legislação em vigor e todos poderão adquirir espaços para fazerem as suas propagandas independentemente de partido, cor de camisa, coligação, cargo a ser disputado. A venda desses espaços é legal e necessária para que se tenha um jornal imparcial.

Da mesma forma os empresários gravataenses deveriam se conscientizar da importância de se ter um jornal imparcial que trate a cidade do ponto de vista do interesse do cidadão e não do prefeito, do candidato, do cabo eleitoral ou de quem quer que seja. Para isso deve anunciar no Rota232, pois não estamos recebendo dinheiro – como muitos pensam – de nenhum candidato e muito menos da prefeitura.

COMUNICADO

Hoje três amigos me perguntaram se eu seria o plano “B” de alguém?

Esses comentários que pessoas desocupadas tentam espalhar na cidade me entristece muito, por isso vou falar aqui para todos os meus amigos do face saberem.

Nunca fui, não sou e nunca serei plano “B” de ninguém.

Tenho ideologia caráter e amor próprio e qualquer ser humano que se submete a tal possibilidade com certeza não tem essas qualidades que falei. Acima de tudo, meus amigos, luto por aquilo em que eu acredito. Começar uma caminhada de baixo não é problema para mim, pois quem conhece minha historia sabe do que estou falando. Sempre trabalhei para alcançar meus objetivos sem denegrir a imagem de ninguém e nem tentar apagar a estrela dos outros para fazer a minha brilhar. Como vocês são testemunhas oculares em meu facebook nunca foi publicado nada de baixaria e não irei participar da briga pessoal de ninguém. Irei participar sim, de uma luta para ver minha cidade natal, Gravatá cada vez melhor!

Um bom final de semana, fiquem com DEUS.

Charles da Madeireira

 

Nota do editor jornalista Tomaz de Aquino

Ao ler o desabafo do candidato a prefeito pelo PSC, Charles da Madeireira, entendo a sua tristeza, com relação a comentários maldosos a seu respeito como se ele estivesse fazendo jogo de cena, participando de um teatro, servindo de marionete para outros personagens que estão tão acostumados a fazerem isso com as pessoas, que quando alguém tem uma atitude diferente ninguém acredita.

Por isso não estranho que muitas pessoas perguntem a Charles se ele é um plano de “B” de Joaquim Neto, caso ele não consiga o registro da sua candidatura e tenha que apoiar outro candidato. Não estranho porque as pessoas estão viciadas nesta política atrasada de vermelho e azul e de bem e de mal e, por incrível que pareça a culpa disso não é nem de Bruno e nem de Joaquim, os dois se aproveitam da situação e deixam que as coisas não mudem.

A culpa disso é das outras lideranças que são subservientes, que não têm a coragem que Charles teve de desafiar a estrutura de poder que está posta aí. Brincam de fazer grupos: G isso, G aquilo que não dá em nada, porque falta embasamento, falta compromisso, falta seriedade para construir uma proposta de poder para Gravatá que não passe pela subserviência à prefeitura ou a outros líderes.

Quando falta poucos meses para a eleição aparece  vários líderes, todos com pompa de candidato a prefeito, de liderança, de formador de grupo, de independente, de reformador, cheios de coragem, de ousadia, de determinação e levam no seu barco furado um bocado de incautos que acreditam nestas propostas de gaveta e que ficam na gaveta.

Quando a coisa aperta, quando chega a hora da decisão começam as desculpas: Ah! não deu, Ah! faltou apoio. Ah! Tava tudo tão bonitinho, tão arrumadinho, mas não deu desta vez e desistem e jogam às traças, à sua própria sorte àqueles que tiveram a infelicidade de acreditar que dali ia sair um candidato a prefeito. Ia sair uma nova proposta. Ia sair um novo modelo de gestão para administrar a cidade. Frustração. Este é o sentimento que fica para os que depositaram nestes projetos a sua confiança.

E pior ficam sem opção, tendo que optar por uma das duas propostas que criticou, que disse que não prestava mais, que afirmou que não servia para a cidade.

Aí aparece um corajoso. Aparece um que resolve fazer diferente assumindo uma postura de independência e de ousadia se colocando bem no meio do tiroteio. Sem estrutura e sem aliados diz: “Eu vou”!

E vai mesmo. E faz a convenção que ninguém acreditava. E lança a campanha que ninguém esperava. E começa a articular a sua candidatura que ninguém acreditava. E todos os outros que incentivaram. Que estimularam. Que disseram que iam juntos. Se escondem nas suas falsas disposições de colocarem o guizo no pescoço do “gato” ou do “tucano”.

Vá em frente Charles da Madeireira. Continue a sua luta para consolidar o seu nome como uma opção para a prefeitura de Gravatá. Não desanime, não pare de lutar.

Gravatá só vai ter uma terceira via, quando este processo for levado a frente como está sendo levado por você. Ninguém tem coragem de fazer o que você está fazendo. Se a população não reconhecer isso agora, vai reconhecer no futuro e depois dessa eleição você será a terceira liderança de Gravatá, será a terceira força política dessa cidade, será a terceira via política do povo de Gravatá, independentemente do número de votos que você tenha.

Muita gente está com medo Charles de você ocupar o lugar deles, se não agora, daqui há quatro anos. Por isso deixaram você sozinho. Por isso não tiveram a coragem de se juntar a você e disputarem a eleição num novo grupo e numa nova proposta.

Você pode não ser e não querer ser o plano “B” de alguém, entretanto, de repente esse alguém vai ser obrigado a fazer de você não o plano “B”, mas o plano “C” de Charles, o plano “C” de caráter, o plano “C” de coragem.

Vá em frente Charles, monte seu palanque. Trabalhe a sua candidatura. Confie nos seus amigos. Mas acima de tudo acredite em Deus e Gravatá terá uma opção diferente dessa dicotomia burra e atrasada.

O povo dará a resposta como sempre deu. De forma silenciosa, pacífica, mas muito clara. A muitos já disse não através das urnas. É provável que a você diga sim também através das urnas.

A única zebra dessa eleição, caro Charles, será você ganhar.

O ex-prefeito Joaquim Neto (PSDB) provou novamente nesta manhã sábado (14), que ainda possui muito folego para as disputas eleitorais. O líder tucano do agreste acompanhado de sua comitiva e assessores e do seu candidato a vice-prefeito, Danilo Melo (PMDB), visitaram a feira livre, o mercado público e o mercado de farinha de Gravatá. Logo pela manhã, Joaquim Neto tomou café no mercado de farinha, naquele espaço ouviu centenas de apelos dos comerciantes, muitos deles revoltados com a baixa na venda de produtos nos últimos quatro anos: “Para você ter ideia eu vendi apenas R$ 6,00 reais semana passada, já passamos das 08hs e não vendi nada”, disse angustiada uma comerciante.

Na feira livre a recepção não poderia ser mais calorosa. Joaquim Neto quando prefeito foi o responsável pela modernização do espaço e pelo aumento no número de dias da feira.  O que surpreendeu a nossa reportagem durante a caminhada ao lado do político foi à forma que Joaquim recebia as pessoas, acredite, ele conhece todos por nome. Por outro lado, a população por onde passava apontavam para o candidato e diziam: “Aqui esta o nosso prefeito, aquele que conhece sua gente pelo nome”, disse uma feirante.

Ainda durante o corpo a corpo, Joaquim caminhou ao lado do ex-secretário de meio ambiente, Aarão Lins e do ex-secretário de Indústria e Comércio, Arnaldo Souza. O candidato Raminho Coiffeur (PSDB) também aproveitou a oportunidade para pedir votos e apresentar propostas de melhoria na produção rural agrícola.

Nem quando estava comendo Joaquim Neto deixou de dar atenção para todos os que dele se aproxiamava. Com muito carinho e respeito os clientes e comerciantes se aproximaram para pedir um abraço ou apenas um aperto de mão. O candidato não precisa se preocupar com os votos da zona rural, haja vista que 90% das pessoas que hoje conversam ele afirmaram apoio antes, durante e depois das eleições.

Reportagem: Clebson Amsterdan

 

Sou um admirador incondicional da classe jornalística que, em regra, deve ser um profissional neutro, não pendendo nem para a direita nem para a esquerda.  Aqui do Paraná, tenho acompanhado o blog do jornalista Tomaz de Aquino que nessa fase de campanha eleitoral tem se dedicado a comentários agradáveis e inofensivos tanto aos políticos quanto ao eleitorado gravataense. Reputo-os como comentários esclarecedores e longe de mentiras.  Normalmente, o jornalista publica o que colhe.  A propaganda eleitoral, por exemplo, é que deve seguir um planejamento de marketing preestabelecido porque é nela que os jornalistas se estribam para suas divulgações.  A contrapropaganda consiste em lançar conceitos, boatos e algumas verdades que não deveriam ser divulgadas, especialmente quando se destinam ao abalo moral para desestimular o adversário. Porém, tratando-se de um Estado democrático, as campanhas têm se caracterizado pelo uso constante desta técnica que, embora não pareça agradável a muitos eleitores, acaba por influenciar o resultado de uma eleição.

Conceitos de situação e oposição sempre existirão nas campanhas eleitorais.  Oposição é o ato de se opor a alguém ou a alguma coisa; situação é um instituto mais pacífico sujeito a receber as descargas eletrizantes da oposição.  Como dizia o filósofo Aristóteles que a fusão dos contrários produz harmonia, é a situação que deve manter o equilíbrio, um equilíbrio um tanto delicado em busca de harmonia.  Muitas vezes o trabalho da oposição é de se envolver com um jogo político aparentemente sujo ou mesmo sujo que pode até produzir equilíbrio por meio de um choque de informações.  O fato é que a contrapropaganda arrasa psicologicamente tanto a situação quanto a oposição, calcada no conhecimento da vida íntima do adversário.  Não existe réplica mais eficiente que a baseada nos fatos.  E diante deste dilema, compete ao jornalista dirimir as dúvidas e fazer autêntica publicação.  Entre o passado e o presente, os políticos que se cuidem.  Quanto aos jornalistas gravataenses, mesmo que eu não seja jornalista e nem os conheça pessoalmente, o que espero fazê-lo em breve, com muito orgulho parabenizo-os, rogando a todos pela união e por um trabalho de vulto.

Eliezer de Andrade Santos

Colunista do rota 232

 

O Ministério Público, representado pela promotora eleitoral Fernanda Nóbrega indeferiu na tarde desta sexta-feira (13) a candidatura de Joaquim Neto (PSDB) à prefeitura de Gravatá. Em contrapartida sete, dos dez representantes do povo na Câmara dos Vereadores, deram entrada na impugnação do pedido de registro de candidatura do ex-prefeito, na 30ª Zona Eleitoral da cidade.

O documento contou com a assinatura de Fernando Resende (PSB), Elson Campos (PSD), Agostinho (PSD), Ana De Jaci (PSD), Doca da Carvalhada (PCdoB), Zé Rodrigues (PSD) e Pedro Martiniano (PRB).

A rejeição de Joaquim Neto dentre os vereadores se deu pela presença do nome do tucano na relação dos fichas sujas encaminhada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).

Para o vereador Fernando Resende (PSB) esta representação é apenas uma forma de pedir que a justiça seja feita. “Nós só queremos que a Lei da Ficha Limpa seja aplicada para todos. A sociedade gravataense merece essa satisfação. Estamos aqui como representantes do povo” destacou.

Doca da Carvalhada (PCdoB) afirmou que os governantes que se aproveitam do dinheiro público para enriquecer ilicitamente não merecem voltar ao poder “A população pede uma política limpa e honesta. Nós precisamos fazer valer a lei aqui em Gravatá já”.

Segundo Zé Rodrigues, agora a decisão está com a justiça. “Nós fizemos nossa parte, vindo aqui para exigir que a lei seja feita. Agora é só esperar e torcer” concluiu.

Além da rejeição de 70% dos vereadores de mandato, a impugnação de candidatura de Joaquim Neto também foi acionada pela coligação encabeçada pelo PSB e pelo PSOL. “A justiça precisa ser feita. Há muitos anos nós esperamos por esse desfecho. Se consolidado, só quem ganhará com isso será a população” ponderou o presidente do PSOL em Gravatá, Renato Sousa.

 Fonte; Assessoria de Imprensa de Bruno Martiniano
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