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Não vejo nenhuma traição no fato do PDT de Gravatá decidir pelo apoio a Joaquim Neto. Em primeiro lugar a relação de amizade entre Joaquim Neto e João Paulo sempre existiu e isso ficou claro quando João Paulo foi escolhido para ser o vice de Ozano Brito nas eleições passadas.

Em segundo lugar a relação política do PDT com o PSDB é muito mais forte do que com o PTB embora como pessoas João Paulo e Bruno se respeitem e mantenham uma boa relação. Em terceiro lugar só havia um nome que pudesse ser considerado como terceira via que era o de Charles da Madeireira.

Uma terceira via não se constrói do nada. Assim o grupo de partidos que tentaram a todo custo formar uma terceira via para encontrar um nome e substituir Ozano Brito esfacelou-se; quebrou-se; destituiu-se; esfarelou-se e cada um buscou o seu rumo. E sabe por quê? Porque os interesses pessoais falaram mais alto, cada um olhando para o seu umbigo.

Assim acusar o PDT de traição por ter ido para Joaquim Neto é acusar o PCdoB, o PTdoB, o PT, o PTN e o PTC por terem ido para Bruno Martiniano, para o PTB. A terceira via não saiu porque não quiseram o nome de Charles da Madeireira e porque o nome de Ivone Zarzar, no que pese ser uma senhora respeitável da nossa sociedade, não empolgou, não emocionou, não teve aquele tchan que tanto o líder quanto o eleitor querem.

Assim a terceira via de Gravatá se chama Charles da Madeireira que a mais de quatro anos trabalha o seu nome. Que teve a coragem de ir duas vezes a rádio dizer que era pré-candidato a prefeito contra Joaquim e contra Bruno. Coisa que ninguém teve a coragem de fazer e  que ontem a noite fez a sua convenção e lançou o seu nome como candidato a prefeito tendo a seu lado a guerreira ambiental Sílvia Gonçalves da Ama Gravatá.

Portanto e concluindo não existiu traição no ato de João Paulo e do PDT. Existiu isso sim o direito de escolher que é inalienável de todo cidadão e devemos defender isso com unhas e dentes porque se não estaremos sendo obrigados a fazer a vontade de alguns por conta da força e da imposição.

Ainda bem que vivemos numa democracia e é isto que nos faz caminhar com quem queremos, onde queremos e quando queremos. Aproveito para dizer que no meu caso particular que estava com Ozano Brito agora com a sua desistência e tendo três candidatos estou esperando o lançamento das plataformas de governo desses candidatos para escoher em qual deles vou votar.

Isto é cidadania!

A partir de agora, por conta das eleições, o nosso site rota232.com.br para a atuar de forma integrada com o blogdotomaz.com.br, evitando aos internautas ter que clicar em dois sítios para ter acesso as mesmas informações.

Assim o www.rota232.com.br e o www.blogdotomaz.com.br se interagem e tratarão das questões políticas da região do agreste. Este foi uma reivindicação dos nossos internautas que estavam confusos coma duplicidade de espaços.

Portanto, estaremos aperfeiçoando durante esta semana a nossa página, para que ela passe a conter as propagandas dos nossos patrocinadores; as colunas de nossos articulistas e os comentários de nossos leitores.

Sendo assim pedimos desculpas aos nossos internautas por algumas falhas que possam estar ocorrendo por conta dessas mudanças necessárias em função da Lei eleitoral.

Concluindo o rota232.com.br estará sendo direcionado para o blogdotomaz.com.br. Informamos que a qualidade, o conteúdo e a verdade continuarão sendo o norte das matérias divulgadas.

Prefeito de Petrolina valia o Recife

“Uma cidade que precisa ser reinventada. Como está  hoje, o Recife só pode lograr êxito dentro de um amplo debate de propostas e soluções cujo veredicto necessariamente  será dado pelo povo. A busca de uma candidatura de consenso entre partidos alimentados pelo governo e não apenas de aliados,  pode ‘cassar’ da população o direito de ouvir, de avaliar e de escolher.

O Partido Democrático Trabalhista bem que poderia exercer a democracia, permitindo ao deputado Paulo Rubem propor à população caminhos para que a decisão possa ser tomada por quem lhe é de direito: o povo.

Se é para escolher técnicos, que façamos concurso ao invés de eleições. O Recife provou e ao que parece não gostou. Afinal,  liderança não se impõe, liderança se conquista e o que Recife merece é uma liderança que venha do povo e não da ditadura do poder”.

A falta de coragem leva a maioria dos políticos para Eduardo Campos e o que foi dito acima pelo prefeito de Petrolina Júlio Lóssio com relação ao Recife, se aplica a muitas cidades de Pernambuco, inclusive a Gravatá.

Aqui nós temos todos os candidatos apoiando o governo Eduardo Campos e isto é uma vergonha. Falta projeto político como se tinha antigamente no tempo do PSD e da UDn e depois no tempo da Arena e do MDB.

Hoje é tudo uma salada só e faz juz ao ditado é tudo farinha do mesmo saco.

Continuando o meu artigo sobre a terceira via reafirmo que a nossa cidade só vai construir uma força alternativa quando os líderes entenderem que é chegada a hora de mudar realmente a forma de fazer política e buscar um nome que já esteja no centro do debate como provável pré-candidato a prefeito.

Não adianta querer tira um nome do colete. A população não aceita e um nome de última hora não agrega. Por isso é importante checar entre os postulantes aquele que está a mais tempo na mídia. Aquele que vem trabalhando o seu nome há muito tempo. Que teve coragem de botar o bloco na rua como pré-candidato a prefeito.

Quem quiser de fato um projeto alternativo para Gravatá vai apoiar este cadidato.

Gravatá só tem um nome que se encaixa nestas condições: Charles da Madeireira. Isto na minha avaliação pessoal, pelos eu comportamento nestes últimos quatro anos. Assim os partidos ligados a Ozano Brito que são os partidos que não concordam com Bruno Martiniano e com Joaquim Neto deveriam se unir e apoiar o nome de Charles da Madeireira.

Assim o PSB de Prequé, O PSD de Ozano, o PDT de João Paulo (que abriu mão da disputa) e mais outros deveriam fechar aliança com o PSC e aí sim nós teríamos o nascimento de uma terceira via com amplas possibilidades de fazer frente a Bruno e a Joaquim e ganhar a eleição de prefeito.

É só tirar de cena o orgulho, a vaidade e a falta de visão política, para entender que o que está em jogo é o futuro da cidade e de centenas de milhares de pessoas qiue aqui investem, moram, formam  as suas famílias e criam os seus filhos.

A terceira via de Gravatá se chamava Ozano Brito que abdicou; passou a se chamar João Paulo que não quis e agora se chama Charles da Madeireira.

Daqui a pouco, logo mais a noite, vai acontecer a convenção do PTB de Bruno Martiniano.

Então saberemos quem será o candidato a vice prefeito na sua chapa. Quais serão os partidos que farão parte da sua coligação. Quais os líderes que individualmente vão apoiá-lo. Quais os candidatos de outros partidos que estarão com o candidato petebista.

Hoje começa a campanha de Gravatá e será polarizada entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano.

Não haverá terceira via!

Não haverá terceira via porque Gravatá não tem oposição. Não tem terceira via porque a política não se faz em três meses.

Se formos a Caruaru, nós temos oposição: Tony Gel a José Queiroz; Em Vitória nós temos oposição: Aglailson a Elias Lira; Em Belo Jardim nós temos oposição: Cintra Galvão a Mendonça. E em muitas outras cidades nós temos oposição.

Uma oposição não é só na hora da eleição é permanente. Atua como uma prefeitura paralela, atende aos seus aliados, encontra formas de realizar obras e projetos mesmo fora do poder. Mas aqui em Gravatá isso não existe.

É tudo calado, tudo na moita durante quatro anos. A exceção é Joaquim Neto que faz política 24 hora por dia. E é por isso que ele volta forte, é considerado o grande político de Gravatá e tem todas as chances de ser prefeito novamente.

Enquanto não tivermos líderes políticos com coragem, com ousadia, com determinação teremos essa mesmice de Vermelho e Azul, de Bem e de Mal. Todo mundo quer ser prefeito, todo mundo quer a prefeitura, mas ninguém quer fazer um projeto de quatro anos.

Ninguém quer se dedicar quatro anos a ajudar a população  e a cidade.

Sabe quando Gravatá vai mudar desse jeito. Nunca.

As figuras são as mesmas, os líderes são os mesmos. Falta renovação.

Bruno representa alguma mudança? Trazer de volta uma figura carimbada para cuidar do dinheiro dos gravataenses é mudança?

Vamos escolher mais uma vez entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano, o resto é conversa mole.

A única terceira via que Gravatá vai ter é a da triplicação da BR 232.

Em primeiro lugar quero deixar claro o meu descontentamento com a falta de respeito dos políticos de Gravatá para com a imprensa. Eles reclamam que vivemos fazendo especulações, que divulgamos coisas sem consultá-los. Queremos deixar claro que essa relação seria bem menos conflituosa se houvesse respeito por parte dos partidos para com a imprensa.

Não se admite que um partido que queria ter candidato a prefeito na cidade de Gravatá realize uma convenção – isto foi dito num blog local – e pelo menos uma parte da imprensa,não tome conhecimento.

É lamentável sob todos os aspectos: informativo, opinativo, democrático, etc.,

Não é uma atitude que ensine aos jovens que querem ingressar na política a terem um comportamento exemplar quando estiverem à frente da direção de uma legenda.

Mas deixemos de lado este tipo de comportamento que não ajuda a democracia, não ajuda a cidade e não ajuda ao povo de lado e vamos nos ater aos fatos que segundo o blog não vai se coligar nem na majoritária e nem na proporcional, ou seja cada um pode fazer o que quiser. Como eu disse ontem – a decisão é que não tem decisão.

O PP “liberou geral”. O Partido Progressista não conseguiu chegar a um consenso e aí cada membro da legenda pode apoiar a quem quiser. Ou seja, uma tuia pode ir para Bruno Martiniano e outra tuia pode ir para Joaquim Neto. Fica difícil a população acreditar em partidos que não tem uma posição unitária, democrática.

A democracia é um perder e outro ganhar. A democracia é a maioria decidir para onde vai e a minoria aceitar e se curvar a decisão. Esta é a regra do jogo. Uma das coisas que beneficiou a implantação da ditadura foi a falta de posição da maioria das lideranças partidárias da época que deixavam as coisas ao Deus dará.

Fico pensando como deve estar sofrendo o meu amigo Marcone Bezerra que queria apoiar Charles da Madeireira, ia acompanhá-lo no projeto que estavam montando e agora se vê obrigado a apoiar de forma individual e não coletiva, e não partidária.

Esta é infelizmente a política tupininquim que fazemos por estas bandas e ainda falam em projetos, em mudar a cidade, em mudar a câmara. Mudar o quê? A prática política negativa ou somente as pessoas.

Mais uma vez se confirma o que eu venho dizendo desde que começou essa discussão de que Joaquim Neto não seria candidato porque era ficha suja. Até agora ninguém ainda me mandou um documento onde mostre claramente o seu impedimento de ser candidato nas próximas eleições.

Durante meses algumas pessoas ficaram se aproveitando da falta de informação da população para tentar confundir acusando sem provas, não dando o direito de defesa, marcando julgamentos, definindo sentenças,  tudo da cabeça deles. Uma atitude irresponsável e leviana e agora começam a mudar o discurso: não dizem mais que Joaquim Neto não vai ser candidato, porque sabem que ele vai ser candidato e não vai ser fácil ganhar dele.

Quero deixar claro que teria o mesmo comportamento se fosse Bruno, Ozano ou qualquer outro prefeito que estivesse sendo acusado apenas por interesses eleitoreiros, porque durante uma boa parte da minha vida eu vi amigos e meu próprio pai ser preso sem provas por um regime que só desejava está no poder, como é o caso de muitos desses que acusaram, acusaram e agora se escondem, não dizem mais que eu estou errado enfim botaram o rabo entre as pernas.

O TSE ontem a noite reforça a minha tese de que no Brasil ainda estamos aprendendo a fazer democracia. O órgão máximo do sistema eleitoral de forma vergonhosa, desrespeitosa toma uma decisão é pressionado e volta atrás. Dá para acreditar nesta  justiça? Não amigos, não dá!

Por isso que sempre disse que Joaquim Neto seria candidato não porque ele tenha liminares, tutelas antecipadas, mandatos de segurança, etc., Ele vai ser candidatio porque não tem nada contra ele transitado em julgado em um órgão colegiado formado por mais de um Juiz. Esta é a regra do jogo. Além disso tem que ser provado o seu erro o que ainda não foi.

A mesma coisa se aplica ao Tribunal de Contas do Estado. Cadê o julgamento das contas de Joaquim Neto? Eu disse que até a eleição não haveria julgamento e não houve. Eu afirmei que as contas não chegariam à Câmara para serem julgadas pelos vereadores e não chegaram. Eu deixei claro e muito claro que Joaquim Neto seria candidato a prefeito e ele será.

Todo mundo tem o direito de defesa, tem que mostrar os seus argumentos. Qualquer coisa fora disso é ditadura.

Volto a dizer o que disse Voltaire: “Morrerei defendendo o direito de você dizer o que você quer. Mas lutarei a morte para ter o direito de discordar de você”. Isto é a democracia e é nela que me firmo, é dela que faço o meu norte. Não transformo as questões jurídicas, técnicas, políticas, administrativas em questões pessoais.

Quero deixar um versículo bíblico que acho muito importante para este momento que estamos atravessando:

“Toda autoridade emana do Senhor e em seu nome será exercida”.

Ora isto significa que alguém ao ganhar uma eleição tem o compromisso de seguir a orientação de Deus. Se ao vencer ele não seguir os mandamentos de Deus e todos sabem quais são estes mandamentos, então sofrerá as consequências porque a Bíblia também diz que a justiça e a vingança pertencem ao Senhor.

Portanto, vamos participar desse processo eleitoral que se aproxima com o pensamento de que queremos o melhor para Gravatá. Não vamos nem morrer e nem matar por A ou por B, porque amanhã o Vermelho e o Azul podem estar juntos. Porque a política é assim: só importa ganhar. Só importa vencer.

O PSOL de Renato Souza deixa o grupão e fecha com o PTB de Bruno Martiniano.

Esta decisão já era esperada pois a maioria absoluta do partido já apoiava Bruno Martiniano e dificilmente iria para Joaquim Neto.

Aos poucos os grupos vão se desfazendo e uma parte vai para Bruno outra parte vai para Joaquim, provando mais uma vez que Gravatá só teria uma terceira via se Ozano Brito fosse candidato. Como ele não é, não tem terceira via.

Vamos ter  mais surpresas e em breve outras defecções vão acontecer.

A nossa pergunta é como é que fica a cabeça de Charles da Madeireira que acreditava piamente que alguns partidos iriam segui-lo em qualquer situação. Isto mostra como a política é cruel e que de fato não existe política sem vítimas.

Na política atual vamos ter duas vítimas: Ozano Brito e Charles da Madeiereira.

Até agora não recebemos de nenhum partido que está fazendo parte desse grupão qualquer informação a respeito da decisão que vai ser tomada para a escolha de um nome alternativo que possa substituir Ozano Brito nas próximas eleições como pré-candidato a prefeito de Gravatá.

O que existe de fato é que um dos nomes que estavam sendo colocados na mesa de negociação foi rifado do processo. Não é mais convidado para as reuniões e nem sequer permitem que ele entre  no recinto onde estão conversando quando ele chega.

Outra coisa que soubemos foi que Marcone Bezerra defendeu o nome de Ivone Zarzar para ser o nome do grupo que vai enfrentar Joaquim Neto e Bruno Martiniano.

Soubemos também que João Paulo (vice prefeito) não quer ser pré-candidato a prefeito, prefere ser candidato a vereador.

Isso tudo são informações que conseguimos de forma extra-oficial.

Mas, amanhã uma coisa já vamos saber de verdade, quem é o vice de Bruno Martiniano, pois a sua convenção será amanhã.

Não acredito nessa terceira via, porque alguns fatores não vão deixar ela acontecer: orgulho, vaidade, interesse pessoal e outros impublicáveis.

Vamos continuar aguardando.

Ontem a noite depois das vinte horas Charles da Madeireira se reuniu com Luiz Prequé, no escritório deste último, e pasmem para discutir detalhes da contabilidade da empresa de Charles da Madeireira.

Eu pensei que os dois estivessem discutindo política. Que Charles estava tentando trazer Prequé para sua campanha, fechando uma coligação do PSC com o PSB, pelo menos na proporcional o que garantiria a eleição de Luiz Prequé para vereador e mais um ou dois vereadores.

Além disso, Charles da Madeireira reforçaria o seu palanque e criaria as condições para garantir o seu nome no G19, G18, G17…G1 e daqui a pouco G nada, constituindo de fato uma terceira via nas eleições de Gravatá de 2012.

mas independentemente do que essas forças políticas aleguem, o importante é sabermos que daqui a dois dias, isto é no dia 30, encerram-se os prazos das enganações, traições, enrrolações e teremos as deifinições.

Desejo qie a conversa de Charles da Madeireira com Luiz Prequé, fora do expediente, a dois dias das convenções tenha sido muito proveitosa.

É disso que Gravatá precisa de políticos que dizem a “verdade” e não escondem os motivos das suas reuniões.

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