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Ontem a noite depois das vinte horas Charles da Madeireira se reuniu com Luiz Prequé, no escritório deste último, e pasmem para discutir detalhes da contabilidade da empresa de Charles da Madeireira.

Eu pensei que os dois estivessem discutindo política. Que Charles estava tentando trazer Prequé para sua campanha, fechando uma coligação do PSC com o PSB, pelo menos na proporcional o que garantiria a eleição de Luiz Prequé para vereador e mais um ou dois vereadores.

Além disso, Charles da Madeireira reforçaria o seu palanque e criaria as condições para garantir o seu nome no G19, G18, G17…G1 e daqui a pouco G nada, constituindo de fato uma terceira via nas eleições de Gravatá de 2012.

mas independentemente do que essas forças políticas aleguem, o importante é sabermos que daqui a dois dias, isto é no dia 30, encerram-se os prazos das enganações, traições, enrrolações e teremos as deifinições.

Desejo qie a conversa de Charles da Madeireira com Luiz Prequé, fora do expediente, a dois dias das convenções tenha sido muito proveitosa.

É disso que Gravatá precisa de políticos que dizem a “verdade” e não escondem os motivos das suas reuniões.

O PSDB de Joaquim Neto consegue mais um partido para a sua coligação, desta vez foi o PHS de Lucas Leal que fechou com o tucano para as próximas eleições.

A reunião que selou o acordo foi feita na residência de Lucas Leal e contou com a participação de 11 pré-candidatos a vereador do PHS, além de simpatizantes da campanha do ex-prefeito Joaquim Neto.

Lucas Leal com essa aliança se afasta de Bruno Martiniano (PTB) e leva junto consigo o advogado Flávio Martiniano, tio do candidato petebista e irmão do ex-prefeito Sebastião Martiniano, provando que faz política com sem ódio, sem mágoas e sem rancor.

Flavio Martiniano deixou claro que não tinha nada contra Joaquim Neto e que a sua decisão foi refletida e discutida com a sua esposa que é professora da rede municipal de ensino.

Na sua fala Lucas Leal destacou a importância de estar com Joaquim Neto e de buscar a construção de um novo projeto que inclua o desenvolvimento da cidade com a participação do PHS na disputa proporcional, levando sugestões para a campanha tucana e propostas para Gravatá.

Quando usou da palavra o ex-prefeito Joaquim Neto registrou que sempre respeitou o ex-prefeito Sebastião Martiniano, que não tinha nada contra ele e que desafiava qualquer pessoa a dizer que ele falou mal de Sebastião Martiniano em algum lugar. Disse que Sebastião Martiniano tinha um projeto de desenvolvimento para Gravatá, diferente dos meninos  (Bruno e Pedro) e que ele tinha sido convidado por Sebastião Martiniano para ajudar a desenvolver o projeto.

Ele aceitou, foi eleito vice-prefeito de Sebastião Martiniano e infelizmente aconteceu a tragédia que mudou a história política de Gravatá, lhe dando a oportunidade de assumir a prefeitura, ser reeleito e fazer o seu sucessor.

Disputa agora mais uma vez a prefeitura e afirma que agora é a hora de fazer uma gestão diferente, de atrair investimentos, de criar um pólo industrial para dar emprego a juventude e melhorar a vida de todos.

Ao final todos se abraçaram e prometeram marchar junto com Joaquim Neto rumo a prefeitura.

Como o nome de Charles da Madeireira já vinha sendo colocado a muito tempo para ser avaliado como pré-candidato a prefeito de Gravatá, não fazia sentido ele participar de reuniões para tentar se encontrar outro nome para disputar a prefeitura.

De forma ética e honesta ele deixou isto claro para todos os que estão participando da reunião para chegar a um nome que substitua Ozano Brito em função da sua desistência de concorrer à reeleição.

Esta foi uma atitude que merece todo louvor por parte de Charles da Madeireira e mostra que é possível fazer juma política diferente, de forma aberta, transparente, mostrando claramente qual é o projeto que está em jogo e como cada um vai caminhar.

Ele poderia ficar ganhando tempo, mas preferiu o afastamento imediato e continuar consolidando o seu nome junto à população, a outros partidos e a outros líderes da cidade, visando medir a aceitação e assim preparar a sua convenção para definir a sua chapa, isto é, montar a sua chapa e encontrar o nome que vai compor a majoritária com ele, saindo como candidato a vice.

Dessa forma o nome de Charles da Madeireira já está colocado como pré-candidato a prefeito  e se não houver um convite para vice que seja aceito pelo seu grupo, então a terceira via de Gravatá já estará na rua e assim Charles da Madeireira disputará contra Bruno Martiniano e contra Joaquim Neto.

O nome está aí prontinho para ser usado e substituir Ozano Brito na campanha eleitoral.

Depois da desistência de Ozano Brito os representantes dos partidos que davam sustentação ao seu governo e mais alguns que pensavam em lançar um nome à prefeitura começaram a se reunir para encontrar um nome de consenso e assim criar uma terceira via, coisa que nunca existiu em Gravatá.

Se Ozano Brito fosse o candidato então nós teríamos as condições de uma terceira via porque ele é o prefeito e isso faria uma grande diferença na campanha. Com a sua desistência o processo retorna a estaca zero. O problema é que o prazo agora é muito curto. Não dá para ficar brincando de é esse ou é aquele.

Na última reunião desses partidos: 15, 17 ou 19, não importa a quantidade, importa o objetivo, Charles da Madeireira perguntou qual seria o critério para escolher o substituto de Ozano Brito para concorrer à prefeitura disputando contra Bruno e contra Joaquim Neto. A resposta é que não tinha critérios.

Diante disso chegamos a triste conclusão de que os políticos de Gravatá de uma maneira geral, por falta de visão política, de um projeto coletivo e de fato de interesse em desenvolver Gravatá, só pensam nos seus projetos pessoais. Evidentemente, que temos alguns exemplos de despreendimento como o do vice prefeito João Paulo que mostra maturidade ao escolher disputar um mandato de vereador, ou de outros que abrem mão do seu nome desde que seja um nome de consenso o nome escolhido.

O nome é o de Charles da Madeireira

Ora se analisarmos com calma todos os nomes que foram colocados na mesa para negociação como o de um dos oito vereadores, um dos presidentes dos partidos que estão se reunindo, chegamos a conclusão de que só um nome preenche hoje os requisitos para ser o candidato desta frente que se formou depois da desistência de Ozano Brito de concorrer à eleição: o de Charles da Madeireira.

O critério deveria se dar em cima de uma análise de uma história de vida, de realizações em favor do povo, de consições políticas e financeiras para fazer uma campanha e não de forma momentânea, emocional, egoísta. O critério deveria ser em cima de quem trabalhou a vida toda para ser candidato a prefeito da sua cidade e esse homem foi Charles da Madeireira.

Durante muito tempo independentemente de ser candidato ou não Charles da Madeireira sempre colocou o seu nome à disposição dos políticos para ser candidato a prefeito, mas sempre foi colocado de lado porque sempre tinha um candidato natural, na oposição ou na situação e nunca ele era o escolhido.

Mesmo tendo um trabalho social reconhecido por todos, mas reunindo as condições de apoio político, psicológico e financeiro, mesmo contando com grandes empresários que investem fortunas em Gravatá e que estão dispostos a lhe apoiar, mesmo assim o grupo G18, G19, ou  coisa nenhuma – igual ao MUG – não acha o nome e depois dizem que isso não é falta de visão.

 

A Polarização do Azul e do Vermelho

Por isso que  a eleição de Gravatá está polarizada entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano, entre o azul e o vermelho, entre o Bem e o Mal e vai ser assim por mais de vinte anos ou trinta anos porque falta vontade política dos que estão pseudamente fora desse processo que se assemelha a uma gangorra onde só tem lugar para dois: Joaquim de um lado e Bruno do outro, uma hora Joaquim sobe, outra hora desce e sobe Bruno.

Os destinos de Gravatá não pode ser discutido num parque de diversões. As pessoas investem nesta cidade e querem a garantia de que terão políticos administradores a frente da edilidade  e não uma brincadeira de Tom e Jerry. É uma vergonha não se ter escolhido o nome do candidato na mesma hora que Ozano que desistiu, mais ainda é lamentável que este nome já não existisse sempre.

Isto prova o que Ozano disse na entrevista ao jornal Rota232: Gravatá precisa criar novos quadros políticos e nas entrelinhas nós podemos ler: independentes, sem serem subservientes, com coragem, com ousadia, com determinação, com garra, sem estarem agarrados as tetas da prefeitura.

O novo quadro político de Gravatá.

Pois bem se querem um  nome para substituir Ozano Brito, se buscam um candidato para enfrentar Bruno e Joaquim e construir um novo projeto de desenvolvimento para Gravatá longe das brigas e das rixas pessoais, este é nome é o de Charles da Madeireira.

Quem foi que colocou o seu nome para prefeito desses todinhos que estão aí agora, querendo colocar o pé em cima da onça morta e bater a foto? Quem foi desses que estão aí desejando ser candidato que construiu uma situação que permita o seu nome ser alçado à condição de pré-candidato do grupo, na minha opinião só o de Charles da Madeireira, todos os outros ou eram para vice ou era para vereador, nenhum se atrevia a colocar o seu nome para prefeito, quem pensar diferente me mostre ao longo dos últimos anos  ações que comprovem que algum deles, com exceção de Charles da Madeireira trabalhou para ser prefeito de Gravagtá.

O Momento da Decisão de Charles da Madeireira

Li no Portal GN do jornalista Clebson Amsterdam que Charles pode sair em carreira solo, em faixa própria e lançar o seu nome para prefeito hoje no grupo do G15, G18, ou Gnada que Charles decidiu ser candidato, mesmo que saia sozinho. Concordo com ele! Somente com a garra de um empresário que veio do nada, que lutou para chegar aonde chegou, que não depende de prefeitura para sobreviver, e com disposição para a campanha poderemos de fato ter uma candidatura alternativa, uma terceira via em Gravatá.

Entretanto, Charles da Madeireira precisa tomar algumas decisões: a primeira delas está relacionada ao seu apoio ao governador Eduardo Campos. Querer ser terceira via e ficar misturado nessa unanimidade burra, como disse Nelson Rodrigues, onde todo mundo é Eduardo não vai para lugar nenhum.

A segunda é botar o bloco na rua, encontrar um vice  e marcar a sua convenção antes d qualquer outra para mostrar a sua independência.

A terceira arregimentar os partidos e as pessoas que de fato e não apenas no discurso querem uma terceira via para Gravatá.

A quarta mostrar que tem um projeto para a cidade.

Como é que alguém quer ser prefeito há dez, 15 anos e ainda não sabe o que a cidade precisa, ainda tem que está nas comunidades, ouvindo o que está ruim para então fazer um plano de governo. Segundo Charles da Madeireira ele tem esse plano pronto.

Portanto se querem um nome para substituir Ozano Brito, o nome está aí, prontinho, é o de Charles da Madeireira – filho natural de Gravatá, empresário bem sucedido, prestador de serviços à comunidade e, principalmente, o único que colocou o seu nome na berlinda como pré-candidato a prefeito.

O resto é blá-blá de político.

Grupo de Ozano Brito busca terra firme na sucessão. Titanic pode afundar….

A reunião que aconteceria hoje às 14 horas na Câmara Municipal de Gravatá para definir o candidato a prefeito que iria substituir Ozano Brito não aconteceu.

Na verdade o grupo do prefeito Ozano Brito está desorientado sem saber o que fazer depois da sua desistência. Não é fácil encontrar destino para um grupo onde todo mundo passa a ser líder e não existe a figura de um comandante.

Os prazos são implacáveis e não dão chances para grandes esperas, é preciso definir logo quem é o candidato. Uma coisa é procurar o prefeito e dizer: “os oito vereadores vão lançar um nome para prefeito”. Outra bem diferente  é encontrar este nome que agrade a gregos e troianos, que massageie o ego de alguns, que atenda aos interesses de outros, enfim que seja de consenso.

A mesma coisa se aplica aos presidentes dos partidos, muitos dos quais sem representação na câmara como PTdoB, PPS, PTC, PT, PDT entre outros, que também estão discutido alternativas e nada garante que desse balaio de gato vai sair um coelho, transformando tudo em mágica.

Tem ainda um outro grupo denominado G5 que segundo Renato Souza é G3, já que Manoelzinho não representa o PSDC e afirmou que vai se desfiliar juntamente com mais sessenta filiados que ele tem. E o PSOL negociou com o PHS ficando somente três partidos PSC, PP e PR. Destes cabe destacar que o PP vem sofrendo pressões para apoiar Bruno Martiniano e o PR está dividido entre Charles Souza que quer Bruno Martiniano e Arnaldo Souza que mesmo em silêncio não defende o nome de Bruno.

Portanto os partidos que compõem o ex-grupo de Ozano Brito:

  1. PSD
  2. PMDB
  3. PRP
  4. PCdoB
  5. PT
  6. PTN
  7. PTdoB
  8. PSB
  9. PSL
  10. PTC
  11. PDT
  12. PPS

Além do grupo G5 ou G3

  1. PPS
  2. PR
  3. PP

Somando 15 partidos estão literalmente perdidos e não sabem se vão segurar este Titanic por muito tempo.

É provável que logo aconteça o estouro da boiada e aí vai ser um Deus nos acuda porque cada um vai poder ir para o lado que quiser.

Uma candidatura não se constrói do dia para a noite e eles não conseguem fazer sequer uma reunião porque todo mundo agora é cacique. Falta um líder maior (a prefeitura) que ajude a segurar todos e mesmo que alguns estejam insatisfeitos, morrem na tuia, por conta da força da máquina que já não existe.

Duvido que Ozano Brito continue com o mesmo entusiasmo e agradando a A e a B como fazia antes.

Vamos  aguardar e ver se estou com a razão.

 

P.S

Mais uma perua para o “menino maluquinho” comer de cabidela: “Lucas é presidente do PHS”. Eu quero ver quantas peruas ele vai agüentar daqui até a eleição.

Ontem, 25 de junho de 2012, vai ficar para a história de Gravatá como o dia em que a política foi balançada nos seus alicerces por um homem sério, honesto, que decidiu não se candidatar à reeleição ao cargo de prefeito, num gesto claro de despreendimento, de humanidade, mas acima de tudo de amor à família.

Indo de encontro ao ditado popular que diz “Ele passa até por cima da mãe”, Ozano Brito não passou por cima de ninguém, não desrespeitou ninguém, não humilhou ninguém, apenas optou por não ser candidato novamente para ficar do lado da sua família e se afastar do poder ao final de seu mandato de prefeito de Gravatá.

É uma atitude que merece toda nossa admiração, pois mostra  que ainda existem homens que priorizam a família em suas vidas. E esse exemplo de Ozano Brito deve servir a outros líderes que esquecem até de quem são para atingir os seus objetivos de poder, colocando a ambição acima das amizades e dos familiares.

Ozano Brito Valença este é o recado de Deus para você: – Josué 1:9 – Lembre da minha ordem: “Seja forte e corajoso, não fique desanimado, nem tenha medo, porque eu, o Senhor, seu Deus, estarei com você em qualquer lugar, para onde você for”.

Assim como a sua filha Maria Luíza está com Deus lá em cima, ele estará com você aqui embaixo e te protegerá e te guiará se você o buscar, porque a Palavra Dele é clara e eficaz: “Mas buscai primeiro o Reino de Deus e todas as coisas vos serão acrescentadas”. Aqui não são apenas coisas materiais, são também e principalmente espirituais, como a Paz.

Ele disse “no mundo tereis tribulações”… mas disse também: “Eu vos deixo a minha paz. A minha paz eu vos dou”.

Permita-me caro Ozano, chamá-lo de amigo, e dizer que estou em oração por você e sua família.

Que Deus lhe abençoe.

Notícia não muito agradável para o mundo político (parte dele) traz Vera Magalhães, na sua coluna de hoje, na Folha de S.Paulo:

O TSE deve revogar hoje resolução que torna inelegíveis os candidatos que tiveram contas de campanhas rejeitadas. Os partidos recorreram da decisão do tribunal e, com a troca de Ricardo Lewandowski por José Antonio Dias Toffoli, a previsão é de placar de 4 x 3 para liberar os “contas sujas“.

E aqui em Gravatá?

Ora, nós sempre dissemos não acreditar que alguma coisa relacionada a contas rejeitadas, impedisse Joaquim Neto de ser candidato a prefeito mais uma vez e sempre afirmamos que não tínhamos nenhum documento de nenhum órgão que afirmasse que ele estava inelegível.

Lembro de um galego, ex-secretário de finanças que está sempre irado, falando alto, agredindo, sem educação que usou de uma verborragia sem limite para dizer que tinha um processo tal, um processo assim, um processo assado e Joaquim Neto não seria candidato.

Estou no aguardo apenas do registro da candidatura de Joaquim Neto, que se sair prova que ele não é Ficha Suja e aí quero ver a cara dos que me criticaram pelas mainhas matérias feitas em cima de dados concretos.

Joaquim neto vai disputar mais um mandato de prefeito e com todas as chances de ganhar a eleição, porque podem dizer o que quiser, mas o que conta são documentos e não vontades, são decisões judiciais transitadas em julgado e não emoções e ressentimentos.

Se a decisão exposta acima pela colega Vera Magalhães da Folha de São Paulo for confirmada é mais um passo que garante o registro da candidatura do tucano gravataense à prefeitura de Gravatá.

estaremos no aguardo desta decisão.

O presidente do PT Alexandre manda nota sobre a reunião de hoje a tarde para escolha de um novo nome para disputar a eleição  no lugar de Ozano Brito.

“O PT já entendeu e manifestou solidariedade a decisão do Prefeito. No entanto, não aguardamos outra decisão para nos posicionarmos nas Eleições de Gravatá. Somos um Partido que tem autonomia Política e partidária. Temos consolidado uma coligação de 05 Partidos que deverá tomar posição.”

 

 

O presidente do sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gravatá, José Mário, comunica que não será candidato a vereador nas próximas e que prefere se dedicar ao sindicato, pois a política ainda precisa passar por uma grande mudança que requer tempo e que fazia parte de um projeto que incluía o prefeito Ozano Brito.

Com a desistência dele este projeto fica adiado.

Além disso Zé Mário explica que não pode deixar os agricultores de Gravatá na mão, pois eles depositaram a confiança deles na sua gestão. Então como é que ele vai abandonar os agricultores e se dedicar a outro projeto? “Como não é possível conciliar os dois, faço a minha opção pelo sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gravatá”. Disse Zé Mário.

Aproveitando ele se solidarizou com o prefeito Ozano Brito, dizendo que entende os motivos de Ozano Brito para desistir de ser candidato neste momento e que estará do seu lado até o último dia de seu mandato.

Independentemente do caminho que o PSB tomar para as eleições de 2012, o vereador Fernando Rezende já decidiu o seu caminho: vai com Bruno Martiniano.

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