Perfil Empresa

Atualmente os líderes têm encontrado dificuldades para controlar as suas equipes. Isso se deve a detalhes simples de comportamento e comprometimento que só são possíveis através do exemplo do líder que não pode parecer falta de controle ou de persuasão. Por isso, devemos adotar em nossa vida algumas regras para colaborar no crescimento individual e coletivo de cada pessoa que faz parte do grupo liderado.

Passo agora cinco dicas para você iniciar a sua melhora no trato com seu pessoal.

  1. Obedecer à autoridade

Todos nós, independentemente da posição que ocupamos temos que nos reportar a alguém, sermos subordinados a outras pessoas. Sempre recebemos tarefas de um superior que está num nível hierárquico acima do nosso e que precisamos realizá-las. Ninguém é senhor de si mesmo.

E não adianta nada vir com aquela conversa: Ah! Mas eu sou o dono da imobiliária, da empresa, etc., Isto não tem a menor importância. Por mais “DONO” que você seja da sua imobiliária, do seu plantão, da sua equipe, você sempre vai ter o proprietário do empreendimento e, principalmente, o cliente acima da sua autoridade, pois são eles que decidem se trabalham ou não com você.

Portanto, daqui pra frente não se ache o dono do mundo. Prense como Jesus que sempre fez  a vontade do pai dele (Deus) mesmo tendo todos os poderes dados por Ele para realizar o que quisesse. Assim você pode repetir a máxima popular cantada em versos: “Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono”.

Liderar significa dependência, respeito à autoridade e obediência a uma vontade superior.

  1. Comprometimento com o trabalho

O líder tem compromisso com o seu trabalho, dedica-se dia e noite a sua missão, não deixa para os outros o que ele mesmo pode fazer apenas pelo sentimento de superioridade. Eu mando e pronto.

A minha esposa Célia sempre diz “Quem tem sede de mandar, não manda” e olha que foi líder de equipes em grandes empreendimentos durante muitos anos e ainda continua à frente de equipes que fazem qualquer coisa que ela pede e muitas vezes até o que ela nem pede e é surpreendida por coisas feitas por seus subordinados que ajudam a resolver vários problemas.

Um verdadeiro líder acredita tanto na sua liderança e tem tanta fé naquilo que faz que as vezes surpreende quando mostra a sua capacidade de comandar, de liderar, de resolver as questões muito mais pela delegação de poderes, pela descentralização, do que pelo egoísmo e pela vaidade de aparecer como o mandão.

É a fé e a confiança que ele adquire de seus liderados que fazem de “olhos fechados” o que ele pede (e não ordena) que demonstra claramente a força que ele detém sobre a sua equipe, de forma espontânea, natural, simples, mas eficiente e promissora.

Quem não se lembra da história do Centurião em Lucas, capítulo 7, que estava com um servo doente e pediu para Jesus curá-lo. Jesus condoído com a dor que sentia aquele comandante para com o seu comandado, disse: – Vamos até lá. Ao que o centurião respondeu: – Eu também sou homem sujeito a autoridade e tenho sob o meu domínio vários servos e digo a este vai e ele vai. E ao outro faz e ele faz. Portanto, basta uma palavra sua e eu mesmo vou lá e curo o meu servo.

Isto significa respeito à autoridade e acreditar na capacidade que possui de realizar o que foi pedido.

  1. Respeito aos subordinados

Dar apenas ordens, determinações e tarefas aos seus subordinados não quer dizer que seja sinônimo de liderar. Muito pelo contrário, a verdadeira liderança consiste em conhecer a sua equipe, saber do potencial de cada um, descobrir novos talentos, encontrar novos caminhos de realização de ações que tenham como objetivo o bem coletivo da tríade: proprietário – cliente – corretor.

Cada pessoa tem seus defeitos e suas virtudes. Quando Jesus andava com seus discípulos, ele  conhecia claramente os pontos fracos de cada um. Sabia que o seu tesoureiro era ambicioso, que o seu médico não acreditava nas curas que ele realizava, que o seu mensageiro não levava a sua mensagem como ele mandava. Mas o que ele queria era transformá-los em homens de caráter, íntegros, voltados para tomar atitudes que significassem a preocupação com a situação dos outros, tirando deles tudo que eles tivessem de melhor.

Isto se transforma em compreensão, tolerância, sensibilização e acima de tudo respeito a cada um da equipe, como ser único, individual e carente de atenção, zelo e cuidado.

  1. Dividir o bom e o ruim e entender a hora certa de oferecer o seu produto

O bom líder divide com a sua equipe em progressão geométrica os louros de qualquer vitória e também em progressão aritmética os ônus de uma derrota, ou de um insucesso. Na vitória, para compreenderem a importância da socialização, do companheirismo e de que é pelo compartilhamento que todos atingem posições de destaque.

Às vezes um líder acaba de achincalhar um liderado, humilhá-lo e na mesma hora está se desmanchando em sabedoria, magnanimidade e presteza para com um cliente ou para com o proprietário de um empreendimento que está sob o seu domínio. A isto chamamos de incoerência quando é intencional, comportamental, características de caráter e de bipolaridade quando é psicossomática, doentia.

Crie na sua equipe o sentimento de que mesmo sendo todos diferentes, cada um com seus defeitos, cada um buscando os seus interesses pessoais, existe a necessidade premente de todos acreditarem que estão num só barco e que se ele afundar vão todos juntos com ele, inclusive o líder.

Não existe pior momento para um líder do que assistir a derrocada de um projeto, o fechamento de uma empresa e na maioria das vezes isto acontece não por falta de recursos materiais, mas pela inexistência de fraternidade para com os recursos humanos.

Quando Jesus estava no barco e dormia, uma grande tempestade ameaçava a vida de todos que foram desesperados ao seu encontro para acordá-lo e pedir que salvasse a todos. Essa é a função do líder está sempre pronto para ouvir a tender a seus liderados.

E foi isso o que Jesus levantou-se e resolveu a questão não colocando cada um debaixo de suas asas, mas acalmando a tempestade. Por isso diante de um problema é mais importante solucionar as questões externas que estão influindo num mau resultado do que se ajuntarem todos num pacote e naufragarem.

Quando um líder aprende a dividir com a sua equipe os seus anseios, as suas incertezas, os seus medos, mostrando que é humano e igual a qualquer outro ser humano que precisa de apoio, de compreensão e de solidariedade, a sua relação com seus liderado tende a melhorar a cada dia.

Ninguém é super-homem e até o super-homem tem medo da “criptonita” que tira os seus poderes. Sendo assim veja qual é a “criptonita” que lhe ameaça e cuide para evitá-la, em geral esta “criptonita” está ma reprodução do comportamento do chefe pelos liderados e àqueles que mais copiam o chefe em comportamentos negativos, são os mais elogiados e os mais premiados pelo chefe que está sendo imitado.

Devemos copiar as coisas boas e eliminar as coisas ruins de qualquer pessoa e não apenas do chefe, e devemos dizer claramente ao nosso líder onde ele erra, porque erra e o que deveria fazer para não errar mais.

  1. Formar uma Equipe e não “Eu”quipe.

Esta semana quando entrei para comprar um sapato numa loja de um shopping, estavam enfileirados logo na entrada vários vendedores que estavam sem clientes naquele momento. Um deles veio me atender, disse a ele o que desejava e enquanto ele foi buscar o meu pedido, pude observar que nas cadeiras, onde sentamos para experimentar os sapatos que queremos comprar haviam várias caixas abertas, vários sapatos espalhados.

De repente o gerente da loja aparece e começa a perguntar aos outros vendedores que estavam parados na entrada da loja, quem tinha deixado os sapatos desarrumados? Como ninguém assumia que tinha sido o espalhador dos sapatos, ou entregava o colega bagunceiro, não restou ao gerente outra alternativa a não ser começar ele próprio organizar aos sapatos colocando cada um na sua caixa respectiva e a guardá-los.

Na verdade o que esse gerente deveria ter era o sentimento de fazer com que os vendedores trabalhassem em equipe. Saindo do egoísmo de cada um desarrumar e arrumar a sua bagunça e fazendo disso uma tarefa coletiva, onde aquele que visse um sapato espalhado seria responsável pela sua guarda independentemente de quem mostrou ao cliente.

Este mesmo critério poderia ser usado para outras ações e assim todos passariam a compartilhar tarefas que antes eram individuais e passíveis de punição para um novo estágio de bônus, onde todos ganhariam o favor de todos.

Evidente que os aproveitadores e oportunistas que só fizessem desarrumar e não colaborassem com a organização estariam fadados a serem identificados e excluídos da comunidade de vendedores solidários.

Sendo assim um líder é formado basicamente pelo poder de conquistar, convencer, compartilhar e servir.

 

Tomaz de Aquino

Jornalista, escritor,
corretor e perito avaliador

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual.

 1- Um Copo de Suco de Laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

 2- Salpicar Canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

 3- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

 4- Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

 5- Adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

 6- O futuro está na Laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

7- Fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

8- Comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.

 9- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

 10-Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória…

 Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova… Leia um livro e memorize parágrafos.

 11- Usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

 12- RIR. Uma boa gargalhada é um ‘mini-workout’, um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

 13- Não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

 14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.

 15- Desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

 16- Ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

 17- Colocar tomate ou verdura fresca no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.

 18- Reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.

19- Comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- e, por último, um mix de Pequenas Dicas para alongar a vida:

 – Comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.

 – Pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente.

 – Ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

– Conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o ‘ser’ sobre o ‘ter’ têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

 Uma vez incorporados, os conselhos facilmente tornam-se hábitos. É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:

 Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável

 Texto de autoria desconhecida.

 Atualização: Este texto foi retirado do blog de Stephen Kanitz que, sem citar a fonte, retirou do UOL, o qual por sua vez deve tê-lo retirado de alguma revista, sem também apontar a origem. Texto este que depois de publicado no UOL já foi replicado trocentas mil vezes na web sem citação da fonte correta, porque ninguém mais sabe quem é o autor original dele.

Eliezer  “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles;  doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste”.  “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”  (Mateus 6.1;  Romanos 12.10).

É notório que a humanidade vive tempos difíceis na dimensão dos seus relacionamentos.  Tanto na família, como no trabalho ou nos encontros sociais, nos deparamos com pessoas tristes, deprimidas, agressivas, rancorosas. A incidência de pessoas emocionalmente enfermas as deixa sem alegria, fragilizadas e desmotivadas.  Não há uma explicação convincente para esse estado complexo da vida, porém, biblicamente, está bem claro que se trata da baixa capacidade de amar e esta experiência depende de outra:  a capacidade de perdoar.  O perdão liberta;  o amor cura.  Amar e perdoar são as duas faces da mesma moeda.

Relacionamentos quebrados refletem tristeza e amargura e o que está por trás de tudo isso, é a falta de amor como consequência da falta de perdão.  Somente o perdão tem poder de quebrar nossas amarras interiores.  Sem o perdão,  os dias são densos;  as noites sem paz;  as manhãs sem esperança.

Uma igreja que resiste ao perdão, tanto em conceder como em pedir, é uma comunidade aflita e escrava das aparências.  A comunhão e o amor são os melhores remédios para a alma, e o perdão é a experiência libertadora do coração.

Escrevendo à igreja de Coríntios, o apóstolo Paulo falando da unidade orgânica da igreja, refere-se ao amor como “o caminho sobremodo excelente” (1ª Coríntios 12.31b).   Para que haja plena comunhão e crescimento, não podemos por em prática a nossa própria justiça, mas atender a exortação do apóstolo que diz:  “Falem todos a mesma língua e que não haja entre vós  divisões;  antes, sejam inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”  (1ª Coríntios 1.10).

Portanto, é bom lembrar que o perdão liberta;  o amor cura.

 

Por, Eliezer de Andrade.
professor

nilton cunhaPor Nilton Cunha
professor e escritor

 A reestruturação produtiva e a sociedade do conhecimento

 A partir do final do século XIX e limiar do século XX, nos países industrializados deu-se início à aplicação do método de gerência científica, sistematizado por Frederick Taylor, com o objetivo de racionalizar o trabalho.

A aplicação na gestão de um novo modelo de produção industrial emergiu das experiências de Henry Ford em Detroit, no início do século XX, que passou a ser chamado de fordismo. Esse modelo produtivo durante boa parte do século XX foi considerado o mais eficiente e eficaz.

Esse novo modelo de produção gerou uma cultura do trabalho e do trabalhador, a qual determina as habilidades necessárias ao exercício profissional. Sua dimensão paradigmática serviu como referência para explicar e conduzir as pesquisas sobre o trabalho e a formação profissional, especialmente até o início da década de 1970.

No entanto, a partir desta década, o modelo taylorista/fordista se diferencia do modelo de produção contemporâneo denominado de “reengenharia da produção” ou “reestruturação produtiva”. O antigo modelo é balizado por uma produção de massa que utiliza trabalhadores semiqualificados no processo de bens padronizados, enquanto que a nova reestruturação produtiva emprega trabalhadores qualificados na produção de uma variedade de produtos diferenciados, com equipamentos flexíveis, de base microeletrônica.

Essa tendência de mercado, balizado pela flexibilidade, atingiu toda a área laboral, inclusive à imobiliária. Tal tendência leva as empresas a buscar qualidade, produtividade e competitividade. Isso afeta diretamente o trabalhador, ou seja, a necessidade de um perfil de trabalhador para essa nova dinâmica de mercado, com maior qualificação profissional e com uma educação mais robusta, para poder ser competitivo na nova dinâmica da sociedade contemporânea.

Até a reestruturação produtiva, a sociedade assalariada era a grande marca da humanidade, balizada por uma economia de trabalho na indústria. No final da década de 1960 e início da década de 1970, vários sociólogos ilustres formularam uma interpretação da sociedade contemporânea que a rotularam de “sociedade pós-industrial”. O proponente mais conhecido dessa ideia foi um sociólogo de Harvard, Daniel Bell, sobretudo na forma exposta em seu livro: The Coming of Post-Industrial Society (1973).

Daniel Bell, em sua tese sobre a “sociedade pós-industrial”, apontou o “conhecimento teórico” como o aspecto mais importante – a fonte de valor, a fonte de crescimento – da sociedade do futuro.

Nessa sociedade o conhecimento torna-se a atividade-chave da economia e o principal determinante da mudança ocupacional, pelo fato de que, as variáveis básicas da sociedade industrial: capital e matéria-prima passaram a ser substituídos pela informação e pelo conhecimento.

Isso foi promovido pelo impacto da tecnologia da informação sobre o emprego, o que atingiu diretamente as relações de trabalho, especialmente por termos atualmente, mais pessoa trabalhando na prestação de serviços do que nas indústrias. Além disso, o próprio mundo dos novos tipos de indústria pós-taylorista, pós-fordista e a economia de serviços são baseados pelos princípios da flexibilidade.

O mercado de trabalho, em linha geral, está procurando trabalhadores que possam se adaptar de forma mais rápida ao processo flexível e competitivo que a nova economia imprime. Isso enseja trabalhadores mais qualificados e com disposição de aprender a aprender, já que essa qualificação será permanentemente construída, aprimorada e renovada, na atual sociedade, também denominada de “sociedade do conhecimento”.

Saiba mais sobre Nilton Cunha

O professor e escritor Nilton Cunha é pesquisador da área da Filosofia, Sociologia do trabalho e Doutorando do Direito Laboral e Mestre em Ciência da Educação. Autor de vários livros entre eles: A CRISE DE REPRESENTATIVIDADE E A JUDICIALIZAÇÃO POLÍTICA NO ESTADO PÓS-INTERVENCIONISTA (COAUTORIA COM FÁBIO FADEL) E EDUCAÇÃO, FAMÍLIA E GERAÇÃO DIGITAL: DESAFIO E PERSPECTIVA DA PÓS MODERNIDADE.

Também fez a proposição do livro: O Ensino Superior e a Educação Inclusiva: Direitos à Igualdade e à Diferença, do profº Nilton Cunha, que agora virou a Lei 13.409, das cotas da Pessoas com Deficiência à Universidade.

Contato: niltoncunhapereira@hotmail.com

 

appaloosa11

Condomínio Appaloosa no melhor lugar de Gravatá

A Veja Casa traz para você mais uma grande oferta imobiliária em Gravatá.

Localizado a 300 mt da BR 232, com de guarita de segurança, clube, piscinas, praças, jardins, pomar, mini-campo, lagos, poços artesianos, água da Compesa, totalmente iluminado com postes a cada 40mt, legalizado, aprovado e registrado.

Vista panorâmica, com clima de montanha, para você curtir a fauna e a flora típicas do Agreste numa das mais tradicionais e centenárias fazendas do Estado.
O condomínio Appaloosa é uma verdadeira “Fazenda / Urbana”. Numa das áreas mais valorizadas de Gravatá – PE, junto a condomínios de alto luxo como “Gravatá Country e Colonial Inn”.
OFERTA À VISTA R$ 80 MIL OU SINAL + SALDO EM ATÉ 226 PARCELAS.
Não perca essa oportunidade acesse agora: www.vejacasa.com.br ou passe um zap para nossa equipe: 9.99892523
appaloosa 1 appaloosa2 appaloosa4 appaloosa7 appaloosa8 appaloosa9

20170113_170554 Aproveitando o final de semana na praia para refletir sobre o ano que começa e sobre os projetos que serão implementados. O mar sempre me inspira pela sua capacidade de permanência, de transformação, de renovação. A sua persistência, a sua força, a sua determinação de não desistir do seu objetivo de avançar é fonte de alento e de estímulo a todos nós.

É um momento que devemos aproveitar para meditar sobre tudo que aconteceu no ano anterior, erros, acertos e tembém sobre  que você plantou, para saber o que germinou, o que não vingou, para ter a certeza de como será a colheita. A área que não frutificou deve ser arrancada, extirpada e no seu lugar um novo plantio deve ser feito. Toda cultura é cíclica e como a Bíblia nos ensina a um tempo para plantar e um tempo para colher e deixo abaixo esse texto do livro de Eclesiastes que é muito inspirador assim como o mar para que tomemos as nossas decisões.

Receber a energia do mar, vibrar com a vida em abundância que recebemos, ver um por do sol e saber que amanhã ele renasce com mais vitalidade para nos dar a oportunidade de realizarmos novos projetos, com novos parceiros e com novos aliados é o que nos faz acreditar na promessa de Deus que diz que ele é nosso escudo e fortaleza.

Inicio 2017 na praia acompanhando o vai e vem das ondas e aproveitando um pequeno período de férias, para dar a partida no meu terceiro ebook-livro para o mercado imobiliário, meus dois últimos livros foram: “Como Sair do Anonimato” e “Caçadores de Imóveis e Clientes” e agora estou escrevendo Comunicação Empresarial e Oratória – CEO, que busca desmistificar os marqueteiros de plantão, mostrando que o que muda o mundo e as pessoas é a comunicação e que resto é marketing.

Aproveito também para escrever a apostila sobre Comunicação e Marketing Digital Local do curso que vou dar a convite do amigo Paulo Santos, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Pernambuco.

E isso não tem nada a ver com auto ajuda, porque como vi na internet Auto Ajuda só ajuda a quem ensina a auto ajuda para os outros. Isso tem a ver com trabalho, com luta, com garra, com coragem de mudar de rota e encontrar novos caminhos, sabendo que vai vencer os obstáculos que surgirem na nova caminhada.20170113_170632

O que vende é a comunicação o resto é marketing

Essa crise mostrou que o importante para quem atua com vendas, política, liderança empresarial, etc., é a arte da comunicação. Parafraseando Falcão, humorista brasileiro, a comunicação não é tudo, mas é 100%.

Sendo assim, de nada adianta você ter um excelente produto ou serviço se você não sabe comunicar o que você tem, se você não sabe apresentar e apresentar-se. De nada ter um excelente plano de marketing, uma campanha publicitária arrasadora se a comunicação do emissor não se articular bem com quem vai receber a informação, o receptor.

Através da comunicação você consegue convencer alguém de alguma coisa, persuadir uma pessoa a adquirir o seu produto, demover outra de uma ideia contrária a sua e fazê-la acreditar que a sua é a melhor. Isso faz parte da comunicação, do discurso, da apresentação, o resto é marketing, técnica de vendas, estudos de coach, etc.

Como diz Aristóteles em seu trabalho sobre a  Arte da Retórica: “todas as pessoas de alguma maneira participam da dialética ou da retórica”.

E explica o que é cada uma: para ele “A dialética é a arte de, no diálogo, na comunicação, demonstrar uma tese por meio de uma argumentação que seja capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão, ou seja na arte da comunicação”.

Já a retórica é o conjunto dos elementos usados pela comunicação, isto é pelo discurso, pela dialética e que no final das contas se resume a uma situação onde: “todas as pessoas tentam em certa medida questionar e sustentar um argumento, defender-se ou acusar”.

Dessa forma Aristóteles analisa e fundamenta os três gêneros retóricos, ou discursos dos quais as pessoas se utilizam para atingir os seus objetivos, que são:

  1. O discurso deliberativo (que procura persuadir ou dissuadir);
  2. O judiciário (que acusa ou defende), e
  3. O epidítico (que elogia ou censura de forma sensacionalista, através da ostentação).

Nesse contexto o plano emocional também é analisado em sua relação com a recepção do discurso retórico e inclui uma série de elementos, como a ira, amizade, confiança, vergonha e seus contrários para serem analisados, bem como o caráter dos homens (dos jovens, dos ricos, etc.).

Conhecendo o tipo de discurso que vai se utilizar, então se parte para o estilo e a composição da proposta de comunicação incluindo elementos como clareza, correção gramatical e rítmo, além do uso das metáforas completando as partes que compõem um discurso que se torne vencedor.

Muitas pessoas mesmo sem saber são mestres na arte da retórica, usa as técnicas, desenvolve os talentos da argumentação, trabalha os gestos e isso tudo de forma natural e espontânea, esses são os grandes oradores, os gênios da comunicação que em suas áreas política, econômica, social, etc, fazem a diferença e se destacam.

Já outras precisam se preparar para comunicar alguma coisa a alguém. Têm que estudar, aprender as técnicas, entender como utilizar os argumentos na hora certa, compreender como trabalhar os elementos da retórica de dissuasão persuasão, aprofundar-se nos tipos de discurso e assim mesmo sem o dom natural se destacam.

Logo, qualquer um, mas qualquer um mesmo pode se tornar um grande comunicador, pode ser um excelente vendedor e fazer sucesso. Para os que já possuem o dom natural tudo é mais fácil, entretanto, para os que não nasceram com o dom da palavra devem investir em cursos de oratória e comunicação a fim de adquirirem a capacidade de se apresentarem bem e apresentarem com eficiência o seu serviço ou o seu produto.

E isso responde porque é que mesmo em crise, diversos profissionais cresceram, aumentaram seus ganhos, passaram pela turbulência de forma tranquila, isso aconteceu porque eles souberam modificar os argumentos a serem utilizados e adaptaram os seus discursos para o momento de dificuldade e de crise que o mercado atravessa.

Por Tomaz de Aquino
jornalista, corretor de imóveis e palestrante
autor dos livros:
“Como Sair do Anonimato e Vender Mais”, “Caçadores de imóveis- a Captação de Imóveis e Clientes no Mercado Imobiliário”, “Um Guia para a Vitória”.

 

 

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso lança o “Aplicativo CRECI-MT“, como uma ferramenta que simboliza um sonho maior, que é ser também fomentadora de uma política estadual de comunicação direta entre os corretores de imóveis e o Conselho.

O presidente do CRECI-MT Benedito Odário, explica que o “Aplicativo” vem reafirmar o projeto ético e profissional feito durante a campanha da chapa “Renovar é Preciso” com a categoria. “Agora temos uma ferramenta para fortalecer e potencializar a produção e a socialização de informação entre os profissionais da área, algo tão aguardado pelos corretores”.

De acordo com o diretor secretário, Claudecir Contreira é importante enfatizar que essa comunicação, por meio do App prioriza principalmente o corretor do interior de Mato Grosso, devido a grande distância entre os municípios e a capital, diminuindo assim a burocracia e realizando de forma concreta a aproximando entre o corretor e o Conselho. “Todo trabalho desenvolvido por esta gestão é pensando em dar solução nas dificuldades do profissional corretor de imóveis, onde o CRECI-MT não estava atuante”, afirmou Contreira.

O diretor de comunicação e tecnologia, Juliano Lobato, pontua que “esta é uma importante ferramenta, para uma comunicação mais direta com os corretores de imóveis de Mato Grosso e tem força da inovação, pois através dele o corretor poderá consultar a legalidade, denunciar a ilegalidade e exigir o cumprimento da lei e acompanhar todos os tramites”.

A nova ferramenta dará agilidade no atendimento e o corretor poderá ser o próprio fiscal do exercício ilegal da profissão, coibindo assim aqueles que não estão inscrito no CRECI-MT.

Para instalar o “Aplicativo CRECI-MT”, o corretor de imóveis pode acessar este link: www.crecimt.org.br/app/

Agora você já pode dormir tranquilo, coma  escritura de sua casa dentro da sua gaveta, garantindo o seu patrimônio e se tornando proprietário de fato e de direito.

A Veja Casa está lhe esperando para orientar como você deve proceder para não perder essa oportunidade de regularizar o seu imóvel, fazer a sua escritura e registrar no Cartório Geral de Imóveis.

Acesse agora: www.vejacasa.com.br ou passe um zap para 9.99892523 ou  mande um email para tomazdeaquino@creci.org.br e durma descansado com a sua escritura como travesseiro.

Assista o nosso vídeo:

Eliezer

Eliezer Andrade

 

“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio. A qual,

não tendo superior, nem oficial, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega

ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te

levantarás do teu sono?” (Provérbios 6.6-9).

Este versículo alerta contra a armadilha maldita da preguiça. A ordem divina é “no

suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra;…” (Gênesis 3.19a).

Embora Adão tenha a sua parcela de culpa, a maldição não recaiu diretamente sobre o

homem, e sim sobre a terra que a ele causaria muitos dissabores produzindo espinhos

e cardos. E assim a vida do homem seria marcada pelo trabalho pesado e, após tanta

labuta, canseira e enfado, chegaria a velhice com a consequente morte. O fato é que

nem todo homem aceita o trabalho como meio de sobrevivência, tornando-se

preguiçoso e refém do lazer.

Tudo o que o preguiçoso precisa para sobreviver pode ser aprendido com a formiga,

uma das menores criaturas que se ocupa em armazenar comida no verão, para

enfrentar o inverno que virá. Com este exemplo da formiga, o homem sábio deve

trabalhar duro para sobreviver e não ser pesado a ninguém e não se tornar viciado em

dormir e perder as oportunidades e todo o interesse em trabalhar (Provérbios 26.13-

16). O trabalho não socorre os que dormem.

A Bíblia fala de quatro coisas das mais pequenas da terra, mas de comportamento

estupendo: a) as formigas, um povo impotente que no verão prepara o seu alimento;

b) os coelhos, um povo débil, mas fazem suas casas nas rochas; os gafanhotos, não

têm rei, mas todos saem em bandos e se repartem; e a aranha, que se apanha com as

mãos e está nos palácios dos reis (Provérbios 30.24-28). As formigas muitas vezes

assumem tarefas que julgaríamos ser impossível, mas com união, habilidade e

preparação, elas trabalham em silêncio e em época de fartura armazenam para ter

fartura em épocas de crise. É o grupo mais numeroso entre os insetos chegando a

milhares de espécies e formam níveis mais avançados de sociedade. Enquanto isso,

milhares de homens, seres racionais, não fazem nem uma coisa nem outra, isto é, nem

trabalham e nem armazenam, mas preferem ser pesados às suas próprias famílias.

Muitos desta geração são tão preguiçosos que se esforçam para que as esposas

consigam uma boa colocação num emprego público e seguro para que eles possam

continuar dormindo e garantir um futuro mais sossegado.

Com relação à cigarra, não se tem notícia de que produza alguma coisa útil, mas o

que se sabe é que são notáveis pela cantoria entoada pelos machos para atrair suas

fêmeas. Levam a vida cantando sem se preocupar com o futuro e sem saber se vão ter

sobrevivência garantida. Não formam grupos, mas sempre cantam sem qualquer

harmonia e ainda incomodam a algumas pessoas com seu zumbido irritante que atinge

até 120 decibéis. Pelo lado positivo no ecossistema, servem de alimentação para os

seus predadores e pelo lado negativo, podem se tornar uma praga para algumas

espécies vegetais porque se alimentam da seiva de raízes de árvores e plantas

causando depauperação com descoloração e queda precoce das folhas, trazendo

prejuízo significante à produção e até a perda total de algumas lavouras.

Há homens que além de não trabalharem, falam e reclamam tanto que incomoda a

quem quer um pouco de silêncio ou quer se dedicar ao estudo. Bom seria que ao

menos se dedicassem ao estudo de algo importante e colaborassem com os serviços

do lar. Há ainda os fumantes inveterados, os bêbados e os jogadores de baralhos com

gritos que se assemelham às cigarras.

Assim, a grande diferença entre a formiga e a cigarra, está na forma de produzir. A

formiga produz em equipe e de forma eficiente, planejada e organizada, enquanto que

a cigarra espera para se locupletar do que os outros produzem, por isso, em geral

morrem secas e sozinhas agarradas aos troncos das árvores.

Por, Eliezer de Andrade.

Câmbio
Dolar R$ 3,78
Café Rota 232 ir para o canal
Curta nossa página