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Mandala de madeira velha Borboleta sobre Flores

Essa é uma mandala de madeira velha que pintei com tema “Borboleta Sobre Folhas”, pintada com tinta acrílica, numa releitura do trabalho de Argina Seixas, artista plástica reconhecida nacional e internacionalmente.

Essa madeira foi oriunda de um tampo de um banco com mais de 50 anos, de madeira Angelim Pedra e que seria queimada nos fotos das padarias e pizzarias, destruindo um pedaço de madeira que duraria para sempre.

A minha missão é dar uma nova vida para essa e para todas as madeiras que encontro jogadas fora, nos lixões, nas ruas, pintando sobre elas temas que envolvam representantes de nossa fauna e de nossa flora.

Assim as madeiras velhas, que iriam para o lixo,  passam a ter uma nova utilidade como elementos de decoração e até mesmo como peças utilitárias para uso nas casas e nas empresas.

Para quem quiser aprender sobre como recuperar essas madeiras e transformá-las em belas obras acesse o nosso novo canal: youtube.com/tvrota232 que estaremos disponiblizando vídeos sobre nossas criações e nossos trabalhos.

Paulo Sales é advogado e poeta

O pensamento puro como mel, Sem a mente deformada ou corroída pela vida, A imaginação é fiel, Sonha o adolescente, Nas asas da paixão. Coração terra imensurável.

Firme e calmo, Como mar de águas mornas, Repleto de segredos inefáveis, Nasce o primeiro amor, Silencioso fenômeno, De intensidade e encantamento.

Falam os olhos amantes, Sob o reflexo do pôr-do-sol, Sagrados como uma prece, De doce encanto. Hipnotizado, Pelas belas flores, Colhidas nos jardins até então desconhecidos, Emanam perfumes de ingenuidade. Imaginação púbere, Fantasias, a união eterna.

Espaço inexiste para desilusão. Acorda o jovem, nasce o homem, Sementes que foram preparadas, Jamais serão plantadas. A maturidade não foge a razão, O adulto deixa de amar, Silencia o instinto natural, No peito encerra, Mas leva consigo uma lembrança, Uma eterna recordação.

 

Vamos GravatearLá de cima do cruzeiro
Vejo uma paisagem infinita
Que um dia Osiris Caldas
Chamou de “Cidade Bonita”.

Desço pela frente do cemitério
Morada de quem sai dessa vida
Ao encontro do grande mistério
Fazendo a derradeira despedida.

Ou desço pelo outro lado
admirando o belo fim de tarde
Lentamente, degrau por degrau
Na histórica escada da felicidade

Vou andando pela rua Sete
Sento um pouco  na Praça Dez
curto a brisa do agreste
Descanso um pouco os meus pés.

De cima do Pontilhão
Olho a montanha esverdeada
Depois visito a Matriz
E a sorveteria Alvorada

Sigo em frente
Passo na Casa da Cultura
Conheço a história dessa gente
Que tem história de fartura

Admiro a Câmara, a Prefeitura
As Salesianas e muito mais
Vejo a beleza da Arquitetura
Dos casarões sem iguais.

Vou à estação do Artesão
Pertinho da linha do trem
Conheço o artista gravataense
Cuja arte igual por aí não tem.

A bonequinha da sorte
Ninguém vai deixar de levar
Neste passeio formidável
Pelas belas ruas da bela Gravatá

Na frente da estação
Vejo escritor, artista e poeta
Vou à Academia de Letras e Artes
Onde o talento tem parada certa

No outro lado da rua
Posso admirar
O pátio de eventos
Chucre Mussa Zarzar

Não descansarei um segundo,
Mas cansado não vou ficar
Respiro o melhor clima do mundo
Na minha querida Gravatá

Conheço mais ainda
Se tempo tiver para andar
Na área seca ou na área molhada
Opção não vai me faltar.

Túneis, flores e cachoeira
Chalés, montanhas e matas
Rio, açude e ladeira
Beleza natural é o que não falta.

É beleza de leste a oeste
Não posso deixar de me lembrar
Das mais belas flores do agreste
As lindas mulheres de Gravatá.

Amo a minha Gravatá,
Um lugar de gente feliz e bonita
E como eterno turista
Sempre vou Gravatear
E amar a minha Gravatá
Por isso vamos gravatear

Eu Gravateio
Tu Gravateias
Ele Gravateia
Nós Gravateamos
Vós Gravateais
Eles Gravateiam

Por Tomaz de Aquino
Jornalista e escritor

Paulo Sales

Amanheço! Simplesmente no mesmo teatro, cenário mórbido e putrefato. Afrontamento moral, Sob o ápice do ultraje ético. Depreciar, Figurativamente sinônimo de criticar. Àquela ‘arte de julgar’, do grego kritibe, hoje em desuso, Permanece por destruir a obra, e desdenhar o autor. Todos serão condenados, Quer façam ou não, algo de enlevo Pois a voz do inerte e do opaco, Será um eco de erudito Pronunciamento, do ódio e da malícia. Força inútil. É tolerante a compreensão, dos que sofrem o arresto dos seus sentimentos. A mente doente pode infeccionar o corpo. Alerta, ao julgar seja justo. Enumere teus erros, Observe teus traumas, some teus fracassos, supere todos, Reconstrua, refaça o teu caminho. Retire a inveja que assombra o teu espírito, dignifique teus atos e condutas, Análise filosoficamente cada ponto do teu pensar, E cadaVírgula do teu agir. Agora estarás pronto para ser um crítico. Já não és um inoperante invejoso.

Mandala de restos de madeira em peroba paulista, pintada com acrílica

Um dos materiais que uso nas minhas obras é  madeira. Quando vejo um pedaço de madeira de lei, muitas vezes extinta ou em extinção, recolho, levo para ateliê e lá transformo em alguma peça, quadro, móvel ou elemento para decoração e lhe dou um novo destino e uma nova vida.

É o renascimento através da arte como no caso dessa mandala que na verdade era um tampo dos restos de um banquinho, chamado de tamburete aqui no nordeste, que estava pronto para ser queimado numa das pizzarias da minha cidade. A madeira em questão é peroba paulista, raridade da nossa mata atlântica que seria destruída.

Agora ela volta a viver por tempo indeterminado, para sempre se for conservada e não queimada e jogada no lixo.

Se você tem móveis de madeira que não usa mais, ou restos de madeira na sua casa nós fazemos o recolhimento para você.

 

Fernandinho Dj como é conhecido conversou com o jornalista Tomaz de Aquino, no seu programa Bata Papo com Tomaz sobre o primeiro encontro cultural de Garanhuns que aconteceu de 2 a 5, durante o período de carnaval e que agora vai fazer parte do calendário de eventos de Garanhuns.

As dificuldades, a ajuda dos amigos, o local escolhido, porque o nome Encontro Cultural e não Festival Cultural, tudo isso vai conferir agora:

Começou no sábado 2 e termina hoje às 19 horas o primeiro Encontro Cultural de Garanhuns realizado pelo radialista e Dj Fernandinho, (Fernando Monteiro) que reuniu num só espaço todas as expressões da arte e da cultura como música, artes plásticas, dança, artesanato e muitas outras apresentações que deram ao evento um tom de vanguarda e que já integra o calendário de eventos de Garanhuns.

A partir de agora e todos os anos a cidade de Garanhuns passa a contar no período de carnaval com o Encontro Cultural dando uma opção diferenciada para quem prefere o descanso, a boa música, um bom espetáculo e tudo isso em contato com a natureza preservada e exuberante do Parque Pau Pombo.

É mais uma opção no calendário turístico de Pernambuco que passa a oferecer eventos de qualidade feitos por quem vive, defende, preserva e promove a arte e a cultura, elevando o nome da cidade e dando oportunidade a artistas que de outra forma não seriam lembrados.

O Encontro Cultural de Garanhuns continua hoje com início às 11 horas e vai até às 19 horas com muita música, muita dança, belas obras de artistas plásticos, o trabalho fantástico dos artesãos e muita cultura.

 

 

 

Para quem  não gosta de carnaval, nada melhor do que um encontro cultural com música, dança, artes plásticas e muito bate papo e muitos encontros de artistas, artesãos, cantadores de viola, declamadores, poetas e amigos.

Foi assim que começou hoje e vai até o dia 5, o 1º Encontro Cultural de Garanhuns no Parque pau Pombo – Rubem Van Der Linden – promovido pelo DJ e diretor da rádio Antena Web, Fernandinho que teve a ideia de aproveitar os dias de momo para disseminar arte e cultura para àqueles que preferem ficar distantes da folia.

Vários artistas plásticos pintando ao vivo e a cores ao som de mésica de viola encantando aos presentes e ajudando a mostrar que a arte sempre será viva e não morre com três dias de carnaval. A arte é o ano todo e o carnaval uma semana.

Você que está em Garanhuns e quer uma programação diferenciada com MPB, bossa nova, duplas sertanejas, artistas plásticos, poetas então venha para o Parque Rubem van Der Linden todos os dias das 11 da manhã às 5 da tarde. O espaço é aberto para todos os artistas, cantores e você pode mostrar a sua criação para todos.

Acesse: www.rota232.com.br

 

Móvel: armário em madeira reaproveitada (MDR), com ferrolho original, com pintura de pássaro da espécie Concriz, típica do Nordeste, em acrílica sobre madeira, pintado pelo artista plástico Aquino de Gravatá.

Altura 1,00m, largura 45cm, profundidade 40cm, com três prateleiras.

Preço: R$ 500,00 (quinhentos reais) entrega até 100Km partindo de Gravatá.

Concriz ou Corrupião

O colega artista plástico Java Araújo encerra hoje (31) a sua bela exposição “Sereia é mulher e a outra metade, o que ela quiser” na galeria Ronaldo White no Sesc Garanhuns.

A sua obra tem um toque surrealista e foi baseada numa enquete nas redes sociais onde perguntou as mulheres se elas fossem sereia o que seriam da outra metade, as repostas foram transformadas em pinturas com técnicas misturadas desde a aquarela, passando pela acrílica, bico de pena, bem como utilizando elementos que remetem ao mar como pintura de sereias dentro das latinhas de sardinhas, dando um toque todo especial ao seu trabalho.

E assim surgiram mulheres aladas, tempestades, coração, vulcões e dessa forma nasceram as formas de novas mulheres que encantou a todos que visitaram o espaço e puderam desfrutar do universo de cores e ideias singulares do universo feminino.

Agradeço o convite porque assim pude acompanhar um pouco da trajetória desse grande artista o Java Araújo e agora aguardamos com ansiedade a publicação do seu livro com um apanhado de várias ilustração que fez ao longo de mais de 20 anos, desde quando resolveu se dedicar as artes plásticas.

 

 

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