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A presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá – ALAG, Célia Soares, junto com os Acadêmicos, Terezinha Carvalho, Anchieta Antunes e Dea Coirolo participaram de um evento que trouxe ao município representantes representantes da tribo da Aldeia Xucuru do Ororubá da cidade de Pesqueira, com seus trajes típicos e artefatos artesanais, destacando suas saias de palha, barretinas, cocais, maracás e outros elementos tradicionais do dia a dia dos índios nas suas comunidades, dentro do projeto pedagógico “Vivenciando Cultura Indígena”.

A gestora da Escola Céu Azul professora Joseane Paz  e a Professora Maria do Carmo da Silva,responsáveis pelo projeto estimularam os estudantes a dançarem, ouvirem palestras sobre os diferentes aspectos da vida Indígena e conhecer os instrumentos e as músicas, bem como as refer~encias às suas crenças e saberes.

Para nós que fazemos parte da ALAG essa troca de experiências tem influência não só na dança, mas também na arte, na música e na literatura e nos convencemos cada vez mais sobre a necessidade de colaborarmos com projetos que visem divulgar, defender e preservar a cultura indígena, disse Célia Soares.

Nós que fazemos a Escola Céu Azul estamos muito felizes com o resultado do projeto e também com a interação na sociedade agradecendo aos acadêmicos que aqui compareceram para prestigiar essa grande evento e que com certeza vai fazer do calendário escolar, afirmou Joseane Paz, diretora da escola.

Anchieta Antunes membro da ALAG deu os parabéns aos gestores e professores da instituição de ensino pelo belo trabalho realizado que tem como objetivo o resgate dos valores da vida dos povos indígenas de Pernambuco.

Sou obreiro, mas pode me chamar de artesão ou operário.
Trabalho por 12 horas com prazer e dedicação.
Servindo de um avental e de instrumentos peculiares,
Dou forma a objetos primitivos,
Busco a perfeição, com tolerância e muita persistência.
Lapidando-os com paciência.

Embora tenha a força necessária,
Utilizo da sabedoria para alcançar a beleza na forma.
Quando o cansaço beira o extremo,
Sirvo-me do livro da lei para obtenção de conforto e alimento.

No dever para com a humanidade o labor é constante,
Tão e quão difícil é banir o vício da sociedade,
Como também o é fazer perpetuar sua virtude.

Por Paulo Sales advogado e poeta

Para você que está em Gravatá nesse feriado algumas opções para o seu dia do trabalhador.

Gravatá foi pensada pelo visionário Joaquim Didier como se fosse uma cidade da Europa e dessa forma grandes avenidas: largas, compridas, como a que leva seu nome e também a rua João Pessoa, a Agamenon Magalhães e outras foram implantadas no município para que se tivesse traços europeus na região que passou também a ganhar os seus belos chalés.

Dessa forma muitas construções com aspecto europeu começaram a surgir na cidade e aos poucos ela foi ficando conhecida e sendo procurada por muita gente que queria o clima de montanha, a paisagem do agreste e uma vida de interior.

Evidente que muitas dessas coisas ficaram no passado, mas ainda temos símbolos desse período áureo onde o couro trouxe riqueza e desenvolvimento para o Agreste.

Se você está está em Gravatá nesse feriado, poderá visitar o polo moveleiro (foto: de uma das lojas da rua do artesanato) e depois o centro histórico da cidade, sem a agitação do do dia a dia, com estacionamento livre e assim observar a arquitetura dos belos prédios e casarões, como: a Prefeitura, a Câmara, a Casa da Cultura, o Salão 3 esses (3S`s), Os Casarões da Joaquim Didier, a Estação do Artesão e outras belas edificações que datam do inícios do século XX.

Venha para Gravatá Lugar de Gente Feliz.

Paulo Sales advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco.
Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder.
A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.
Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas.
Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis.
Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção.
Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.
Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra.
Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados.
A fraternidade, a fertilidade da romã. Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho.
O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos.
No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

Paulo Sales é advogado e poeta e escreve para a Rota 232 às quartas feiras

Agora pode-se ouvir o tempo,
Anunciado instante por instante.
As palavras tornavam-se leves,
Como laços invisíveis,
Que jamais foram colhidas.
A ânsia de emitir um som,
De contrapor, sem parâmetros ou critérios,
Dobraram esquinas intempestivas,
Mas desguarnecidas.
Alados foram os cenários construídos,
Voejos enganosos e aflitivos.
Levaram ao assombro.
Frustações alheias,
Não foram caminhos para serem percorridos ou seguidos,
A direção e sentido é próprio,
Inerente a cada ser.
Como ilação a solidão,
Tino refletir,
Atos passados não voltam.
Escutar ainda é um bom conselho,
Remédio também a dor e ao sacrifício.

Mandala de madeira velha Borboleta sobre Flores

Essa é uma mandala de madeira velha que pintei com tema “Borboleta Sobre Folhas”, pintada com tinta acrílica, numa releitura do trabalho de Argina Seixas, artista plástica reconhecida nacional e internacionalmente.

Essa madeira foi oriunda de um tampo de um banco com mais de 50 anos, de madeira Angelim Pedra e que seria queimada nos fotos das padarias e pizzarias, destruindo um pedaço de madeira que duraria para sempre.

A minha missão é dar uma nova vida para essa e para todas as madeiras que encontro jogadas fora, nos lixões, nas ruas, pintando sobre elas temas que envolvam representantes de nossa fauna e de nossa flora.

Assim as madeiras velhas, que iriam para o lixo,  passam a ter uma nova utilidade como elementos de decoração e até mesmo como peças utilitárias para uso nas casas e nas empresas.

Para quem quiser aprender sobre como recuperar essas madeiras e transformá-las em belas obras acesse o nosso novo canal: youtube.com/tvrota232 que estaremos disponiblizando vídeos sobre nossas criações e nossos trabalhos.

Paulo Sales é advogado e poeta

O pensamento puro como mel, Sem a mente deformada ou corroída pela vida, A imaginação é fiel, Sonha o adolescente, Nas asas da paixão. Coração terra imensurável.

Firme e calmo, Como mar de águas mornas, Repleto de segredos inefáveis, Nasce o primeiro amor, Silencioso fenômeno, De intensidade e encantamento.

Falam os olhos amantes, Sob o reflexo do pôr-do-sol, Sagrados como uma prece, De doce encanto. Hipnotizado, Pelas belas flores, Colhidas nos jardins até então desconhecidos, Emanam perfumes de ingenuidade. Imaginação púbere, Fantasias, a união eterna.

Espaço inexiste para desilusão. Acorda o jovem, nasce o homem, Sementes que foram preparadas, Jamais serão plantadas. A maturidade não foge a razão, O adulto deixa de amar, Silencia o instinto natural, No peito encerra, Mas leva consigo uma lembrança, Uma eterna recordação.

 

Vamos GravatearLá de cima do cruzeiro
Vejo uma paisagem infinita
Que um dia Osiris Caldas
Chamou de “Cidade Bonita”.

Desço pela frente do cemitério
Morada de quem sai dessa vida
Ao encontro do grande mistério
Fazendo a derradeira despedida.

Ou desço pelo outro lado
admirando o belo fim de tarde
Lentamente, degrau por degrau
Na histórica escada da felicidade

Vou andando pela rua Sete
Sento um pouco  na Praça Dez
curto a brisa do agreste
Descanso um pouco os meus pés.

De cima do Pontilhão
Olho a montanha esverdeada
Depois visito a Matriz
E a sorveteria Alvorada

Sigo em frente
Passo na Casa da Cultura
Conheço a história dessa gente
Que tem história de fartura

Admiro a Câmara, a Prefeitura
As Salesianas e muito mais
Vejo a beleza da Arquitetura
Dos casarões sem iguais.

Vou à estação do Artesão
Pertinho da linha do trem
Conheço o artista gravataense
Cuja arte igual por aí não tem.

A bonequinha da sorte
Ninguém vai deixar de levar
Neste passeio formidável
Pelas belas ruas da bela Gravatá

Na frente da estação
Vejo escritor, artista e poeta
Vou à Academia de Letras e Artes
Onde o talento tem parada certa

No outro lado da rua
Posso admirar
O pátio de eventos
Chucre Mussa Zarzar

Não descansarei um segundo,
Mas cansado não vou ficar
Respiro o melhor clima do mundo
Na minha querida Gravatá

Conheço mais ainda
Se tempo tiver para andar
Na área seca ou na área molhada
Opção não vai me faltar.

Túneis, flores e cachoeira
Chalés, montanhas e matas
Rio, açude e ladeira
Beleza natural é o que não falta.

É beleza de leste a oeste
Não posso deixar de me lembrar
Das mais belas flores do agreste
As lindas mulheres de Gravatá.

Amo a minha Gravatá,
Um lugar de gente feliz e bonita
E como eterno turista
Sempre vou Gravatear
E amar a minha Gravatá
Por isso vamos gravatear

Eu Gravateio
Tu Gravateias
Ele Gravateia
Nós Gravateamos
Vós Gravateais
Eles Gravateiam

Por Tomaz de Aquino
Jornalista e escritor

Paulo Sales

Amanheço! Simplesmente no mesmo teatro, cenário mórbido e putrefato. Afrontamento moral, Sob o ápice do ultraje ético. Depreciar, Figurativamente sinônimo de criticar. Àquela ‘arte de julgar’, do grego kritibe, hoje em desuso, Permanece por destruir a obra, e desdenhar o autor. Todos serão condenados, Quer façam ou não, algo de enlevo Pois a voz do inerte e do opaco, Será um eco de erudito Pronunciamento, do ódio e da malícia. Força inútil. É tolerante a compreensão, dos que sofrem o arresto dos seus sentimentos. A mente doente pode infeccionar o corpo. Alerta, ao julgar seja justo. Enumere teus erros, Observe teus traumas, some teus fracassos, supere todos, Reconstrua, refaça o teu caminho. Retire a inveja que assombra o teu espírito, dignifique teus atos e condutas, Análise filosoficamente cada ponto do teu pensar, E cadaVírgula do teu agir. Agora estarás pronto para ser um crítico. Já não és um inoperante invejoso.

Mandala de restos de madeira em peroba paulista, pintada com acrílica

Um dos materiais que uso nas minhas obras é  madeira. Quando vejo um pedaço de madeira de lei, muitas vezes extinta ou em extinção, recolho, levo para ateliê e lá transformo em alguma peça, quadro, móvel ou elemento para decoração e lhe dou um novo destino e uma nova vida.

É o renascimento através da arte como no caso dessa mandala que na verdade era um tampo dos restos de um banquinho, chamado de tamburete aqui no nordeste, que estava pronto para ser queimado numa das pizzarias da minha cidade. A madeira em questão é peroba paulista, raridade da nossa mata atlântica que seria destruída.

Agora ela volta a viver por tempo indeterminado, para sempre se for conservada e não queimada e jogada no lixo.

Se você tem móveis de madeira que não usa mais, ou restos de madeira na sua casa nós fazemos o recolhimento para você.

 

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