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Papagaio Brasileiro

A pintura é a minha forma de me reencontrar e de me reconectar comigo mesmo, para poder me conhecer e assim me religar com o meu Deus. Esse papagaio foi feito a pedido de uma amiga que tem pelos bichos um grande amor. O ex presidente João Figuerêdo, disse certa vez que preferia o cheiro dos cavalos ao dos homens.

Eu prefiro o dos homens porque assim posso auxiliar aos que necessitam e para isso misturo com o cheiro das tintas, dos vernizes, das telas e das madeira que quando sendo cortada exala o seu perfume, perfumando o machado que a corta. É assim que devemos agir, ou seja, devemos perfumar os machados que tentam nos derrubar, nos cortar e nos machucar. A todos um bom dia e que você encontre os cheiros que lhe façam viver e ser feliz.

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Para os apaixonados por aventura que gostam de escuridão e topam andar a noite toda por dentro do mato, nos lamaçais, seja de carro, moto, bike ou jipões então você não pode perder a 14ª Trilha do Bacurau em Gravatá.

A saída vai acontecer no sábado 18, às 18 horas, no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, na quadra do povo, onde haverá apresentações e preparação para a largada os tickets custam apenas R$ 35, para ninguém ficar de fora, então não perca a 14ª Trilha do Bacuaru de Gravatá.

Apoio: Galeria Rota 232

A Open House comemorou três anos nesta sexta feira registrando mais um case de sucesso na cidade. A Open house é responsável por um grande número de projetos bem sucedidos e Dayse, Patrícia, Danusa, João Carlos, Renato e os parceiros do escritório fazem questão de dizer que vão com tudo ao lado da Dayse.

https://bit.ly/2LqBTLP

A presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá – ALAG, Célia Soares, junto com os Acadêmicos, Terezinha Carvalho, Anchieta Antunes e Dea Coirolo participaram de um evento que trouxe ao município representantes representantes da tribo da Aldeia Xucuru do Ororubá da cidade de Pesqueira, com seus trajes típicos e artefatos artesanais, destacando suas saias de palha, barretinas, cocais, maracás e outros elementos tradicionais do dia a dia dos índios nas suas comunidades, dentro do projeto pedagógico “Vivenciando Cultura Indígena”.

A gestora da Escola Céu Azul professora Joseane Paz  e a Professora Maria do Carmo da Silva,responsáveis pelo projeto estimularam os estudantes a dançarem, ouvirem palestras sobre os diferentes aspectos da vida Indígena e conhecer os instrumentos e as músicas, bem como as refer~encias às suas crenças e saberes.

Para nós que fazemos parte da ALAG essa troca de experiências tem influência não só na dança, mas também na arte, na música e na literatura e nos convencemos cada vez mais sobre a necessidade de colaborarmos com projetos que visem divulgar, defender e preservar a cultura indígena, disse Célia Soares.

Nós que fazemos a Escola Céu Azul estamos muito felizes com o resultado do projeto e também com a interação na sociedade agradecendo aos acadêmicos que aqui compareceram para prestigiar essa grande evento e que com certeza vai fazer do calendário escolar, afirmou Joseane Paz, diretora da escola.

Anchieta Antunes membro da ALAG deu os parabéns aos gestores e professores da instituição de ensino pelo belo trabalho realizado que tem como objetivo o resgate dos valores da vida dos povos indígenas de Pernambuco.

Sou obreiro, mas pode me chamar de artesão ou operário.
Trabalho por 12 horas com prazer e dedicação.
Servindo de um avental e de instrumentos peculiares,
Dou forma a objetos primitivos,
Busco a perfeição, com tolerância e muita persistência.
Lapidando-os com paciência.

Embora tenha a força necessária,
Utilizo da sabedoria para alcançar a beleza na forma.
Quando o cansaço beira o extremo,
Sirvo-me do livro da lei para obtenção de conforto e alimento.

No dever para com a humanidade o labor é constante,
Tão e quão difícil é banir o vício da sociedade,
Como também o é fazer perpetuar sua virtude.

Por Paulo Sales advogado e poeta

Para você que está em Gravatá nesse feriado algumas opções para o seu dia do trabalhador.

Gravatá foi pensada pelo visionário Joaquim Didier como se fosse uma cidade da Europa e dessa forma grandes avenidas: largas, compridas, como a que leva seu nome e também a rua João Pessoa, a Agamenon Magalhães e outras foram implantadas no município para que se tivesse traços europeus na região que passou também a ganhar os seus belos chalés.

Dessa forma muitas construções com aspecto europeu começaram a surgir na cidade e aos poucos ela foi ficando conhecida e sendo procurada por muita gente que queria o clima de montanha, a paisagem do agreste e uma vida de interior.

Evidente que muitas dessas coisas ficaram no passado, mas ainda temos símbolos desse período áureo onde o couro trouxe riqueza e desenvolvimento para o Agreste.

Se você está está em Gravatá nesse feriado, poderá visitar o polo moveleiro (foto: de uma das lojas da rua do artesanato) e depois o centro histórico da cidade, sem a agitação do do dia a dia, com estacionamento livre e assim observar a arquitetura dos belos prédios e casarões, como: a Prefeitura, a Câmara, a Casa da Cultura, o Salão 3 esses (3S`s), Os Casarões da Joaquim Didier, a Estação do Artesão e outras belas edificações que datam do inícios do século XX.

Venha para Gravatá Lugar de Gente Feliz.

Paulo Sales advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco.
Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder.
A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.
Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas.
Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis.
Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção.
Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.
Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra.
Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados.
A fraternidade, a fertilidade da romã. Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho.
O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos.
No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

Paulo Sales é advogado e poeta e escreve para a Rota 232 às quartas feiras

Agora pode-se ouvir o tempo,
Anunciado instante por instante.
As palavras tornavam-se leves,
Como laços invisíveis,
Que jamais foram colhidas.
A ânsia de emitir um som,
De contrapor, sem parâmetros ou critérios,
Dobraram esquinas intempestivas,
Mas desguarnecidas.
Alados foram os cenários construídos,
Voejos enganosos e aflitivos.
Levaram ao assombro.
Frustações alheias,
Não foram caminhos para serem percorridos ou seguidos,
A direção e sentido é próprio,
Inerente a cada ser.
Como ilação a solidão,
Tino refletir,
Atos passados não voltam.
Escutar ainda é um bom conselho,
Remédio também a dor e ao sacrifício.

Mandala de madeira velha Borboleta sobre Flores

Essa é uma mandala de madeira velha que pintei com tema “Borboleta Sobre Folhas”, pintada com tinta acrílica, numa releitura do trabalho de Argina Seixas, artista plástica reconhecida nacional e internacionalmente.

Essa madeira foi oriunda de um tampo de um banco com mais de 50 anos, de madeira Angelim Pedra e que seria queimada nos fotos das padarias e pizzarias, destruindo um pedaço de madeira que duraria para sempre.

A minha missão é dar uma nova vida para essa e para todas as madeiras que encontro jogadas fora, nos lixões, nas ruas, pintando sobre elas temas que envolvam representantes de nossa fauna e de nossa flora.

Assim as madeiras velhas, que iriam para o lixo,  passam a ter uma nova utilidade como elementos de decoração e até mesmo como peças utilitárias para uso nas casas e nas empresas.

Para quem quiser aprender sobre como recuperar essas madeiras e transformá-las em belas obras acesse o nosso novo canal: youtube.com/tvrota232 que estaremos disponiblizando vídeos sobre nossas criações e nossos trabalhos.

Paulo Sales é advogado e poeta

O pensamento puro como mel, Sem a mente deformada ou corroída pela vida, A imaginação é fiel, Sonha o adolescente, Nas asas da paixão. Coração terra imensurável.

Firme e calmo, Como mar de águas mornas, Repleto de segredos inefáveis, Nasce o primeiro amor, Silencioso fenômeno, De intensidade e encantamento.

Falam os olhos amantes, Sob o reflexo do pôr-do-sol, Sagrados como uma prece, De doce encanto. Hipnotizado, Pelas belas flores, Colhidas nos jardins até então desconhecidos, Emanam perfumes de ingenuidade. Imaginação púbere, Fantasias, a união eterna.

Espaço inexiste para desilusão. Acorda o jovem, nasce o homem, Sementes que foram preparadas, Jamais serão plantadas. A maturidade não foge a razão, O adulto deixa de amar, Silencia o instinto natural, No peito encerra, Mas leva consigo uma lembrança, Uma eterna recordação.

 

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