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Por Tomaz de Aquino
jornalista

foto da web

cardeal-do-nordeste cujo nome científico é: Paroaria dominicana), é popularmente conhecido como galo-da-campina, galo-de-campina, cabeça-vermelha ou simplesmente cardeal, é uma ave passeiforme da família thraupidae.

Uma espécie muito comum no nordeste, passou por um período de quase extinção e em função do contrabando foi sendo levada para outras regiões e nos dias atuais já é possível encontrá-la na região sudeste.

Em função da cobertura da cabeça em tons de vermelho, foi logo apelidada de “cardeal” por lembrar os cardeais do vaticano com seus mantos e suas boinas de um vermelho vivo, semelhante aos do pássaro.

Mede cerca de 17 cm de comprimento, cabeça anterior e garganta vermelhas sem topete, abdome branco, costas acinzentadas.

Vive em bandos nas caatingas principalmente em áreas menos habitadas do nordeste e se alimenta de sementes, bagas e insetos.

Fonte: Enciclopédia de Aves do Brasil

 

A Artes da Serra, localizada no Polo Moveleiro de Gravatá, convida você para conhecer as novidades em redes, mantas, tapetes, cortinas, crochés que acabaram de chegar para o período junino e já estão disponíveis na loja.

São centenas de artigos como os tapetes decorativos com aplicações de elementos decorativos inspirados na fauna e na flora da região, como galinhas, corujas e também flores estilizadas, para embelezar o seu espaço e deixar a sua casa muito mais bonita.

A Artes da Serra fica na rua Duarte Coelho 167 – B – Polo Moveleiro de Gravatá e funciona de terça feira a domingo das 8:30h até às 18:30h. Para mais informações passe um zap para 81 996571757 ou 9.99253230 e fale com Célia ou Mima.

Uma amostra dos tapetes recebidos

Por Tomaz de Aquino

Muito Triste com essa notícia trazida pelo jornalista Mário Flávio e que nos consterna a todos. A história não se vai porque as suas obras ficam para relembrar todo seu talento e dom de trabalhar com o barro. É uma grande perda para a arte que acontece no dia que começa o recife Feito a Mão, evento que mostra a beleza dos artesãos. Severino é pó, trabalhou com o pó e agora ao pó retorna, como diz a Bíblia.

Do blog do Mario Flávio
Morreu na madrugada desta segunda-feira (7) o artesão Severino Pereira dos Santos, conhecido como Mestre Severino Vitalino, de 78 anos. Ele estava internado no Hospital Mestre Vitalino (HMV), em Caruaru, desde o dia 28 de outubro, após sofrer um infarto agudo do miocárdio.O artesão foi submetido a cirurgia de revascularização do miocárdio no dia 08 de novembro. Portador de doença pulmonar ocupacional, evoluiu com insuficiência respiratória e renal, teve tempo prolongado de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e evoluiu na enfermaria com delirium (raciocínio confuso e consciência reduzida).No dia 28 de novembro, ele apresentou rebaixamento do nível de consciência por quadro infeccioso e deu entrada na unidade coronariana no dia seguinte, sendo entubado e sedado.Histórico

Severino Pereira dos Santos, o Severino Vitalino, nasceu no sítio Campos-PE em 1940. Ainda criança se mudou com sua família para o Alto do Moura em Caruaru, onde vive até hoje. Severino é filho do mestre Vitalino e continuador de sua obra.

Com o mestre Vitalino, Severino aprendeu a modelar o barro. Desde muito pequeno já ajudava seu pai a fazer as pecinhas de barro; até hoje faz questão de manter o estilo do pai. Com técnica apurada, molda no barro as obras que correram o mundo como: a banda de pífanos, a família de retirantes, o boi, Lampião e Maria Bonita, dentre outras.

Ele atendia na antiga casa do seu pai no Alto do Moura hoje funciona a Casa Museu Mestre Vitalino. Severino era o responsável pelo local, onde também utiliza para comercializar suas peças. Lá ele era o responsável por receber os visitantes e contar as histórias sobre seu pai, tarefa que dá muita satisfação.

 

Papagaio Brasileiro

A pintura é a minha forma de me reencontrar e de me reconectar comigo mesmo, para poder me conhecer e assim me religar com o meu Deus. Esse papagaio foi feito a pedido de uma amiga que tem pelos bichos um grande amor. O ex presidente João Figuerêdo, disse certa vez que preferia o cheiro dos cavalos ao dos homens.

Eu prefiro o dos homens porque assim posso auxiliar aos que necessitam e para isso misturo com o cheiro das tintas, dos vernizes, das telas e das madeira que quando sendo cortada exala o seu perfume, perfumando o machado que a corta. É assim que devemos agir, ou seja, devemos perfumar os machados que tentam nos derrubar, nos cortar e nos machucar. A todos um bom dia e que você encontre os cheiros que lhe façam viver e ser feliz.

Acesse: www.rota232.com.br

Oferta para São João: essa casa por apenas R$ 100.000,00 para você!

Para os apaixonados por aventura que gostam de escuridão e topam andar a noite toda por dentro do mato, nos lamaçais, seja de carro, moto, bike ou jipões então você não pode perder a 14ª Trilha do Bacurau em Gravatá.

A saída vai acontecer no sábado 18, às 18 horas, no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, na quadra do povo, onde haverá apresentações e preparação para a largada os tickets custam apenas R$ 35, para ninguém ficar de fora, então não perca a 14ª Trilha do Bacuaru de Gravatá.

Apoio: Galeria Rota 232

A Open House comemorou três anos nesta sexta feira registrando mais um case de sucesso na cidade. A Open house é responsável por um grande número de projetos bem sucedidos e Dayse, Patrícia, Danusa, João Carlos, Renato e os parceiros do escritório fazem questão de dizer que vão com tudo ao lado da Dayse.

https://bit.ly/2LqBTLP

A presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá – ALAG, Célia Soares, junto com os Acadêmicos, Terezinha Carvalho, Anchieta Antunes e Dea Coirolo participaram de um evento que trouxe ao município representantes representantes da tribo da Aldeia Xucuru do Ororubá da cidade de Pesqueira, com seus trajes típicos e artefatos artesanais, destacando suas saias de palha, barretinas, cocais, maracás e outros elementos tradicionais do dia a dia dos índios nas suas comunidades, dentro do projeto pedagógico “Vivenciando Cultura Indígena”.

A gestora da Escola Céu Azul professora Joseane Paz  e a Professora Maria do Carmo da Silva,responsáveis pelo projeto estimularam os estudantes a dançarem, ouvirem palestras sobre os diferentes aspectos da vida Indígena e conhecer os instrumentos e as músicas, bem como as refer~encias às suas crenças e saberes.

Para nós que fazemos parte da ALAG essa troca de experiências tem influência não só na dança, mas também na arte, na música e na literatura e nos convencemos cada vez mais sobre a necessidade de colaborarmos com projetos que visem divulgar, defender e preservar a cultura indígena, disse Célia Soares.

Nós que fazemos a Escola Céu Azul estamos muito felizes com o resultado do projeto e também com a interação na sociedade agradecendo aos acadêmicos que aqui compareceram para prestigiar essa grande evento e que com certeza vai fazer do calendário escolar, afirmou Joseane Paz, diretora da escola.

Anchieta Antunes membro da ALAG deu os parabéns aos gestores e professores da instituição de ensino pelo belo trabalho realizado que tem como objetivo o resgate dos valores da vida dos povos indígenas de Pernambuco.

Sou obreiro, mas pode me chamar de artesão ou operário.
Trabalho por 12 horas com prazer e dedicação.
Servindo de um avental e de instrumentos peculiares,
Dou forma a objetos primitivos,
Busco a perfeição, com tolerância e muita persistência.
Lapidando-os com paciência.

Embora tenha a força necessária,
Utilizo da sabedoria para alcançar a beleza na forma.
Quando o cansaço beira o extremo,
Sirvo-me do livro da lei para obtenção de conforto e alimento.

No dever para com a humanidade o labor é constante,
Tão e quão difícil é banir o vício da sociedade,
Como também o é fazer perpetuar sua virtude.

Por Paulo Sales advogado e poeta

Para você que está em Gravatá nesse feriado algumas opções para o seu dia do trabalhador.

Gravatá foi pensada pelo visionário Joaquim Didier como se fosse uma cidade da Europa e dessa forma grandes avenidas: largas, compridas, como a que leva seu nome e também a rua João Pessoa, a Agamenon Magalhães e outras foram implantadas no município para que se tivesse traços europeus na região que passou também a ganhar os seus belos chalés.

Dessa forma muitas construções com aspecto europeu começaram a surgir na cidade e aos poucos ela foi ficando conhecida e sendo procurada por muita gente que queria o clima de montanha, a paisagem do agreste e uma vida de interior.

Evidente que muitas dessas coisas ficaram no passado, mas ainda temos símbolos desse período áureo onde o couro trouxe riqueza e desenvolvimento para o Agreste.

Se você está está em Gravatá nesse feriado, poderá visitar o polo moveleiro (foto: de uma das lojas da rua do artesanato) e depois o centro histórico da cidade, sem a agitação do do dia a dia, com estacionamento livre e assim observar a arquitetura dos belos prédios e casarões, como: a Prefeitura, a Câmara, a Casa da Cultura, o Salão 3 esses (3S`s), Os Casarões da Joaquim Didier, a Estação do Artesão e outras belas edificações que datam do inícios do século XX.

Venha para Gravatá Lugar de Gente Feliz.

Paulo Sales advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco.
Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder.
A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.
Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas.
Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis.
Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção.
Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.
Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra.
Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados.
A fraternidade, a fertilidade da romã. Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho.
O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos.
No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

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