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Começou no sábado 2 e termina hoje às 19 horas o primeiro Encontro Cultural de Garanhuns realizado pelo radialista e Dj Fernandinho, (Fernando Monteiro) que reuniu num só espaço todas as expressões da arte e da cultura como música, artes plásticas, dança, artesanato e muitas outras apresentações que deram ao evento um tom de vanguarda e que já integra o calendário de eventos de Garanhuns.

A partir de agora e todos os anos a cidade de Garanhuns passa a contar no período de carnaval com o Encontro Cultural dando uma opção diferenciada para quem prefere o descanso, a boa música, um bom espetáculo e tudo isso em contato com a natureza preservada e exuberante do Parque Pau Pombo.

É mais uma opção no calendário turístico de Pernambuco que passa a oferecer eventos de qualidade feitos por quem vive, defende, preserva e promove a arte e a cultura, elevando o nome da cidade e dando oportunidade a artistas que de outra forma não seriam lembrados.

O Encontro Cultural de Garanhuns continua hoje com início às 11 horas e vai até às 19 horas com muita música, muita dança, belas obras de artistas plásticos, o trabalho fantástico dos artesãos e muita cultura.

 

 

 

Para quem  não gosta de carnaval, nada melhor do que um encontro cultural com música, dança, artes plásticas e muito bate papo e muitos encontros de artistas, artesãos, cantadores de viola, declamadores, poetas e amigos.

Foi assim que começou hoje e vai até o dia 5, o 1º Encontro Cultural de Garanhuns no Parque pau Pombo – Rubem Van Der Linden – promovido pelo DJ e diretor da rádio Antena Web, Fernandinho que teve a ideia de aproveitar os dias de momo para disseminar arte e cultura para àqueles que preferem ficar distantes da folia.

Vários artistas plásticos pintando ao vivo e a cores ao som de mésica de viola encantando aos presentes e ajudando a mostrar que a arte sempre será viva e não morre com três dias de carnaval. A arte é o ano todo e o carnaval uma semana.

Você que está em Garanhuns e quer uma programação diferenciada com MPB, bossa nova, duplas sertanejas, artistas plásticos, poetas então venha para o Parque Rubem van Der Linden todos os dias das 11 da manhã às 5 da tarde. O espaço é aberto para todos os artistas, cantores e você pode mostrar a sua criação para todos.

Acesse: www.rota232.com.br

 

Móvel: armário em madeira reaproveitada (MDR), com ferrolho original, com pintura de pássaro da espécie Concriz, típica do Nordeste, em acrílica sobre madeira, pintado pelo artista plástico Aquino de Gravatá.

Altura 1,00m, largura 45cm, profundidade 40cm, com três prateleiras.

Preço: R$ 500,00 (quinhentos reais) entrega até 100Km partindo de Gravatá.

Concriz ou Corrupião

O colega artista plástico Java Araújo encerra hoje (31) a sua bela exposição “Sereia é mulher e a outra metade, o que ela quiser” na galeria Ronaldo White no Sesc Garanhuns.

A sua obra tem um toque surrealista e foi baseada numa enquete nas redes sociais onde perguntou as mulheres se elas fossem sereia o que seriam da outra metade, as repostas foram transformadas em pinturas com técnicas misturadas desde a aquarela, passando pela acrílica, bico de pena, bem como utilizando elementos que remetem ao mar como pintura de sereias dentro das latinhas de sardinhas, dando um toque todo especial ao seu trabalho.

E assim surgiram mulheres aladas, tempestades, coração, vulcões e dessa forma nasceram as formas de novas mulheres que encantou a todos que visitaram o espaço e puderam desfrutar do universo de cores e ideias singulares do universo feminino.

Agradeço o convite porque assim pude acompanhar um pouco da trajetória desse grande artista o Java Araújo e agora aguardamos com ansiedade a publicação do seu livro com um apanhado de várias ilustração que fez ao longo de mais de 20 anos, desde quando resolveu se dedicar as artes plásticas.

 

 

Desconforto é motivo para crescimento

Quando você se sentir desconfortável, enfrentando graves problemas e a mercê de predadores, de inimigos e de falsos amigos, lembre-se sempre que é nesse momento que você pode realizar mudanças significativas na sua vida.

Um exemplo de crescimento no desconforto quem nos dá é LAGOSTA!

Ao crescer a sua carne que é mole, maleável, começa a ficar apertada dentro da sua casca que é fixa, rígida e não acompanha a sua expansão, o seu desenvolvimento, a sua busca de mais espaço.

A LAGOSTA tem duas opções nesse momento: A primeira a de abandonar a casca que já não serve mais e buscar outro local seguro , que na maioria das vezes é entre as pedras, para se proteger e esperar o nascimento de uma outra casca maior que permita a ela crescer e assim ficar confortável novamente.

A segunda opção é continuar crescendo dentro da casca fixa, dura, sem espaço, apertando-se cada vez mais, diminuindo a sua possibilidade de crescimento e sem coragem para se libertar e voltar a crescer, morrendo aos poucos e finalmente sucumbindo à situação adversa.

A lição que isso nos ensina é que devemos nos libertar da casca dura que impede o nosso crescimento. Essa casca às vezes é formada pelos nossos medos, pelas nossas decepções, pela nossa importância diante de problemas que não temos o controle.

Como a LAGOSTA temos também duas opções: ou aceitamos viver dentro da casca que nos dão, nos acomodando a uma situação insustentável e assim morrendo aos poucos, muitas tomando remédios para depressão, dia a dia  adoecendo e ficando sem perspectiva e sem futuro.

Ou buscarmos uma nova casca e para isso temos que ter a coragem de abrir mão daquela que falsamente nos protege e nos dá segurança.

Mas só existe uma forma de saber se é a hora de trocarmos a casca imprestável e pesada que carregamos que é não aceitarmos as receitas prontas de quem quer que seja. Só nós podemos tomar a decisão de trocar a casca que pode ser a profissão, a cidade e até mesmo amigos e família, é isso mesmo e não é fácil abrir mão de certas falsas zonas de conforto.

Troque a sua casca, passe um tempo em meio de pedras e volte a ser feliz ou permaneça estagnado no ambiente onde se encontra.

Paulo Sales advogado e escritor

Com todo dinheiro adquirido, Pude comprar tudo que me era desejado.
Comprei carros, que belos carros. Adquiri casas em todos os locais imagináveis, Campo, praia, serra, todas imensas e bem decoradas.
Portador de tanto dinheiro trouxe a companhia de várias pessoas, Que nunca me deixavam sozinho um instante sequer.
Recebia elogios de atos, que jamais havia praticados, ou de palavras que não foram ditas. Com tantos recursos financeiros, fui o conquistador das mais belas mulheres, As mais belas joias, As mais caras e apreciadas peças de arte, de artistas que pouco me importava suas histórias.
Não falo que o dinheiro não compra a saúde, pois de fato não compra, mas ajuda muito no tratamento e no alivio a dor.
Só não consegui comprar o tempo, Pois o tempo não retrocede, Só depois de sua passagem lenta e quase imperceptível, é que podemos valorar sua importância. Concluímos depois de anos que amigos são aqueles que admiram nossos corações e não nossa posição social.
Que carros, joias e imóveis, alimentam apenas uma fantasia social, mas nunca serão objetos de contemplação espiritual.
A mulher tua companheira está ao teu lado, pelo valor imensurável de um bem maior, que é você.
O tempo é cruel, pois por muito não nos deixa a oportunidade de consertar nossas falhas.
O tempo ensina, traz sabedoria, Mas a vida é um espaço de tempo, um instante, um fio, que não podemos desperdiçá-lo com coisas vãs, mas preenche-lo com ensinamentos para um novo tempo.

– O DA ETERNIDADE.

Olinda, olindamente linda.
Olinda dos quatro cantos, Olinda dos seus encantos.
Olinda dos pretos velhos, dos maracatus, de sua ciência e candomblé.
Olinda de bajado, suas obras e quadros.
Olinda para a vida inteira de amar, de marrom brasileiro, de ladeiras e alma.
Olinda do coco de Serginho, de Dona Selma e ferrugem, Olinda dos carnavais, de dona Laura, eterna menina do ‘Olinda quero cantar’, marim dos Caetés, pitombeira e elefante; virgens, capoeira, alto da sé.
Olinda de Silvio Botelho, um espelho de seus personagens.
Olinda magia, eterna poesia, Olinda dos Sonhos que nunca me deixa acordar.
Por Paulo Sales
Advogado e poeta

 

Porque o simples traz felicidade

Na cidade de Lajedo há uns 30 Km de garanhuns, o agricultor desfilou com sua carroça carregada de capim para o seu gado, como se estivesse no sambódromo, fazendo malabarismos e acrobacias, de pé em cima do feixe que se derramava, se espalhava e cobria toda carroça.

Na frente, impávido e tranquilo seguia o cavalo para o seu destino, cumprindo a sua sina para a qual foi designado, não por Deus mas pelos homens, que segundo os “sabidos”, é o homo sapiens, mas li que ele está muito mais para “non sapiens” ou seja não não sabe nada.

Assim como o condutor daquele “carro alegórico” natural que não sabe que vive longe da correria, do estresse, da ambição desenfreada e não sabe que de certo modo é feliz.

Porque a felicidade não consiste no ter, mas no ser e ele é! o ter é um açude que nunca enche, o ser é uma fonte que nunca seca.

Por isso valorize as coisas simples, perca tempo observando cenas cotidianas como as flores, os animais, o por do sol, encontre o que lhe faz bem e faça, viva para ser feliz e não para ser rico. A riqueza não depende de você, por mais que digam e ensinem o contrário, mas a felicidade sim, essa depende de você, é você que constrói.

Crie o seu carro alegórico, monte nele e desfile feliz na sua vida fazendo o sinal de legal, como o condutor dessa “carroça alegórica”, isso é o que se chama de coach.

Por Tomaz de Aquino
jornalista e escritor.

Paulo Sales advogado e escritor

Nas trevas da calamidade, Que ultrapassa o suportável, Não tenhas medo da escuridão, O escuro não é palco, Nem prêmio a Solidão. O temor da noite, E sua insônia, Ferida maligna, Que atormenta a alma, Alucina, Em verdadeiro açoite.

Embriagado pelos atos em desalinho Sonoro é o pensamento que perturba, Canto a consciência perdida, Solo a intransigência, Soneto ao egoísmo, Concerto a ironia.

A orquestração dos comportamentos, Ressurge com o maestro Sol, Novas paisagens, sensações e percepções. Refazem a canção da vida. Tornando a noite um acalanto, O escuro um abrigo, E o sono, uma premiação ao sonho.

Sempre que viajo gosto de trazer do lugar para onde fui uma pedra. Escolho aleatoriamente aquela que mais chama a minha atenção pela sua forma, textura e tipo. Assim quando retorno para minha casa, vou para o meu ateliê e pinto a pedra que trouxe.

Muitas guardei, muitas vendi e outras tantas estou pintando.

Daqui pra frente as que forem frutos de minhas viagens serão guardadas numa coleção particular sobre os lugares que já passei, assim vou pintar em cada uma o que for característico da cidade que estarei visitando.

Essa onça pintada foi feita numa pedra – um seixo – original do Rio Amazonas, colhida na cidade de Manaus, ou seja tem história, foi sendo moldada a milhões e milhões de anos atrás e agora vira uma peça de decoração. Essa ainda será vendida porque já me comprometi, mas as outras serão expostas ao público só para visitação.

Iniciarei hoje um coleção de gatinhos a pedido da minha amiga e colega corretora Cris. Serão pintados 10 gatos, esses para venda claro e você pode adquirir na nossa galeria qu fica na Rua 15 de Novembro 1171 -= N. S. das Graças – Gravatá – Pe, ou no nosso zap 81 9.99892523.

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