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A primeira Igreja Batista de Gravatá convida você e sua família para a comemoração dos 25 de sua congregação no bairro Novo.

A Palavra será ministrada pelo pastor Joelson Rocha da Igreja Batista de Chã Grande com o tema “A importância da congregação na vida de uma comunidade” mostrando o quanto é importante o trabalho de multiplicação de igrejas, células, congregações a fim de atender às comunidades no local onde elas são implantadas e assim facilite o relacionamento dos membros da igreja com os membros da comunidade, criando interações e levando a Palavra de Deus aos bairros, bem como trabalhos e assistência social para os mais carentes.

Para facilitar a ida dos irmãos que não possuem condução uma van será disponibilizada e estará às 19 horas na frete da PIB Gravatá, na Av. Joaquim Didier nº 103 e assim você poderá participar desse evento religioso que com certeza marcará a história dos irmãos da Igreja Batista de Gravatá que tem na sua direção o pastor Leonardo Cavalcante.

A Congregação do Bairro Novo da Primeira Igreja Batista de Gravatá tem na coordenação o seminarista e futuro pastor George Cavalcante e fica na rua Jasmelino Correira de Lima nº 405 Bairro Novo, após o mercadinho de paulo.

A presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá – ALAG, Célia Soares, junto com os Acadêmicos, Terezinha Carvalho, Anchieta Antunes e Dea Coirolo participaram de um evento que trouxe ao município representantes representantes da tribo da Aldeia Xucuru do Ororubá da cidade de Pesqueira, com seus trajes típicos e artefatos artesanais, destacando suas saias de palha, barretinas, cocais, maracás e outros elementos tradicionais do dia a dia dos índios nas suas comunidades, dentro do projeto pedagógico “Vivenciando Cultura Indígena”.

A gestora da Escola Céu Azul professora Joseane Paz  e a Professora Maria do Carmo da Silva,responsáveis pelo projeto estimularam os estudantes a dançarem, ouvirem palestras sobre os diferentes aspectos da vida Indígena e conhecer os instrumentos e as músicas, bem como as refer~encias às suas crenças e saberes.

Para nós que fazemos parte da ALAG essa troca de experiências tem influência não só na dança, mas também na arte, na música e na literatura e nos convencemos cada vez mais sobre a necessidade de colaborarmos com projetos que visem divulgar, defender e preservar a cultura indígena, disse Célia Soares.

Nós que fazemos a Escola Céu Azul estamos muito felizes com o resultado do projeto e também com a interação na sociedade agradecendo aos acadêmicos que aqui compareceram para prestigiar essa grande evento e que com certeza vai fazer do calendário escolar, afirmou Joseane Paz, diretora da escola.

Anchieta Antunes membro da ALAG deu os parabéns aos gestores e professores da instituição de ensino pelo belo trabalho realizado que tem como objetivo o resgate dos valores da vida dos povos indígenas de Pernambuco.

Sou obreiro, mas pode me chamar de artesão ou operário.
Trabalho por 12 horas com prazer e dedicação.
Servindo de um avental e de instrumentos peculiares,
Dou forma a objetos primitivos,
Busco a perfeição, com tolerância e muita persistência.
Lapidando-os com paciência.

Embora tenha a força necessária,
Utilizo da sabedoria para alcançar a beleza na forma.
Quando o cansaço beira o extremo,
Sirvo-me do livro da lei para obtenção de conforto e alimento.

No dever para com a humanidade o labor é constante,
Tão e quão difícil é banir o vício da sociedade,
Como também o é fazer perpetuar sua virtude.

Por Paulo Sales advogado e poeta

Para você que está em Gravatá nesse feriado algumas opções para o seu dia do trabalhador.

Gravatá foi pensada pelo visionário Joaquim Didier como se fosse uma cidade da Europa e dessa forma grandes avenidas: largas, compridas, como a que leva seu nome e também a rua João Pessoa, a Agamenon Magalhães e outras foram implantadas no município para que se tivesse traços europeus na região que passou também a ganhar os seus belos chalés.

Dessa forma muitas construções com aspecto europeu começaram a surgir na cidade e aos poucos ela foi ficando conhecida e sendo procurada por muita gente que queria o clima de montanha, a paisagem do agreste e uma vida de interior.

Evidente que muitas dessas coisas ficaram no passado, mas ainda temos símbolos desse período áureo onde o couro trouxe riqueza e desenvolvimento para o Agreste.

Se você está está em Gravatá nesse feriado, poderá visitar o polo moveleiro (foto: de uma das lojas da rua do artesanato) e depois o centro histórico da cidade, sem a agitação do do dia a dia, com estacionamento livre e assim observar a arquitetura dos belos prédios e casarões, como: a Prefeitura, a Câmara, a Casa da Cultura, o Salão 3 esses (3S`s), Os Casarões da Joaquim Didier, a Estação do Artesão e outras belas edificações que datam do inícios do século XX.

Venha para Gravatá Lugar de Gente Feliz.

Paulo Sales advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco.
Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder.
A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.
Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas.
Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis.
Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção.
Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.
Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra.
Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados.
A fraternidade, a fertilidade da romã. Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho.
O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos.
No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

Paulo Sales é advogado e poeta e escreve para a Rota 232 às quartas feiras

Agora pode-se ouvir o tempo,
Anunciado instante por instante.
As palavras tornavam-se leves,
Como laços invisíveis,
Que jamais foram colhidas.
A ânsia de emitir um som,
De contrapor, sem parâmetros ou critérios,
Dobraram esquinas intempestivas,
Mas desguarnecidas.
Alados foram os cenários construídos,
Voejos enganosos e aflitivos.
Levaram ao assombro.
Frustações alheias,
Não foram caminhos para serem percorridos ou seguidos,
A direção e sentido é próprio,
Inerente a cada ser.
Como ilação a solidão,
Tino refletir,
Atos passados não voltam.
Escutar ainda é um bom conselho,
Remédio também a dor e ao sacrifício.

Mandala de madeira velha Borboleta sobre Flores

Essa é uma mandala de madeira velha que pintei com tema “Borboleta Sobre Folhas”, pintada com tinta acrílica, numa releitura do trabalho de Argina Seixas, artista plástica reconhecida nacional e internacionalmente.

Essa madeira foi oriunda de um tampo de um banco com mais de 50 anos, de madeira Angelim Pedra e que seria queimada nos fotos das padarias e pizzarias, destruindo um pedaço de madeira que duraria para sempre.

A minha missão é dar uma nova vida para essa e para todas as madeiras que encontro jogadas fora, nos lixões, nas ruas, pintando sobre elas temas que envolvam representantes de nossa fauna e de nossa flora.

Assim as madeiras velhas, que iriam para o lixo,  passam a ter uma nova utilidade como elementos de decoração e até mesmo como peças utilitárias para uso nas casas e nas empresas.

Para quem quiser aprender sobre como recuperar essas madeiras e transformá-las em belas obras acesse o nosso novo canal: youtube.com/tvrota232 que estaremos disponiblizando vídeos sobre nossas criações e nossos trabalhos.

Paulo Sales é advogado e poeta

O pensamento puro como mel, Sem a mente deformada ou corroída pela vida, A imaginação é fiel, Sonha o adolescente, Nas asas da paixão. Coração terra imensurável.

Firme e calmo, Como mar de águas mornas, Repleto de segredos inefáveis, Nasce o primeiro amor, Silencioso fenômeno, De intensidade e encantamento.

Falam os olhos amantes, Sob o reflexo do pôr-do-sol, Sagrados como uma prece, De doce encanto. Hipnotizado, Pelas belas flores, Colhidas nos jardins até então desconhecidos, Emanam perfumes de ingenuidade. Imaginação púbere, Fantasias, a união eterna.

Espaço inexiste para desilusão. Acorda o jovem, nasce o homem, Sementes que foram preparadas, Jamais serão plantadas. A maturidade não foge a razão, O adulto deixa de amar, Silencia o instinto natural, No peito encerra, Mas leva consigo uma lembrança, Uma eterna recordação.

 

A Pousada Ecológica Sempre Verde, é um oásis que surpreende pela sua localização e atrativos.

No meio do agreste, no brejo de altitude, rodeada de resquícios da Mata Atlântica, ambiente repleto de nascentes o que gera  um clima úmido e faz nascer uma vegetação frondosa surgindo de dentro dos brejos verdes.

Na região as noites são  sempre frias e os dias agradáveis e refrescantes a 800 metros de altitude, com belas vistas panorâmicas na serra mais alta de Gravatá.

A Pousada promove cursos, vivências e excursões e amanhã dia 22.03 a excursão oferecerá aos aventureiros, transporte em pau de arara, comida orgânica, trilhas pela Mata Atlântica, banho de cachoeira e um show especial  com Mauricio e Marcelo Meneses. Para esse evento a dupla preparou um repertório que remete à abertura da consciência espiritual e ecológica.

Para mais informações acesse: www.sempreverde.tur.br

Vamos GravatearLá de cima do cruzeiro
Vejo uma paisagem infinita
Que um dia Osiris Caldas
Chamou de “Cidade Bonita”.

Desço pela frente do cemitério
Morada de quem sai dessa vida
Ao encontro do grande mistério
Fazendo a derradeira despedida.

Ou desço pelo outro lado
admirando o belo fim de tarde
Lentamente, degrau por degrau
Na histórica escada da felicidade

Vou andando pela rua Sete
Sento um pouco  na Praça Dez
curto a brisa do agreste
Descanso um pouco os meus pés.

De cima do Pontilhão
Olho a montanha esverdeada
Depois visito a Matriz
E a sorveteria Alvorada

Sigo em frente
Passo na Casa da Cultura
Conheço a história dessa gente
Que tem história de fartura

Admiro a Câmara, a Prefeitura
As Salesianas e muito mais
Vejo a beleza da Arquitetura
Dos casarões sem iguais.

Vou à estação do Artesão
Pertinho da linha do trem
Conheço o artista gravataense
Cuja arte igual por aí não tem.

A bonequinha da sorte
Ninguém vai deixar de levar
Neste passeio formidável
Pelas belas ruas da bela Gravatá

Na frente da estação
Vejo escritor, artista e poeta
Vou à Academia de Letras e Artes
Onde o talento tem parada certa

No outro lado da rua
Posso admirar
O pátio de eventos
Chucre Mussa Zarzar

Não descansarei um segundo,
Mas cansado não vou ficar
Respiro o melhor clima do mundo
Na minha querida Gravatá

Conheço mais ainda
Se tempo tiver para andar
Na área seca ou na área molhada
Opção não vai me faltar.

Túneis, flores e cachoeira
Chalés, montanhas e matas
Rio, açude e ladeira
Beleza natural é o que não falta.

É beleza de leste a oeste
Não posso deixar de me lembrar
Das mais belas flores do agreste
As lindas mulheres de Gravatá.

Amo a minha Gravatá,
Um lugar de gente feliz e bonita
E como eterno turista
Sempre vou Gravatear
E amar a minha Gravatá
Por isso vamos gravatear

Eu Gravateio
Tu Gravateias
Ele Gravateia
Nós Gravateamos
Vós Gravateais
Eles Gravateiam

Por Tomaz de Aquino
Jornalista e escritor

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