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“Às vezes quando pensamos que estamos ajudando, estamos – na verdade – prejudicando”

Em todos os momentos que interferimos no curso natural das coisas duas coisas podem acontecer: teremos construção ou destruição. Por isso, é muito importante que tenhamos claro o que pretendemos com nossa ação.
Uma borboleta se debatia freneticamente  para ultrapassar a janela de vidro e assim ganhar a liberdade. Ela não sabia que não poderia passar com a janela fechada e insistia, insistia, pois aquela era a sua missão naquele momento e seu instinto dizia que aquela claridade era o espaço que buscava para continuar a sua vida.
Voava, batia no vidro da janela e voltava a cair, passava alguns segundos e retomava sua vontade de buscar a liberdade e ficava voando, batendo nos vidros e assim até se cansar, se fadigar e em muitos casos até morrer.
Ao ver aquela cena decidi ajudar a borboleta e a peguei por uma das suas asas, abri a um pouco a janela e a soltei. Imediatamente ela voou em direção ao infinito. Só que o infinito daquela borboleta se tornou finito de forma muito rápida.
Assim que ela saiu voando, um pássaro também alçou vôo da árvore onde se encontrava e a pobre borboleta só conseguiu voar uns dez metros, sendo capturada pelo pássaro que voltou para o galho da árvore onde estava e fez a sua refeição.
Dessa forma a natureza seguiu o seu curso a borboleta como consumidor primário serviu de alimento ao pássaro consumidor secundário.
O que importa na verdade é que a minha intenção foi a de ajudar aquela borboleta e é assim que todos deveríamos sempre agir, apenas para ajudar.

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