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Tomaz, Tiça, Lu de pé e Rejane também artista plástica numa tarde muito agradável.

A artista plástica Tiça Prota, que tem como característica de seus trabalho pintar suas mandalas, telas, cerâmica, com os dedos é mais uma das pessoas que tomou da água de Gravatá e nunca mais esqueceu a cidade  e deixou de vir sempre que pode para curtir o clima, a paisagem de montanha e as suas belezas naturais, para se inspirar e realizar inúmeros trabalhos com temáticas florais, remetendo as flores de Gravatá, que tem na produção de flores uma de suas bases econômicas.

Quando visita Gravatá Tiça Prota realiza oficinas de pintura no polo moveleiro, mas precisamente na Tapiocaria da Lu, que fica perto da Artes da Serra, ali no número 167 e assim atrai muita gente que se encanta com as suas pinturas e com a sua técnica. Atualmente Tiça debate com alguns amigos um projeto para montar no Polo um espaço voltado para a arte.

Um desses parceiros é o jornalista Tomaz de Aquino que já pensava também em montar a Galeria Rota 232 para ajudar na promoção das artes plásticas em Gravatá.

Portanto em breve mais novidades no Polo Moveleiro com aprovável instalação da galeria Rota 232.

Venha adquiri o seu terreno em até 60 parcelas fixas. Acesse: www.tomazcorretor.com.br

 

Para os apaixonados por aventura que gostam de escuridão e topam andar a noite toda por dentro do mato, nos lamaçais, seja de carro, moto, bike ou jipões então você não pode perder a 14ª Trilha do Bacurau em Gravatá.

A saída vai acontecer no sábado 18, às 18 horas, no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, na quadra do povo, onde haverá apresentações e preparação para a largada os tickets custam apenas R$ 35, para ninguém ficar de fora, então não perca a 14ª Trilha do Bacuaru de Gravatá.

Apoio: Galeria Rota 232

A Open House comemorou três anos nesta sexta feira registrando mais um case de sucesso na cidade. A Open house é responsável por um grande número de projetos bem sucedidos e Dayse, Patrícia, Danusa, João Carlos, Renato e os parceiros do escritório fazem questão de dizer que vão com tudo ao lado da Dayse.

https://bit.ly/2LqBTLP

A primeira Igreja Batista de Gravatá convida você e sua família para a comemoração dos 25 de sua congregação no bairro Novo.

A Palavra será ministrada pelo pastor Joelson Rocha da Igreja Batista de Chã Grande com o tema “A importância da congregação na vida de uma comunidade” mostrando o quanto é importante o trabalho de multiplicação de igrejas, células, congregações a fim de atender às comunidades no local onde elas são implantadas e assim facilite o relacionamento dos membros da igreja com os membros da comunidade, criando interações e levando a Palavra de Deus aos bairros, bem como trabalhos e assistência social para os mais carentes.

Para facilitar a ida dos irmãos que não possuem condução uma van será disponibilizada e estará às 19 horas na frete da PIB Gravatá, na Av. Joaquim Didier nº 103 e assim você poderá participar desse evento religioso que com certeza marcará a história dos irmãos da Igreja Batista de Gravatá que tem na sua direção o pastor Leonardo Cavalcante.

A Congregação do Bairro Novo da Primeira Igreja Batista de Gravatá tem na coordenação o seminarista e futuro pastor George Cavalcante e fica na rua Jasmelino Correira de Lima nº 405 Bairro Novo, após o mercadinho de paulo.

A presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá – ALAG, Célia Soares, junto com os Acadêmicos, Terezinha Carvalho, Anchieta Antunes e Dea Coirolo participaram de um evento que trouxe ao município representantes representantes da tribo da Aldeia Xucuru do Ororubá da cidade de Pesqueira, com seus trajes típicos e artefatos artesanais, destacando suas saias de palha, barretinas, cocais, maracás e outros elementos tradicionais do dia a dia dos índios nas suas comunidades, dentro do projeto pedagógico “Vivenciando Cultura Indígena”.

A gestora da Escola Céu Azul professora Joseane Paz  e a Professora Maria do Carmo da Silva,responsáveis pelo projeto estimularam os estudantes a dançarem, ouvirem palestras sobre os diferentes aspectos da vida Indígena e conhecer os instrumentos e as músicas, bem como as refer~encias às suas crenças e saberes.

Para nós que fazemos parte da ALAG essa troca de experiências tem influência não só na dança, mas também na arte, na música e na literatura e nos convencemos cada vez mais sobre a necessidade de colaborarmos com projetos que visem divulgar, defender e preservar a cultura indígena, disse Célia Soares.

Nós que fazemos a Escola Céu Azul estamos muito felizes com o resultado do projeto e também com a interação na sociedade agradecendo aos acadêmicos que aqui compareceram para prestigiar essa grande evento e que com certeza vai fazer do calendário escolar, afirmou Joseane Paz, diretora da escola.

Anchieta Antunes membro da ALAG deu os parabéns aos gestores e professores da instituição de ensino pelo belo trabalho realizado que tem como objetivo o resgate dos valores da vida dos povos indígenas de Pernambuco.

Sou obreiro, mas pode me chamar de artesão ou operário.
Trabalho por 12 horas com prazer e dedicação.
Servindo de um avental e de instrumentos peculiares,
Dou forma a objetos primitivos,
Busco a perfeição, com tolerância e muita persistência.
Lapidando-os com paciência.

Embora tenha a força necessária,
Utilizo da sabedoria para alcançar a beleza na forma.
Quando o cansaço beira o extremo,
Sirvo-me do livro da lei para obtenção de conforto e alimento.

No dever para com a humanidade o labor é constante,
Tão e quão difícil é banir o vício da sociedade,
Como também o é fazer perpetuar sua virtude.

Por Paulo Sales advogado e poeta

Para você que está em Gravatá nesse feriado algumas opções para o seu dia do trabalhador.

Gravatá foi pensada pelo visionário Joaquim Didier como se fosse uma cidade da Europa e dessa forma grandes avenidas: largas, compridas, como a que leva seu nome e também a rua João Pessoa, a Agamenon Magalhães e outras foram implantadas no município para que se tivesse traços europeus na região que passou também a ganhar os seus belos chalés.

Dessa forma muitas construções com aspecto europeu começaram a surgir na cidade e aos poucos ela foi ficando conhecida e sendo procurada por muita gente que queria o clima de montanha, a paisagem do agreste e uma vida de interior.

Evidente que muitas dessas coisas ficaram no passado, mas ainda temos símbolos desse período áureo onde o couro trouxe riqueza e desenvolvimento para o Agreste.

Se você está está em Gravatá nesse feriado, poderá visitar o polo moveleiro (foto: de uma das lojas da rua do artesanato) e depois o centro histórico da cidade, sem a agitação do do dia a dia, com estacionamento livre e assim observar a arquitetura dos belos prédios e casarões, como: a Prefeitura, a Câmara, a Casa da Cultura, o Salão 3 esses (3S`s), Os Casarões da Joaquim Didier, a Estação do Artesão e outras belas edificações que datam do inícios do século XX.

Venha para Gravatá Lugar de Gente Feliz.

Paulo Sales advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco.
Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder.
A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.
Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas.
Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis.
Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção.
Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.
Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra.
Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados.
A fraternidade, a fertilidade da romã. Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho.
O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos.
No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

Paulo Sales é advogado e poeta e escreve para a Rota 232 às quartas feiras

Agora pode-se ouvir o tempo,
Anunciado instante por instante.
As palavras tornavam-se leves,
Como laços invisíveis,
Que jamais foram colhidas.
A ânsia de emitir um som,
De contrapor, sem parâmetros ou critérios,
Dobraram esquinas intempestivas,
Mas desguarnecidas.
Alados foram os cenários construídos,
Voejos enganosos e aflitivos.
Levaram ao assombro.
Frustações alheias,
Não foram caminhos para serem percorridos ou seguidos,
A direção e sentido é próprio,
Inerente a cada ser.
Como ilação a solidão,
Tino refletir,
Atos passados não voltam.
Escutar ainda é um bom conselho,
Remédio também a dor e ao sacrifício.

Mandala de madeira velha Borboleta sobre Flores

Essa é uma mandala de madeira velha que pintei com tema “Borboleta Sobre Folhas”, pintada com tinta acrílica, numa releitura do trabalho de Argina Seixas, artista plástica reconhecida nacional e internacionalmente.

Essa madeira foi oriunda de um tampo de um banco com mais de 50 anos, de madeira Angelim Pedra e que seria queimada nos fotos das padarias e pizzarias, destruindo um pedaço de madeira que duraria para sempre.

A minha missão é dar uma nova vida para essa e para todas as madeiras que encontro jogadas fora, nos lixões, nas ruas, pintando sobre elas temas que envolvam representantes de nossa fauna e de nossa flora.

Assim as madeiras velhas, que iriam para o lixo,  passam a ter uma nova utilidade como elementos de decoração e até mesmo como peças utilitárias para uso nas casas e nas empresas.

Para quem quiser aprender sobre como recuperar essas madeiras e transformá-las em belas obras acesse o nosso novo canal: youtube.com/tvrota232 que estaremos disponiblizando vídeos sobre nossas criações e nossos trabalhos.

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