Conheça as modalidades do financiamento imobiliário

O financiamento imobiliário ficou muito mais simples nos últimos anos. O acesso ao crédito imobiliário aumentou exponencialmente no Brasil e com isso o sonho de ter a casa própria ficou mais perto de se tornar real. Mas afinal, você sabe quais são as modalidades de crédito imobiliário e quais as suas diferenças?

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Existem duas modalidades de crédito imobiliário no Brasil. O Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e a Carteira Hipotecária (CH ou SFI). Sua principal diferença é o limite do valor do imóvel adquirido para o crédito se encaixar em uma das modalidades.

No Sistema Financeiro Habitacional (SFH) você pode utilizar o FGTS (Fundo Garantidor por Tempo de Serviço) para dar de entrada no seu financiamento ou para amortizar a dívida ao longo do tempo, enquanto que na Carteira Hipotecária (CH) não. Contudo, para o seu financiamento encaixar-se nessa modalidade (SFH), algumas regras precisam ser respeitadas:

– O valor da avaliação do imóvel (que o banco faz para servir de garantia do empréstimo) deve ser igual ou inferior a R$750 mil (Para RJ, SP, MG e DF) para as demais regiões o valor deve ser igual ou inferior a R$650 mil.

– O imóvel deve ser residencial.

Via: Blog do Lopes


Sancionada Lei que trata dos terrenos de Marinha

A Lei Federal 13.139/2015, que trata do parcelamento e da remissão de dívidas patrimoniais com a União, foi sancionada no último dia 26 e publicada hoje no Diário Oficial da União. Entre outras providências, a Lei Federal prevê a isenção de multa dos débitos não inscritos em dívida ativa e vencidos até a edição da lei, desde que pagos à vista no prazo de 180 dias da publicação. Ainda isenta do laudêmio, foro e taxas as pessoas jurídicas de direito privado que prestam serviços nas áreas de assistência social, saúde e educação. Entretanto, o texto não foi sancionado na íntegra. A redução da taxa de laudêmio que deixaria de incidir sobre as benfeitorias foi vetada pela presidência. De acordo com o presidente do Creci-ES, Aurelio Capua Dallapicula, forte representante da causa dos terrenos de marinha, apesar de tais mudanças já serem uma conquista, temos que continuar lutando pelas PECs 53 e 56. Bom dia a todos.

Por João Teodoro presidente do Cofeci


11 Dicas para o corretor imobiliário vender mais

11 dicasO corretor só tem duas opções vender para o cliente que o procura ou procurar o cliente onde ele está. E em qualquer uma dessas duas, ele precisa estar preparado para conquistar o cliente, porque o ramo de vendas é diferente de qualquer outra área.

A realidade mostra que o que se vende hoje é a verdade, em função do novo perfil do cliente.   Acabou o tempo da enganação, o corretossauro está extinto (aquele corretor atrasado e arcaico que acha que vive ainda no tempo da pedrologia e não da tecnologia).

Confira agora as dicas para você vender mais

1 – Avalie imóveis próximos ao que você está vendendo e tenha uma lista para mostrar ao cliente com preços e condições, procure àqueles semelhantes ao seu e que sejam mais caros, pois se o seu cliente já fez isso, vai ver que você trabalha sério e com a verdade como referência;

2 – Faça um vídeo da área do imóvel durante o dia e também a noite para mostrar ao seu cliente evitando que ele faça visitas ao imóvel em horários diferentes e assim protele a compra ou nem a realize;

3 – Faça um estudo do trânsito e do barulho na localidade, principalmente se o imóvel estiver num lugar movimentado. Conhecendo o ambiente e os momentos mais desagradáveis fica fácil comparar  com os mais agradáveis  e assim contra argumentar mostrando as vantagens que ele terá, como por exemplo as horas em que o local passa a ser privilegiado e outras facilidades que ele tenha, como acesso a determinados produtos e serviços que ele não teria se estivesse num local mais calmo, tendo que se deslocar para ser atendido.

4 – Destaque em fotos a infraestrutura que o imóvel possui e tudo o que tem por perto, como ônibus, farmácias, padarias, as ruas que possam ser utilizadas em caso de engarrafamentos ou outros problemas, etc.

5 – Destaque a questão da segurança, faça levantamentos de casos acontecidos e compare com outros de outras localidades. Corretor é pesquisador por natureza tem que levantar dados para poder combater os pontos negativos de seu produto.

6 – Mostre onde vai ser a vaga de garagem que pertence ao imóvel, é importante o cliente saber como vão ficar seus bens, inclusive seu carro, mostre os pontos mais positivos como facilidade para entrar e sair da vaga.

7 – Se for condomínio mostre ao cliente quanto ele vai gastar com água, luz, taxas, etc. É importante uma conversa clara e sem rodeios. Custo é custo e tem que ser mostrado. Caso contrário ele mesmo vai descobrir e não vai ficar satisfeito com você.

8 – Tenha simulações de financiamento de vários bancos destacando a vantagem do seu tipo de parcelamento, comparando com vários tipos de renda que o cliente possa apresentar.

9 – Mostre a legalidade da sua imobiliária ou da sua atuação como corretor habilitado para garantir a credibilidade ao cliente sobre a transação que ele está fazendo;

10 – Indique quanto o cliente vai gastar aproximadamente com escritura, taxas, impostos, etc.

11 – Dê ao cliente informações verdadeiras e veja se o panfleto corresponde ao rela, a verdade, caso contrário bata fotos do local e esqueça a propaganda.

Lembre-se nada disso vai funcionar se você não for honesto.


Terminou o São João de Gravatá ou acabou-se com o São João de Gravatá

As comemorações juninas da cidade de Gravatá mais uma vez decepcionaram não só a população local e a flutuante como também os comerciantes de uma maneira geral.

Por mais que tentem maquear os dados todos nós sabemos que as vendas não foram as esperadas pelo comércio do município e nem a circulação de dinheiro foi pelo menos próxima da que ocorria em eventos juninos passados. Evidente que não somos tolos e sabemos que o país enfrenta uma grave crise e que estamos a caminho de uma recessão, mas também temos consciência de que algumas áreas não olham uma crise com os mesmos olhos, como alimentação, saúde, transporte, vestuário e lazer, nestas, embora diminuindo o volume os gastos e os investimentos continuam porque são fundamentais para o ser humano.

O São João integra a última categoria, na qualidade de um produto turístico e o grande problema da gestão atual não é a crise e sim a falta de planejamento, de preparação, de estratégias e, principalmente de decisões adequadas às necessidades dos comerciantes e dos turistas. Por exemplo, um dos problemas que afetou e afeta o movimento das lojas do polo moveleiro e das ruas centrais é o trânsito. Com o Detran multando até bicicleta e com os grandes engarrafamentos verificados ninguém se arriscava a estacionar fosse onde fosse e os ocupantes dos veículos simplesmente, retornavam, para os lugares onde estavam hospedados desistindo de passear, comprar e se divertir.

Dessa forma, a primeira providência a ser tomada em outros eventos de grande porte, que por sinal não existe mais nenhum programado para os próximos meses, já que o Natal Luz não passa de conversa de políticos, é a decisão política de fechar algumas ruas da cidade, como Duarte Coelho no  polo moveleiro e as ruas centrais da ponte do comércio até a Estevam Câmara permitindo que se tornem em grandes passeios públicos para que a população possa usufruir dos espaços urbanos de maneira mais satisfatória e sem pressões de policiamento e punições.

A 15 de Novembro e a Agamenon Magalhães tem que funcionar apenas com uma mão desde o Posto Petur até o sinal da Ponte do Comércio, todas as ruas transversais servem como escoadouros para retorno ou para as pessoas se dirigirem até as suas residências ou para supermercados, bares e restaurantes. A perimetral seria também mão única para o centro desde a Volta do Rio até a BR232 e a via local seria sempre, eternamente do jeito que fica nos grandes eventos, ou seja a via da direita mão para quem vai para Caruaru e a da esquerda mão para quem vem para o Recife.

Com o tempo a população ia se acostumar a fazer retornos maiores para ter mais fluidez e menos acidentes. O que a longo prazo significaria economia para em várias áreas como na saúde por exemplo. A questão do turismo propriamente dito, essa não quero nem falar. Disseram tratar-se de um São João que resgata as tradições juninas, pura conversa, não resgatou nem tradição, nem turistas, nem investimentos e nem negócios que a cidade sempre realizou. Mais uma vez a prefeitura não faz o bê a bá e prejudica comerciantes, desde os de artesanato até os que vendem pamonha e cachorro quente.

A cidade de Gravatá vive do turismo e do turista e são os moradores de segunda residência que ajudam a fomentar a economia do município, investindo nas suas casas, contratando mão de obra, gastando no dia a dia da cidade e despertando o interesse de amigos e parentes que os acompanham a também se tornarem moradores de segunda residência e assim ampliarem essa multidão que investe, compra e quer se divertir.

Nas festas de Gravatá, nos últimos tempos o que temos são os showzeiros de plantão de todas as cidades vizinhas  que só vêm para ver as atrações, (isso quando a atração é boa) e foram poucos momentos com grandes atrações. Eles chegam a partir das cinco da tarde, não gastam um centavo na cidade, trazem bebidas, lanches e a única coisa que deixam é lixo, dejetos e confusão. Perdemos o São João para todas as cidades que se preocuparam um pouco mais com o tipo de atração e com a forma como a festa ia acontecer. Isso foi púbico e notório e não estou falando de Caruaru e Campina Grande, Ms de cidades sem tradição de São João, como Bezerros, Limoeiro, Carpina e tantas outras. A prova disso foram as comemorações de São Pedro que levaram nossos turistas para outras plagas e assim ficamos assistindo pela televisão as festas de outras localidades, ao invés de termos a nossa no Pátio de Eventos.

Para concluir o “palhoção” foi um desastre, por mais que queiram dissimular e justificar com argumentos falaciosos de tradicionalismo, a falta de um palco tradicional e tradicional aqui é um palco do tamanho que o turismo de Gravatá merece, até privês montaram palhoções maiores do que aquele que a prefeitura instalou para os festejos juninos. Mais uma vez o Conselho de Turismo não serve para nada, não opina me nada, não faz nada, não propõe nada e nem sequer tem a coragem de denunciar, de cobrar e de discutir alternativas com a população.

Ou a prefeitura repensa a sua forma de gerir a coisa pública, planejando os eventos turísticos de Gravatá, direcionando recursos para as atividades que já se consolidaram como atração turística ou continuaremos como se participássemos de uma quadrilha “junina”, fazendo de conta que dançamos e comemos a canjica e a pamonha, quando na verdade apenas nos cansamos, sem termos os retornos esperados em termos de resultados positivos para os nossos negócios.

Que a cidade discuta os próximos eventos se é que eles vão acontecer, como Festival Nação Cultural, Festival de Negócios e Cultura, Virtuosi (que é o menos problemático, mas que deveria ter uma atenção maior) e, fechando um ano realmente triste, para preparar um Natal Luz que possa ajudar a fechar com chave de ouro esse período de abandono das programações que tantos investimentos trouxeram para o nosso povo. Que Gravatá tenha o Natal Luz que ela merece e que essa luz finalmente ilumine os nossos gestores para que eles pensem na história que estão deixando para ser contada às gerações futuras.


Sindimóveis dá palestra sobre associação imobiliária

palestra dia 2


Classificado Imobiliário #1 – Rota 232


A fé do cristão e a forma de pedir

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

“E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”  (Mateus 21,22).

Esta é a parte final do ensinamento de Jesus sobre a forma de pedir, após amaldiçoar uma figueira que não tinha frutos, exemplificando não somente o juízo de Deus sobre Israel por causa da sua incredulidade, como também ensinando aos Seus discípulos que a fé opera milagres e é a base para a resposta de toda oração quando se pede crendo  (Mateus 21.18-21).  Por mais que alguém tente, não é pelo esforço que sua fé aumenta, mas sim pela Palavra que o leva a crer.

Com relação às petições dirigidas a Deus, ou orações como são mais conhecidas, existe um tremendo conflito dentro de cada peticionário entre os deleites pecaminosos e o desejo de ver cumprida a vontade de Deus e esta fonte de conflito reside nas coisas materiais.  Por isso, o apóstolo Tiago sustenta que esse é o caso de orar pelas coisas erradas, isto é, pede-se mal para gastar em deleites  (Tiago 4.3).   Poucos querem entender que a razão por que Deus não dá o que uma pessoa deseja, é simplesmente o fato de que isso não seria bom para ela  (Filipenses 4.19). Deus não é obrigado a responder às orações de forma afirmativa.  Ele não age de maneira contrária à Sua vontade, nem que esteja cercado de orações fervorosas.  Ele não é Deus de “jeitinho” e todas as vezes que oramos buscando promover nossos deleites pessoais, estamos pedindo mal.   Quando oramos, Deus não se curva à nossa vontade, ao contrário, nós é que devemos nos submeter à boa vontade dEle para nossa vida.

No Getsêmani, Jesus não exigiu do Pai que afastasse o cálice sem Ele beber, mas com humildade disse:  “Faça-se a tua vontade”  (Mateus 26.42).  O rei Salomão quando orou ao Senhor, não pediu um palácio e nem carros para a batalha, mas humildemente pediu “um coração entendido para julgar o povo e com prudência soubesse discernir entre o bem e o mal. E esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor que deu a Salomão até o que ele não pediu”  (1º Reis 3.9-13).  Muita gente, ao contrário de Salomão, ora pedindo casa e carro, mas esquece de pedir saúde para trabalhar e adquirir esses bens materiais (Gênesis 3.19).  A orientação de Deus é “buscar em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça e Ele acrescentará todas estas coisas” (Mateus 6.33).

Muitos estão orando e insistindo como se a mão do SENHOR estivesse encolhida e o Seu ouvido surdo, para não ouvir, mas não querem entender que o insucesso entre os seus pedidos e a carga de iniqüidades está fazendo divisão entre eles e Deus (Isaías 59.1,2).  Ninguém pensa fazer auto-análise das mãos contaminadas de sangue, dedos sujos de iniqüidades, lábios que falam mentiras e língua que profere maldade  (v 3).  Algumas pessoas não podem ser contempladas com os favores de Deus por que: são indiferentes às necessidades dos aflitos  (Provérbios 21.13);   são negligentes à Palavra de Deus  (Provérbios 28.9);  são contenciosas e obedientes à iniqüidade  (Romanos 2.8);  são pessoas de fé duvidosa e incerteza  (Tiago 1.6,7);  são propensas a tratamento agressivo entre marido e mulher, não dando honra ao outro  (1ª Pedro 3.7).   Pessoas que assim procedem, é impossível que Deus as ouça e as contemplem com generosas bênçãos.  Após ser curado por Jesus, o cego de nascença injuriado e expulso da sinagoga pelos judeus, declarou:  “Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores;  mas, se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve”  (João 9.31).

Portanto, “seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem”  (Romanos 3.4).

Por Eliezer Andrade


Instituto Adelmar Bezerra estuda parceria com a Rota232 e Grupo Paiva

IAB

Vanessa Paiva, Tomaz Aquino, Adelmar Bezerra e Allan Paiva: parceria à vista

O instituto Adelmar Bezerra – IAB um dos mais consolidados do Agreste, estuda o fechamento de parceria com o Grupo Paiva e com a Rota 232 para oferecimento de cursos no sistema EAD para concursos e para os corretores.

A parceria evem sendo discutida em três áreas específicas:

1ª – Oferta de pós graduação para tecnólogos, um projeto inédito da Rota232 que em breve estará sendo disponibilizado de forma presencial e numa etapa futura no formato de ensino à distância.

2ª – EAD para concursos, área em que o IAB é especialista e já atua no mercado há 12 anos, sendo um dos estabelecimentos educacionais mais procurados de Caruaru e da região, onde o instituto entra com a experi~encia e a grade educacional e a Rota 232 e o Grupo Paiva com a estrutura tecnológica, jurídica e comunicacional;

3ª – Realização de eventos ligados à área educacional como palestras, seminários, encontros com o objetivo de contribuir para a melhoria dos cursos ofertados pelo IAB – Rota232 e Grupo Paiva.

Na próxima semana uma nova reunião detalha as regras da parceria e os procedimentos necessários para agilização das ações.


Apresentação do Condomínio Alto Indianópolis ao mercado

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Jornalista Tomaz Aquino junto com a equipe da Fabiano Carvalho Imóveis

O gerente da Max Plural, Júlio Souza, convidou os corretores da Fabiano Carvalho Imóveis para conhecer o condomínio residencial Alto Indináopolis. Um café da manhã foi preparado especialmente para a equipe de corretores da empresa que receberam folderes, tabelas e informações sobre o empreendimento.

O Alto Indianópolis traz novos conceitos em termos de produtos como piscinas privativas, jardins integrados e áreas de lazer bem maior sdo que média dos conjuntos residenciais existentes. Além disso a localização foi pensada para que os moradores não tivesse preocupação com trânsito, morassem perto do centro e tivessem fácil acesso na chegada e na saída.

A Rota 232 fez a cobertura do evento e fechou parceria com a Max Plural para divulgação do condomínio em Pernambuco.

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Tomaz Aquino entre Júlio Souza da Max Plural e Fabiano Carvalho


Coluna semanal do Mercado Imobiliário: Por Tomaz de Aquino (27/06)

Leia a coluna semanal deste sábado (27/06), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalista Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 27.06