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Já pensou finalmente você poder comprar seu terreno e ter a sua casa na cidade de Gravatá.
Agora você pode!
Ainda restam algumas unidades no loteamento Serra Nobre que conta com toda infra estrutura de água, luz, ruas abertas com meio fio e prontos para construir.
Além disso, o loteamento Serra Nobre fica nas margens da Perimetral de Gravatá, próximo ao centro da cidade, com fácil acesso para a BR 232 e numa área muito habitada.
É tudo isso que o loteamento Serra Nobre oferece para você e sua família: a grande oportunidade de adquirir o seu lote com preços a partir de R$ 55 mil reais a vista ou financiados diretamente com o proprietário com uma entrada de apenas R$ 13.750,00 e o restante em 60 prestações a partir de R$ 668,00
Agora no carnaval estaremos de plantão esperando por você: ligue ou passe um zap para 9.99892523 ou 9.96154672 ou então www.vejacasa.com.br e fale com Tomaz de Aquino Creci 10.966

 

O Novo coordenador da Câmara Setorial dos Corretores Imobiliários de Caruaru vai apresentar esse mês as suas ideias e projetos para o mercado imobiliário do município e da região.

A Câmara Setorial dos Corretores de Imóveis de Caruaru – Casecoi que integra a Associação Comercial de Caruaru – Acic, é responsável por um dos maiores eventos do segmento, o Salão Imobiliário de Caruaru e outras ações que colaboram para o crescimento do setor imobiliário.

Confira também a nova diretoria da Acic

Presidente: Pedro Leopoldo Nogueira de Miranda
1º Vice-Presidente: Alfredo Alves da Cunha Neto
2º Vice-Presidente: Susiany Ferreira Liberato Ramalho

Vice-Presidentes:
Para assuntos do Comércio: Luverson Lúcio de Lima Ferreira
Para assuntos de Serviços: Marcio Cristiano Mahon e Silva
Para assuntos da Indústria: José Carlos Clímaco
Para assuntos das Câmaras Setoriais e Núcleos Especiais: Moema Duarte Ribeiro de Oliveira

Diretores:
1º Secretário: Luiz André Ferreira Santos
2º Secretário: Danielle Lago Bruno de Faria
1º Diretor financeiro: Newton Cândido Montenegro
2º Diretor financeiro: Ana Paula Pessoa Tavares
Diretor Administrativo: Bernardo de Lima Barbosa Filho

Conselho Fiscal:
Wamberto Aurélio Zenaide Barbosa
Paulo Muniz Lopes
João Melo Neto

Suplentes do conselho Fiscal:
Luiz Joaquim Vicente Neto
Wellington José Florêncio
Ricardson Wagner Sete de Moura

Comissão de Sindicância:
Silvio César Silva
Jaime Anselmo da Silva Filho
Geraldo Jorge da Silva Rodrigues Espíndola

nilton cunha

Professor Nilton Cunha

O industrialismo clássico, o tipo de sociedade analisada por Karl Marx, Max Weber e Emile Durkheim, o tipo de sociedade habitado por grande parte dos ocidentais até cerca do último um quarto (1/4) do século passado não existe mais.

A ideia básica de sociedade pós-industrial corresponde à mudança de uma sociedade em que o emprego era baseado na indústria e passa a ser baseado nos serviços, com rápido crescimento de oportunidades de empregos para profissionais liberais.

Nessa sociedade, o conhecimento não só determina, em um grau sem precedentes, a inovação técnica e o crescimento econômico, mas está se tornando rapidamente a atividade chave da economia e a principal determinante da mudança ocupacional.

Segundo o sociólogo Daniel Bell, a teoria do valor do trabalho, da maneira formulada por uma sucessão de pensadores clássicos, de Locke e Smith a Ricardo e Marx, é obrigada a ceder lugar a uma “teoria do valor do conhecimento”. Agora, “o conhecimento, e não o trabalho é a origem do valor”.

Os teóricos dessa nova sociedade comentam que o conhecimento progressivamente influencia o trabalho de duas formas. A primeira é o aumento do conteúdo do conhecimento do trabalho existente, no sentido de que a nova tecnologia adiciona mais do que retira da qualificação dos trabalhadores. A outra é a criação e a expansão de novos tipos de trabalho no setor do conhecimento, de modo que trabalhadores em informação e profissionais liberais serão predominantes na economia.

Este processo tem levado ao crescimento do “credencialismo” – isto é, a exigência de credenciais (qualificações) mais altas, inclusive, para os mesmos empregos – e o conhecido processo de inflação de rótulos de empregos e autopromoção ocupacional.

As mudanças mais recentes confirmam a tendência na nova economia, destinada a promover uma sociedade formada por números sempre maiores de profissionais com mais alto grau de conhecimento, especialmente em saúde, educação e bem-estar social, juntamente com empregados em atividades científicas e técnicas.

Os trabalhadores em “serviços humanos” e em “serviços profissionais” correspondem à viga mestra da nova classe de serviços e parece que não há como escapar dessa realidade nua e crua que permeia a contemporaneidade.

Você está buscando se qualificar e entrar no paradigma de aprender a aprender e ao processo do credencialismo? Se não estiver, provavelmente levará uma trombada e um cartão vermelho da nova economia pós-industrial da sociedade pós-moderna.

Nilton Cunha
Professor e escritor

lupaTenho acompanhado ao longo da minha carreira como corretor de imóveis muita gente se arrependendo depois de ter fechado o negócio, ou seja, depois de ter comprado a casa que tanto sonhou, são distratos onde as pessoas em geral ficam no prejuízo, perdendo parte do dinheiro que deu, ou então ações na justiça que em geral demoram muito.

Isso se deve a vários fatores como urgência para adquirir um imóvel, oportunidade única a primeira, localização ideal e muitos outros. Mas, entre esses o que mais prejudica quem vai comprar a casa própria é a emoção.

Devido ao grande desejo de ter um imóvel as pessoas se deixam levar de forma ingênua por vários tipos de pessoas destacando, estelionatários, falsos corretores, empresas inidôneas, vigaristas e muitos outros modelos de enganar que daria para encher várias páginas contando os casos de pessoas que caíram em golpes imobiliários.

Esses golpes têm aumentado consideravelmente depois da internet e da explosão de portais imobiliários que dispensam a figura do corretor, ou mesmo que aceitam qualquer um se passar por corretor, deixando o cliente nas mãos dos aproveitadores.

Para evitar que tudo isso o cliente vamos partir de agora ajudar tanto o corretor ético e honesto quanto o cliente a fazerem um negócio que seja bom para os três lados, porque no mercado imobiliário o negócio só é bom, quando é bom para três: o cliente, o corretor e o construtor.

Por isso, a primeira ação para comprar a casa sua própria passa obrigatoriamente pela escolha de um corretor de imóveis credenciado junto ao Creci, em dia com suas obrigações, reconhecido como um profissional sério e honesto no mercado onde atua.

Dessa forma, em cada uma das etapas para adquirir a casa própria você tem que ter em mente que essa transação é definitiva, é para toda vida, envolve toda família e por isso não pode ser feita de forma apressada, cheia de emoção, num impulso e sendo levado na conversa de vendedor.

Veja agora cinco dicas para quem quer comprar um imóvel

contrato

1ª – ANÁLISE DO CONTRATO

Não assine o contrato na emoção. Peça uma cópia do contrato, leve para um advogado ou um especialista documentação imobiliária fazer uma revisão e verificar se tem cláusulas abusivas ou que gerem dificuldades no futuro.

Depois de ler o contrato fazer as correções necessárias e concordar com os termos, é hora de se certificar de que o imóvel não vai ser uma dor de cabeça e para isso você vai querer um laudo de avaliação.

 

perito

2ª – LAUDO DE AVALIAÇÃO:

Solicite um laudo de avaliação do imóvel feito por um perito avaliador devidamente habilitado junto ao Creci – Conselho Regional dos Corretores de Imóveis, a fim de garantir segurança na aquisição do imóvel. Caso a construtora se negue, contrate um perito avaliador e não aceite a opinião de qualquer um.

 

 

 

documentação

3º – DOCUMENTAÇÃO IMOBILIÁRIA

Os três passos principais para comprar uma casa são:

  1. Escritura no cartório
  2. ITBI (imposto de transmissão de bens imóveis) na prefeitura
  3. Registro no Cartório Geral de Imóveis

Como nos ensina o professor de documentação imobiliária Ari Travassos, podemos comparar a aquisição de uma casa com a de um veículo. Em primeiro lugar devemos destacar que todo imóvel tem o que se chama de Título de Propriedade e esse título precisa estar registrado no Cartório do Registro Geral de Imóveis – RGI e deve conter todos os dados do imóvel em negociação.

Ao comprar um veículo nós recebemos a Nota Fiscal da Fábrica que é levada ao Detran para fazer a matrícula. Em seguida você recebe um documento chamado DUT. No imóvel você tem  a mesma coisa só que com outros nomes: No lugar da Nota Fiscal você tem a Escritura do imóvel. No lugar da Matrícula você tem o registro no cartório de imóveis e no lugar do DUT você tem a certidão do Registro.

A tabela ficaria assim:

Carro Casa
Nota Fiscal Escritura no cartório
Matrícula do Detran Registro no cartório
Documento (DUT) Certidão do Registro

 

No caso de construtoras verifique se o Memorial de Incorporação está devidamente registrado ou prenotado no cartório de imóveis, e principalmente que o terreno onde o imóvel está construído está em nome da construtora.

Esse é um bom momento para verificar como está a situação da construtora no mercado, visitar outros empreendimentos feitos por ela e certificar-se de que ela tem um nome consolidado no mercado imobiliário.

casa-propria

4ª – VISITA DIURNA E NOTURNA

Hoje em dia com a facilidade dos celulares e tabletes, você que vai comprar um imóvel deve ir quantas vezes for necessário ao imóvel que você está comprando. Vá pela manhã, a tarde, a noite, faça vídeos dessas visitações, observe o movimento, converse com os vizinhos, veja as dificuldades de saneamento, iluminação, abastecimento de água, segurança, etc.

 

 

taxas

5ª – PESQUISA DE ÔNUS E DÉBITOS

Em primeiro lugar verifique a existência de débitos como IPTU, Bombeiro, Companhia Energética, Companhia de Abastecimento de Água, etc., em seguida analise também se existem débitos junto aos órgãos federal e estadual e solicite certidão negativa tanto de pessoa física, quanto jurídica se for o caso para confirmar falência, concordata, acidentes de trabalho, etc.

Seguindo esses passos com certeza você vai está realizando um negócio que ainda vai ter riscos, mas a chance de você se dar mal, vai ser muito menor do que fazer a transação apenas pela emoção e sem prestar atenção aos detalhes que foram expostos acima.

Agindo com calma, sem pressa e sem emoção o seu sonho de ter uma casa própria não vai se transformar num pesadelo.

Por Tomaz de Aquino
jornalista, corretor de imóveis
escritor e perito avaliador

www.blogdotomaz.com.br

  Eliezer“Palavras proféticas de Agur, filho de Jaqué, dirigidas a Itiel e Ucal.  Na verdade, eu sou o mais estúpido dos homens; e não tenho a prudência humana; não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo”  (Provérbios 30.1-3).

Estudiosos afirmam que este capítulo de Provérbios é atribuído a um homem chamado Agur e endereçado a dois possíveis discípulos seus, chamados Itiel e Ucal.  Em nenhuma outra parte da Bíblia Agur é mencionado.  Afirmam, ainda, tratar-se de um contribuinte árabe e não hebreu.  Ele demonstra ser um homem zeloso e escreveu palavras que antecipam o seu desgosto.  Era um homem modesto por ter consciência de suas inclinações naturais (v 2,3).  Como encarava os perigos de possuir demais ou de ter muito pouco, orou a Deus desejoso de alcançar pela graça divina duas coisas antes que lhe sobreviesse a morte:  que afastasse dele a vaidade e a palavra mentirosa;  e nem lhe desse a pobreza nem a riqueza, mas o pão que lhe fosse necessário para sobreviver, a fim de que, quando estivesse farto, não negasse o Senhor;  e quando empobrecido, não viesse a furtar e profanar o nome de Deus  (v 7-9).

Embora ele se declarasse mais estúpido do que qualquer outra pessoa, sem prudência, nem sabedoria e nem o conhecimento de Deus, ironicamente, ele está perplexo diante do que via e passa a explicar que tudo não passa de um enigma sem explicação e tudo pode se resumir no grande Criador.   Como acontece em nossos dias, Agur se refere a uma geração assolada por males sociais como falta de respeito pelos pais, pelos superiores, com altivez, ganância e egoísmo  (v 10-14;  2ª Timóteo 3.1-5).   A falta de respeito pelos pais leva à morte.  As expressões usadas para ilustrar essa maldição são fortes e violentas, assim como é o castigo daquele que maltrata os próprios pais  (Efésios 6.2,3).

Enfim, Agur conhecia os desafios peculiares que podem surgir tanto na fartura quanto na escassez, mas também nas tendências pessoais do homem.  Seus ensinamentos são mais voltados para a religião e seus provérbios se encerram com alertas contra a ostentação e a desordem, isto é, na hipótese da pessoa estar tramando algumas desavenças e, repentinamente, perceber sua insensatez, que pare antes que as coisas piorem.

Por, Eliezer de Andrade.

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Vejo muitos corretores só reclamando da crise! Falam que não estão vendendo, que não estão conseguindo clientes, que a situação piora a cada doa e por ai vai com mais centenas de lamentações.

Ao invés de acordarem, levantarem da cama com disposição, dar uma boa caminhada, respirar profundamente e pensar com sabedoria, preferem se entregar ao desânimo, a falta de vontade e o resultado já sabemos qual é: vai deixar de ser corretor e vai trabalhar em outras atividades.

Aqui você não encontrar auto ajuda, não vai precisar meter faca em caveira, não vai quebrar banca, nada disso. Aqui você vai ter que ler, que ouvir, que estudar e que aprender para apreender e repassar o que aprendeu com seus colegas, sem egoísmo, sem arrogância e com humildade.

Aqui não tem esse negócio de pensa positivo que acontece. Se jogue do décimo andar e pense positivo para ver se você vôa. Agora pense em subir dez andares pela escada e dê o primeiro passo para ver se você não chega ao topo.

A regra é muito simples com cinco passos você vai conseguir fazer algumas transformações na sua vida e assim encontrar novos parceiros e garantir novos negócios. Alguém já disse que ninguém faz coisas novas, fazendo as coisas velhas, dessa forma comece a sua mudança hoje.

1º – SER SINCERO – passe a fazer tudo na sua vida com sinceridade, com honestidade e com ética. Mas também com amor, com satisfação e não apenas por obrigação, descubra dentro do mercado imobiliário um nicho que ainda não está sendo explorado e vá para ele de forma acelerada, isso sem deixar as suas tarefas já assumidas como clientes para atender, produtos para captar, etc.

Um exemplo disso fomos nós. Se vender a casa de moradia já está difícil, imagine vender casas para segunda residência, para turismo, ai sim é que reside uma dificuldade maior. Por isso, aqui na minha cidade Gravatá partimos para a regularização devido a medida provisória 759 que o governo lançou e que beneficia a legalização de imóveis irregulares. Ou seja, encontramos dentro da nossa área de atuação um campo para promover alguns negócios.

2º – DIZER NÃO – Muita gente não sabe mas o resultado de um não é mais poderoso e mais proveitoso do que um sim. Dá um sim e não fazer é ser desonesto, mentiroso, enganador e ninguém quer fazer negócio com uma pessoa assim. Portanto, a partir de agora dê o não quando não quiser fazer alguma coisa. Isso vai lhe trazer respeito. As pessoas vão saber que você age com transparência.

Um sobrinho com 14 anos foi na casa do tio a pé (12 Km) pedir algum dinheiro porque na as casa não tinha nada e seu pai estava doente. O tio disse que não sustentava nem malandro pai e nem malandro. Ao voltar para casa, viu na feira um caminhão sendo descarregado pediu para ajudar, ajudou ganhou seu dinheiro, levou para casa e voltou todos os dias para a feira e nunca mais pediu dinheiro a ninguém.

3º – TER DISCIPLINA – Ninguém chega a lugar nenhum sem disciplina, porque todo indisciplinado é desorganizado e desleixado. Quando ver uma pessoa desorganizada pode comprovar que ela não tem disciplina, não administra o seu tempo e por isso não tem tempo para nada, não tem uma agenda e por isso não cumpre os compromissos que assume e assim vai se perdendo no mercado. Lembre-se exercício físico somado ao estudo, ao esforço, ao sacrifício leva à tentativa de chegar a perfeição

4º – FAZER PARCERIAS – Todos os dias ao sair de casa você tem duas opções: ser o mesmo ou mudar. Tente buscar no mercado novos parceiros. Se não estiver no plantão vá pesquisar seus concorrentes, vá estudar os produtos da sua cidade, conheça novos corretores, novos donos de imobiliária, amplie a sua rede de contatos.

Existem centenas de oportunidades que podem ser somadas à função de corretor e dessa forma garantir um rendimento extra para você. Só para dar uma ideia hoje muitas empresas da área de energia solar estão procurando corretores para serem parceiros e assim passarem a representar esses produtos ganhando comissão quando consegue realizar a venda. Como o corretor sabe dos lançamentos deve procurar o incorporador e oferecer o novo modelo de energia, o que se for aceito vai lhe trazer retorno.

5º – CAPACITAR SEMPRE – Ninguém, em nenhuma profissão hoje em dia pode dizer que não tem oportunidade de se capacitar. São centenas de livros, e-books, palestras, treinamentos, cursos, dicas, etc, e a maioria de forma gratuita. Por isso invista no seu aprendizado, amplie os seus conhecimentos, busque novas habilidades, sem desanimar, sem preguiça e sem culpar ninguém pelo seu fracasso.

Veja meu caso: já fiz o curso de Avaliação de Imóveis, sou perito avaliador, mas estou fazendo gratuitamente, via on line, pelo Creci SP um curso de perito judicial que vai me dar mais um certificado para meu currículo e assim vai se somar ao de jornalismo, ao de TTI ao de pós em gestão imobiliária, ao de avaliador de imóveis e agora ao de perito judicial e já tem um novo para começar o de especialização em direito imobiliário. Isso só na área imobiliária.

Portanto, concluindo, não fique arranjando desculpas para a sua inércia, sua preguiça, sua desonestidade, seu isolamento nas redes sociais, sua falta de garra, de vontade e de fé.

A vida é luta diária pela sobrevivência todos os dias um leão acorda para correr atrás da raposa e todo uma raposa acorda para correr do leão. Você escolhe se quer ser a raposa ou se vai preferir ser o leão.

A todos um bom dia e seja sempre um CORRETOR PRÊMIO!

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O emprego e a economia pós-moderna

nilton cunha

Nilton Cunha escritor e professor

 

O mercado de trabalho, na Era da Empregabilidade da sociedade pós-moderna, é bem diferente da Era do Emprego da sociedade moderna, esse é um fenômeno que parece que veio para ficar. Este mercado, atualmente guia-se por uma competitividade local, regional, nacional e internacional sem precedentes e onde há mais candidatos do que vagas disponíveis, que vigora um darwinismo socioeconômico também sem precedentes.

Ressalte-se que o profissional que está mais preparado, com mais credencias acadêmicas, com conhecimento mais robusto, ele estará no pelotão da frente. Este profissional ele tornar-se empregável e necessário, não apenas a uma empresa, mas a qualquer organização.

O emprego clássico, estável e seguro, praticamente não existe mais, são mudanças radicais, igualmente o que ocorreu na passagem da era agrícola à era industrial, agora estamos na passagem da era industrial à era pós-industrial. Comparado com o ambiente vivenciado atualmente pela sociedade pós-moderna, pós-industrial, pós-fordista, pós-intervencionista, o passado era mesmo um paraíso, por exemplo, formar-se em engenharia significava emprego para toda a vida. Anos de trabalho numa mesma função era sinal de estabilidade e experiência. Hoje isso é visto como acomodação, um defeito.

Comenta o sociólogo Zigmunt Bauman, citando Alexandra de Filipe, famosa comentarista do mercado de trabalho francês, prever que, se prosseguirem as atuais tendências, um membro regular da geração Y será obrigado a mudar de chefe e de empregador 29 vezes ao longo de sua vida de trabalho. Muitos profissionais não se deram conta dessa significativa mudança, quem não sentiu o soco dela ainda, poderá recebê-lo a qualquer momento.

Na economia globalizada pós-moderna, as empresas e os grandes grupos econômicos atuam em todo o globo, especialmente, com o crescente processo de concentração, compra e fusão das grandes organizações transnacionais. Tal processo desencadeia a flexibilização e a desregulação dos direitos sociais para a garantia da competitividade, sobretudo a internacional. Contribui também para que o indivíduo procure se adaptar ao processo de ditadura do mercado e se aproprie das inovações tecnológicas. Diante das exigências imposta pela economia globalização, o papel que se coloca para a educação é que ela prepare o sujeito para o trabalho criativo e o empreendedorismo.

Cabe aqui ressaltar que, na conjuntura do mercado de trabalho atual, é imprescindível que nos tornemos empreendedor de nós mesmo, não é mais admissível que um profissional fique esperando que a empresa arque com 100% das despesas com capacitação, formação etc., temos que construir e nos adaptarmos à cultura de que precisamos ininterruptamente aprender.

Aprender a aprender é um dos pré-requisitos fundamentais da economia pós-moderna, onde um dos seus pilares básicos é a constante mutação.

No mundo cada vez mais complexo e de clientes cada vez mais exigentes, precisamos investir em nós mesmo o tempo todo. Participar de curso e palestras, comprar e ler bons livros, boas revistas, assistir bons vídeos, como também acompanhar diariamente os jornais em todos os formatos. São essas iniciativas que levará o trabalhador a tornar-se um profissional empregável, ou seja, a sua constante e permanente busca por mais conhecimento, isso é, o que poderá possibilitar ao profissional da Era da pós-modernidade, da Era da Empregabilidade a tornar-se um profissional necessário não apenas para uma empresa, mas para qualquer organização.

 

Nilton Cunha

Regras para você fazer uma boa apresentação e se sair bem falando em público:

a) Não faça críticas ásperas ou tome posições sobre assuntos delicados perante uma platéia que você não conhece inteiramente

Um caso, um tanto quanto interessante, pode ilustrar o que desejamos passar. Certa feita, um candidato a vereador aproveitou uma quermesse beneficente (nos tempos em que isso era possível), e se pôs a falar em meio ao público, na esperança de granjear alguns votos. Mal começou a falar e já se posicionou dizendo que iria varrer a criminalidade do mapa, que a polícia municipal deveria “descer a lenha nos vagabundos”, etc. O único detalhe é que a festa visava angariar fundos para pagar a fiança de um certo criminoso, querido da localidade… Com maior agilidade nas pernas que na língua, o pobre homem deve ter quebrado o recorde dos 100 metros rasos, ante uma multidão furiosa que pôs no seu encalço…

História da Vereadora…

“Eu sei que tem muita gente aí em baixo, que mete o pau em mim. Eu queria que esse pessoal que mete o pau por trás, tivesse a coragem de meter o pau pela frente. Porque meter o pau atrás é muito fácil, agente não vê, difícil é meter o pau na frente”.
b) Evite a prolixidade
Muitos oradores tendem a achar que quão mais difícil falarem, maior será a imagem de intelectual que passarão e, portanto, obterão admiração das massas. Ledo engano. Não se pode admirar um conteúdo incompreensível. Muito pelo contrário. Se houverem dúvidas quanto à formação ou experiência da platéia, evite jargões, termos técnicos ou vocabulário mais complexo. Lembre-se, para ser aceito, é necessário ser compreendido antes.

“Falar alto para ser ouvido, claro para ser entendido e rápido para ser aplaudido”

Ouvido, Visto e Compreendido

c) Não faça promessas vazias / Não conte com ingenuidade alheia

Trata-se de uma regra do Xadrez aplicada à comunicação: jogue sempre contando que seu adversário seja um bom jogador. O que ocorre é que muitos oradores, em clara demonstração de preconceito, tendem a achar que poderão realizar promessas, ou demonstrar projetos, sem qualquer fundamentação lógica. Talvez o melhor exemplo que ilustra o vício do “eles nunca serão capazes de questionar” é a proposta do Marechal Teixeira Lott de cobrir de plástico alguns gigantescos açudes do nordeste para evitar a evaporação de água. A proposta, à época, foi motivo de piada, exatamente entre os mais populares.

Seja lá qual for sua proposta ou idéia, ela deve ser crível, aos olhos de quem ouve.

Algumas promessas impossíveis:

1.     Se eu for eleito prometo fazer a estrada, a urbanização e a ponte. Gritava o candidato na cidade que ele não conhecia. Alguém na platéia levantou-se e argumentou: candidato aqui não tem rio. Ao que ele replicou: Não tem problema eu faço um rio também”.

2.     Projeto de ventilador para Casa de Farinha.

3.     De trazer água do mar para fazer uma praia…

d) Não divague
O tempo é o mais precioso bem dos tempos modernos. Em que pese isso, é comum encontramos palestrantes que usam o momento da palestra como um “divã ambulante”, fazendo comentários de sua vida íntima, suas frustrações, falando mal de terceiros, etc. Em que pese seja interessante usar um estilo “intimista”, isso não significa dizer que pessoas que se dispuseram a assistir a uma palestra sobre economia estejam interessadas em sua coleção de canetas antigas, especialmente quando 1/3 de sua fala acaba versando sobre elas.

Lembre-se: as pessoas aceitaram ir à palestra/discurso para ouvir um TEMA ESPECÍFICO. Fale de qualquer outra coisa, e você irá quebrar expectativas.

e) NÃO LEIA O BENDITO POWERPOINT!
O Powerpoint serve para ILUSTRAR apresentações, mostrar esquemas técnicos e tudo aquilo que  A VOZ É INCAPAZ DE REPRODUZIR. Não há nada mais entediante que uma horrível palestra na qual o “orador” pensa que os ouvintes são analfabetos, e passa a ler os textos colocados no Powerpoint… Sinceramente, não raramente me levanto e retiro-me do local. Trata-se de um ultraje.

Lembre-se: VOCÊ é o palestrante, não a multimídia. Portanto, VOCÊ é quem deve brilhar, não seu projetor.

f) Cheque os dados
Sempre que for falar em estatísticas ou dados em geral, cheque-os quanto à sua atualidade e veracidade. Do contrário, toda a razão de ser de uma palestra (exemplo: tendências do mercado imobiliário – com dados alterados por uma medida provisória) perderia o sentido. Se for o caso (de alteração total de conjuntura), remarque a palestra ou simplesmente cancele (exemplo: “ganhe dinheiro com ações de bancos”, na semana do “crash” da bolsa).

g) Evite uma fala inútil (para quem ouve)
Sempre que nos colocamos a falar, em geral estamos a defender um interesse próprio. Nada errado quanto a isso. O único detalhe é que, se sua fala não acrescentar algo às pessoas que estão ouvindo (fala egoísta), dificilmente você será ouvido. Assim: I) um candidato a vereador pode prometer melhoras no bairro, mas se falar de sua opinião sobre as tendências da moda, não será ouvido (a não ser que isso beneficie a localidade); II) um gerente que fale de mais investimentos em qualidade será ouvido com fervor no departamento de controle de qualidade, mas com certa apatia pela contabilidade.

E se tiver que defender um projeto que tenha de ser apoiado por todos mas que, aparentemente, só traga benefício a alguns?
Solução (exemplo da qualidade): “Costure” as vantagens. Tente demonstrar que um maior controle de qualidade pode facilitar, de alguma forma, a vida dos contadores da indústria (menos dados a serem lançados, menos trabalho, etc).

Saiba as necessidades de sua platéia:  faça com que o conteúdo de sua fala responda às necessidades de quem lhe ouve. Estude o assunto completamente. Coloque o que você tem a dizer em uma seqüência lógica. Assegure-se de que seu discurso esteja cativando a sua audiência assim como valorize o tempo de quem lhe ouve (seja objetivo – não enrole).

Pratique seu discurso: em casa ou onde você se sentir confortável: na frente de um espelho, com sua família, amigos ou colegas. Use um gravador e escute sua voz. Grave sua apresentação e analise-a. Saiba quais os pontos fortes e fracos de sua fala. Enfatize seus pontos fortes durante sua apresentação.

A expressão corporal é muito importante: Andar, mover-se,  usar o gesto de mão apropriado ou expressão facial podem fazer uma grande diferença em termos de apresentação, mas requer treino e sobriedade. A ausência de expressão corporal irá cansar sua platéia, por outro lado, o excesso irá irritá-los e distraí-los. Uma boa forma de treinar, para os que nõ possuem mestre, é discursas perante espelhos ou filmar sua performance.

Varie o tom de sua voz: dramatize-o caso necessário, de acordo com o contéudo do que está sendo falado. Você pode treinar isso usando um pequeno gravador ou mesmo seu microcomputador. Se um microfone está disponível, ajuste e adapte sua voz de maneira adequada. Nem alto demais (irritante), nem baixo demais (cansativo).

Vista-se apropriadamente para a ocasião: Evite roupas ou acessórios chamativos, quer em termos de cores (gravatas, ternos), como de “design” (saias muito curtas, calças justas). Seja solene se seu tópico é sério. Apresente a imagem desejada a sua audiência. Acima de tudo, transmita confiança no olhar. O primeiro a “comprar” sua idéia deve ser você mesmo, e isto deve ficar claro em seu olhar. Porém, evite que tal olhar transmita orgulho ou arrogancia.

Use recursos audiovisuais, mas somente quando apropriado e necessário: (não faça isso, por exemplo, numa fala curta de 5 minutos). Domine o uso do software de apresentação tal como PowerPoint bem antes de sua apresentação. Mas, acima de tudo, não se transforme num “leitor de powerpoint”, pois as pessoas sabem ler também e sua presença no recinto (simplesmente lendo as telas) seria dispensável. Use o audiovisual para “realçar” o principal (sua fala), não para substituir o orador.

Ainda quanto a equipamento de apoio, visual (projetores, flip-chart, etc) ou não (microfone, pedestal, caixa de som), assegure-se com boa antecedência de que tudo está funcionando e na ordem correta. Não há nada mais irritante do que perder tempo em razão da desorganização alheia.

Analise sua platéia: Ao falar, olhe para porções diferentes da platéia, sempre observando um ouvinte diferente por vez. Verifique se eles estão atentos e interessados. Se for o caso de desinteresse, use algum tipo de pergunta para um ouvinte, de modo a trazê-lo para “dentro da comunicação”, algo como “… e você, qual sua opinião sobre esta parte do projeto?”. Mas faça isso com um sorriso nos lábios e calma, nunca de maneira impositiva.

Use anotações pessoais com inteligência: usá-las é aceitável quando se tratarem de “tópicos” ou “lembretes” de dados técnicos. Tópicos são palavras-chave que te fazem relembrar o assunto a ser falado, e nunca trechos inteiros de uma fala. A idéia é você “bater os olhos” rapidamente no papel, sem pausas, e continuar a sua fala. Não há nada pior que um “orador” que fica lendo seu discurso/palestra, pois há a impressão de que o mesmo não sabe do que está falando.

Prepare-se com antecedência para perguntas: acima de tudo, imagine quais seriam as melhores respostas. E, muito importante, não importa o quão agressiva seja a pergunta (por motivos pessoais ou políticos, por exemplo), sempre responda com calma e tranquilidade. Uma maneira interessante de fazer isso é imaginar: “se eu fosse meu adversário, que perguntas ou críticas eu faria para me derrubar?”.

RESPEITE O TEMPO das pessoas: Fale o necessário e vá direto ao assunto. Nos dias de hoje, o ser humano vive em função do tempo. Se a sua platéia perceber que você está “esticando o assunto” ou entrando em análises não essenciais ao assunto, certamente se dispersará e você, mesmo sem perceber, estará falando sozinho.

Tenha OBJETIVIDADE na fala: Ou seja, cada fala tem que produzir algo. Pergunte-se sempre, antes de falar: o que desejo provar/demonstrar com minha fala? Quais são os pontos que desejo que minha platéia memorize?


TREINE O FINAL
: Evite os famigerados  “…gostaria de agradecer a presença de todos… “, “…era isso o que havia para ser dito…”, etc. O final, por certo, é a parte mais difícil do discurso,  e mesmo oradores experientes cometem erros nessa área, quer  “passando do final” (quando se fala mais do que deve), quer por laconismo. Uma técnica simples consiste em fazer um resumo dos 2 ou 3 principais argumentos, algo como “…finalizando, podemos afirmar que o projeto é viável em razão do argumento A, B e C…”.  Porém, não se fixe apenas nesse tipo de final. Compre alguns livros de discursos e estude as diversas finalizações, serão úteis a você.

COLUNA DA RELIGIÃO

As Sagradas Escrituras dizem: “Vossas iniquidades fazem separação entre vós e Deus que cobre o rosto para não vos ouvir”  (Isaías 59.2).

Nós, cristãos, temos nos tornado complacentes com os modismos e não nos damos em conta.  Temos nos adaptado ao sistema excêntrico que o mundo oferece, em lugar de combatê-lo eficazmente.  Somos atraídos pelas ofertas mundanas sem nos importar o mal que possa nos trazer como se preferíssemos o lado que está em evidência.

Não observamos que os conceitos estão completamente mudados.  O que é profano transformou-se em cultura;   o que é proibido tornou-se permitido e, como filhos de um Deus poderoso que tem tudo sob o Seu controle, nada protestamos, mas aplaudimos.  Estamos compartilhando o que é puro, o que é honesto de acordo com as conveniências oferecidas.  Estamos servindo a dois senhores.  O bom e o mau.

O pecado tem se tornado uma opção de vida e no mundo onde está o maligno, muitos cristãos não têm conseguido fazer a diferença.  É preciso lembrar que Deus abomina o pecado e desde a fundação do mundo, Ele não muda as Suas palavras (Malaquias 3.6).  Nossa glória consiste não em sermos os melhores, mas em sermos diferentes como filhos de Deus e vivermos uma vida exemplar, com integridade, fidelidade, lealdade e honestidade.

A fé é uma experiência que pode ser uma condição de vitória para o cristão.  Da parte de Deus, recebemos dons e talentos que devem ser usados a serviço de Cristo e do próximo sem qualquer necessidade de esperarmos do mundo alguma coisa.  A Bíblia diz que não devemos amar o mundo e nem o que há no mundo se é que desejamos que o amor de Deus esteja em nós  (1ª João 2.15).

Estamos vivendo numa sociedade que tem abandonado os valores divinos e acompanhá-la nesta corrida, é concordar com a iniquidade institucionalizada.  Tratando-se de um cristianismo sério, não podemos ser escravos do pecado e nem nos associar com uma eternidade vazia e sem lógica que nos leva a um suicídio espiritual.

Por, Eliezer de Andrade.
Professor

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COLUNA DO EMPREGO À EMPREGABILIDADE

Este é o tema de um livro de um dos maiores pensadores do século XX, o filósofo francês Jean-François Lyotard. Comenta o filósofo francês que o conhecimento, em sua forma pós-moderna, não seria apenas uma extensão cultural da sociedade pós-industrial, mas sim, de forma mais exata, um aspecto da “sociedade do conhecimento”.

Esta nova sociedade passa da história e da sociologia para questões filosóficas sobre verdade e conhecimento. Em sua pura escala e ubiquidade, ela está construindo um novo ambiente para nós, um ambiente que exige uma nova epistemologia social e uma nova forma de resposta, ou seja, respostas cada vez mais dinâmicas e rápidas.

Cabe ressaltar que o pós-modernismo inverteu ou ressalvou alguns dos movimentos espaciais e formas de organização típicos da modernidade. A concentração de população e de grandes empresas nas grandes cidades tem a tendência, especialmente com o crescente processo de longevidade da população, cada vez mais, descentralizar-se para as pequenas cidades, por exemplo, a Montadora da Fiat, em Pernambuco, está instalada numa cidade do interior, Goiana, que fica a 62,7 km de Recife (PE) e a 63,7 km de João Pessoa (PB).

Com a “reestruturação produtiva” pós-industrial baseada em alta tecnologia, as empresas concentradas em pesquisas estão preferindo novas localizações em áreas urbanas ou ex-urbanas, especialmente as que ficam perto de cidades universitárias. Com isso, empregos e pessoas deixam as grandes cidades.

A arquitetura pós-moderna reverte à tendência, ao invés de arranha-céus de apartamentos e escritórios, a ênfase agora é em projetos em pequena escala, ligando pessoas e bairros e objetivando cultivar o ethos de determinados lugares e culturas locais. Uma nova ou renovada importância é atribuída ao local. Ocorre uma redescoberta de identidades territoriais, tradições locais histórias locais.

Numa sociedade do conhecimento e reestruturação produtiva, não há espaço para amadorismo. A pós-modernidade aqui é vista como uma transição que mistura o passado secular com o extremamente contemporâneo da era digital, esta transição requer que os profissionais, de qualquer área laboral, tenham a compreensão das futuras tendências, já que vivemos numa economia em constante mutação, toda cadeia de qualquer ramo de negócio precisa ter esta compreensão e estar pré-disposta a aprender a aprender.

O sucesso da empresa em que você trabalha e o seu sucesso na empresa, ou seja, a permanência do seu emprego, vai depender da sua busca ao conhecimento, a capacitação. Na Era da Empregabilidade, mais importante do que obter um emprego é tornar-se um profissional empregável, necessário não apenas para uma empresa, mas para toda e qualquer organização.

Num mercado altamente competitivo, sua permanência e o seu sucesso, nesse mercado, vai depender exclusivamente dos componentes básicos da Empregabilidade, os quais podem ser sintetizados em competência profissional com a disposição de aprender a aprender e capacidade empreendedora. A competência profissional é uma questão de aprendizado formal e de experiência, a ser permanentemente construída, aprimorada e renovada. O trabalhador é um fornecedor de serviço e um empreendedor, não apenas no sentido de criar e manter um negócio próprio, mas em localizar-se e empreender-se a si próprio numa economia pós-moderna, por conseguinte, numa sociedade que tem como premissa básica a contínua transformação.

Por Nilton Cunha
Professor e escritor

 

 

 

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