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Continuando o meu artigo sobre a terceira via reafirmo que a nossa cidade só vai construir uma força alternativa quando os líderes entenderem que é chegada a hora de mudar realmente a forma de fazer política e buscar um nome que já esteja no centro do debate como provável pré-candidato a prefeito.

Não adianta querer tira um nome do colete. A população não aceita e um nome de última hora não agrega. Por isso é importante checar entre os postulantes aquele que está a mais tempo na mídia. Aquele que vem trabalhando o seu nome há muito tempo. Que teve coragem de botar o bloco na rua como pré-candidato a prefeito.

Quem quiser de fato um projeto alternativo para Gravatá vai apoiar este cadidato.

Gravatá só tem um nome que se encaixa nestas condições: Charles da Madeireira. Isto na minha avaliação pessoal, pelos eu comportamento nestes últimos quatro anos. Assim os partidos ligados a Ozano Brito que são os partidos que não concordam com Bruno Martiniano e com Joaquim Neto deveriam se unir e apoiar o nome de Charles da Madeireira.

Assim o PSB de Prequé, O PSD de Ozano, o PDT de João Paulo (que abriu mão da disputa) e mais outros deveriam fechar aliança com o PSC e aí sim nós teríamos o nascimento de uma terceira via com amplas possibilidades de fazer frente a Bruno e a Joaquim e ganhar a eleição de prefeito.

É só tirar de cena o orgulho, a vaidade e a falta de visão política, para entender que o que está em jogo é o futuro da cidade e de centenas de milhares de pessoas qiue aqui investem, moram, formam  as suas famílias e criam os seus filhos.

A terceira via de Gravatá se chamava Ozano Brito que abdicou; passou a se chamar João Paulo que não quis e agora se chama Charles da Madeireira.

Daqui a pouco, logo mais a noite, vai acontecer a convenção do PTB de Bruno Martiniano.

Então saberemos quem será o candidato a vice prefeito na sua chapa. Quais serão os partidos que farão parte da sua coligação. Quais os líderes que individualmente vão apoiá-lo. Quais os candidatos de outros partidos que estarão com o candidato petebista.

Hoje começa a campanha de Gravatá e será polarizada entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano.

Não haverá terceira via!

Não haverá terceira via porque Gravatá não tem oposição. Não tem terceira via porque a política não se faz em três meses.

Se formos a Caruaru, nós temos oposição: Tony Gel a José Queiroz; Em Vitória nós temos oposição: Aglailson a Elias Lira; Em Belo Jardim nós temos oposição: Cintra Galvão a Mendonça. E em muitas outras cidades nós temos oposição.

Uma oposição não é só na hora da eleição é permanente. Atua como uma prefeitura paralela, atende aos seus aliados, encontra formas de realizar obras e projetos mesmo fora do poder. Mas aqui em Gravatá isso não existe.

É tudo calado, tudo na moita durante quatro anos. A exceção é Joaquim Neto que faz política 24 hora por dia. E é por isso que ele volta forte, é considerado o grande político de Gravatá e tem todas as chances de ser prefeito novamente.

Enquanto não tivermos líderes políticos com coragem, com ousadia, com determinação teremos essa mesmice de Vermelho e Azul, de Bem e de Mal. Todo mundo quer ser prefeito, todo mundo quer a prefeitura, mas ninguém quer fazer um projeto de quatro anos.

Ninguém quer se dedicar quatro anos a ajudar a população  e a cidade.

Sabe quando Gravatá vai mudar desse jeito. Nunca.

As figuras são as mesmas, os líderes são os mesmos. Falta renovação.

Bruno representa alguma mudança? Trazer de volta uma figura carimbada para cuidar do dinheiro dos gravataenses é mudança?

Vamos escolher mais uma vez entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano, o resto é conversa mole.

A única terceira via que Gravatá vai ter é a da triplicação da BR 232.

Em primeiro lugar quero deixar claro o meu descontentamento com a falta de respeito dos políticos de Gravatá para com a imprensa. Eles reclamam que vivemos fazendo especulações, que divulgamos coisas sem consultá-los. Queremos deixar claro que essa relação seria bem menos conflituosa se houvesse respeito por parte dos partidos para com a imprensa.

Não se admite que um partido que queria ter candidato a prefeito na cidade de Gravatá realize uma convenção – isto foi dito num blog local – e pelo menos uma parte da imprensa,não tome conhecimento.

É lamentável sob todos os aspectos: informativo, opinativo, democrático, etc.,

Não é uma atitude que ensine aos jovens que querem ingressar na política a terem um comportamento exemplar quando estiverem à frente da direção de uma legenda.

Mas deixemos de lado este tipo de comportamento que não ajuda a democracia, não ajuda a cidade e não ajuda ao povo de lado e vamos nos ater aos fatos que segundo o blog não vai se coligar nem na majoritária e nem na proporcional, ou seja cada um pode fazer o que quiser. Como eu disse ontem – a decisão é que não tem decisão.

O PP “liberou geral”. O Partido Progressista não conseguiu chegar a um consenso e aí cada membro da legenda pode apoiar a quem quiser. Ou seja, uma tuia pode ir para Bruno Martiniano e outra tuia pode ir para Joaquim Neto. Fica difícil a população acreditar em partidos que não tem uma posição unitária, democrática.

A democracia é um perder e outro ganhar. A democracia é a maioria decidir para onde vai e a minoria aceitar e se curvar a decisão. Esta é a regra do jogo. Uma das coisas que beneficiou a implantação da ditadura foi a falta de posição da maioria das lideranças partidárias da época que deixavam as coisas ao Deus dará.

Fico pensando como deve estar sofrendo o meu amigo Marcone Bezerra que queria apoiar Charles da Madeireira, ia acompanhá-lo no projeto que estavam montando e agora se vê obrigado a apoiar de forma individual e não coletiva, e não partidária.

Esta é infelizmente a política tupininquim que fazemos por estas bandas e ainda falam em projetos, em mudar a cidade, em mudar a câmara. Mudar o quê? A prática política negativa ou somente as pessoas.

Mais uma vez se confirma o que eu venho dizendo desde que começou essa discussão de que Joaquim Neto não seria candidato porque era ficha suja. Até agora ninguém ainda me mandou um documento onde mostre claramente o seu impedimento de ser candidato nas próximas eleições.

Durante meses algumas pessoas ficaram se aproveitando da falta de informação da população para tentar confundir acusando sem provas, não dando o direito de defesa, marcando julgamentos, definindo sentenças,  tudo da cabeça deles. Uma atitude irresponsável e leviana e agora começam a mudar o discurso: não dizem mais que Joaquim Neto não vai ser candidato, porque sabem que ele vai ser candidato e não vai ser fácil ganhar dele.

Quero deixar claro que teria o mesmo comportamento se fosse Bruno, Ozano ou qualquer outro prefeito que estivesse sendo acusado apenas por interesses eleitoreiros, porque durante uma boa parte da minha vida eu vi amigos e meu próprio pai ser preso sem provas por um regime que só desejava está no poder, como é o caso de muitos desses que acusaram, acusaram e agora se escondem, não dizem mais que eu estou errado enfim botaram o rabo entre as pernas.

O TSE ontem a noite reforça a minha tese de que no Brasil ainda estamos aprendendo a fazer democracia. O órgão máximo do sistema eleitoral de forma vergonhosa, desrespeitosa toma uma decisão é pressionado e volta atrás. Dá para acreditar nesta  justiça? Não amigos, não dá!

Por isso que sempre disse que Joaquim Neto seria candidato não porque ele tenha liminares, tutelas antecipadas, mandatos de segurança, etc., Ele vai ser candidatio porque não tem nada contra ele transitado em julgado em um órgão colegiado formado por mais de um Juiz. Esta é a regra do jogo. Além disso tem que ser provado o seu erro o que ainda não foi.

A mesma coisa se aplica ao Tribunal de Contas do Estado. Cadê o julgamento das contas de Joaquim Neto? Eu disse que até a eleição não haveria julgamento e não houve. Eu afirmei que as contas não chegariam à Câmara para serem julgadas pelos vereadores e não chegaram. Eu deixei claro e muito claro que Joaquim Neto seria candidato a prefeito e ele será.

Todo mundo tem o direito de defesa, tem que mostrar os seus argumentos. Qualquer coisa fora disso é ditadura.

Volto a dizer o que disse Voltaire: “Morrerei defendendo o direito de você dizer o que você quer. Mas lutarei a morte para ter o direito de discordar de você”. Isto é a democracia e é nela que me firmo, é dela que faço o meu norte. Não transformo as questões jurídicas, técnicas, políticas, administrativas em questões pessoais.

Quero deixar um versículo bíblico que acho muito importante para este momento que estamos atravessando:

“Toda autoridade emana do Senhor e em seu nome será exercida”.

Ora isto significa que alguém ao ganhar uma eleição tem o compromisso de seguir a orientação de Deus. Se ao vencer ele não seguir os mandamentos de Deus e todos sabem quais são estes mandamentos, então sofrerá as consequências porque a Bíblia também diz que a justiça e a vingança pertencem ao Senhor.

Portanto, vamos participar desse processo eleitoral que se aproxima com o pensamento de que queremos o melhor para Gravatá. Não vamos nem morrer e nem matar por A ou por B, porque amanhã o Vermelho e o Azul podem estar juntos. Porque a política é assim: só importa ganhar. Só importa vencer.

O PSOL de Renato Souza deixa o grupão e fecha com o PTB de Bruno Martiniano.

Esta decisão já era esperada pois a maioria absoluta do partido já apoiava Bruno Martiniano e dificilmente iria para Joaquim Neto.

Aos poucos os grupos vão se desfazendo e uma parte vai para Bruno outra parte vai para Joaquim, provando mais uma vez que Gravatá só teria uma terceira via se Ozano Brito fosse candidato. Como ele não é, não tem terceira via.

Vamos ter  mais surpresas e em breve outras defecções vão acontecer.

A nossa pergunta é como é que fica a cabeça de Charles da Madeireira que acreditava piamente que alguns partidos iriam segui-lo em qualquer situação. Isto mostra como a política é cruel e que de fato não existe política sem vítimas.

Na política atual vamos ter duas vítimas: Ozano Brito e Charles da Madeiereira.

Até agora não recebemos de nenhum partido que está fazendo parte desse grupão qualquer informação a respeito da decisão que vai ser tomada para a escolha de um nome alternativo que possa substituir Ozano Brito nas próximas eleições como pré-candidato a prefeito de Gravatá.

O que existe de fato é que um dos nomes que estavam sendo colocados na mesa de negociação foi rifado do processo. Não é mais convidado para as reuniões e nem sequer permitem que ele entre  no recinto onde estão conversando quando ele chega.

Outra coisa que soubemos foi que Marcone Bezerra defendeu o nome de Ivone Zarzar para ser o nome do grupo que vai enfrentar Joaquim Neto e Bruno Martiniano.

Soubemos também que João Paulo (vice prefeito) não quer ser pré-candidato a prefeito, prefere ser candidato a vereador.

Isso tudo são informações que conseguimos de forma extra-oficial.

Mas, amanhã uma coisa já vamos saber de verdade, quem é o vice de Bruno Martiniano, pois a sua convenção será amanhã.

Não acredito nessa terceira via, porque alguns fatores não vão deixar ela acontecer: orgulho, vaidade, interesse pessoal e outros impublicáveis.

Vamos continuar aguardando.

Ontem a noite depois das vinte horas Charles da Madeireira se reuniu com Luiz Prequé, no escritório deste último, e pasmem para discutir detalhes da contabilidade da empresa de Charles da Madeireira.

Eu pensei que os dois estivessem discutindo política. Que Charles estava tentando trazer Prequé para sua campanha, fechando uma coligação do PSC com o PSB, pelo menos na proporcional o que garantiria a eleição de Luiz Prequé para vereador e mais um ou dois vereadores.

Além disso, Charles da Madeireira reforçaria o seu palanque e criaria as condições para garantir o seu nome no G19, G18, G17…G1 e daqui a pouco G nada, constituindo de fato uma terceira via nas eleições de Gravatá de 2012.

mas independentemente do que essas forças políticas aleguem, o importante é sabermos que daqui a dois dias, isto é no dia 30, encerram-se os prazos das enganações, traições, enrrolações e teremos as deifinições.

Desejo qie a conversa de Charles da Madeireira com Luiz Prequé, fora do expediente, a dois dias das convenções tenha sido muito proveitosa.

É disso que Gravatá precisa de políticos que dizem a “verdade” e não escondem os motivos das suas reuniões.

O PSDB de Joaquim Neto consegue mais um partido para a sua coligação, desta vez foi o PHS de Lucas Leal que fechou com o tucano para as próximas eleições.

A reunião que selou o acordo foi feita na residência de Lucas Leal e contou com a participação de 11 pré-candidatos a vereador do PHS, além de simpatizantes da campanha do ex-prefeito Joaquim Neto.

Lucas Leal com essa aliança se afasta de Bruno Martiniano (PTB) e leva junto consigo o advogado Flávio Martiniano, tio do candidato petebista e irmão do ex-prefeito Sebastião Martiniano, provando que faz política com sem ódio, sem mágoas e sem rancor.

Flavio Martiniano deixou claro que não tinha nada contra Joaquim Neto e que a sua decisão foi refletida e discutida com a sua esposa que é professora da rede municipal de ensino.

Na sua fala Lucas Leal destacou a importância de estar com Joaquim Neto e de buscar a construção de um novo projeto que inclua o desenvolvimento da cidade com a participação do PHS na disputa proporcional, levando sugestões para a campanha tucana e propostas para Gravatá.

Quando usou da palavra o ex-prefeito Joaquim Neto registrou que sempre respeitou o ex-prefeito Sebastião Martiniano, que não tinha nada contra ele e que desafiava qualquer pessoa a dizer que ele falou mal de Sebastião Martiniano em algum lugar. Disse que Sebastião Martiniano tinha um projeto de desenvolvimento para Gravatá, diferente dos meninos  (Bruno e Pedro) e que ele tinha sido convidado por Sebastião Martiniano para ajudar a desenvolver o projeto.

Ele aceitou, foi eleito vice-prefeito de Sebastião Martiniano e infelizmente aconteceu a tragédia que mudou a história política de Gravatá, lhe dando a oportunidade de assumir a prefeitura, ser reeleito e fazer o seu sucessor.

Disputa agora mais uma vez a prefeitura e afirma que agora é a hora de fazer uma gestão diferente, de atrair investimentos, de criar um pólo industrial para dar emprego a juventude e melhorar a vida de todos.

Ao final todos se abraçaram e prometeram marchar junto com Joaquim Neto rumo a prefeitura.

Como o nome de Charles da Madeireira já vinha sendo colocado a muito tempo para ser avaliado como pré-candidato a prefeito de Gravatá, não fazia sentido ele participar de reuniões para tentar se encontrar outro nome para disputar a prefeitura.

De forma ética e honesta ele deixou isto claro para todos os que estão participando da reunião para chegar a um nome que substitua Ozano Brito em função da sua desistência de concorrer à reeleição.

Esta foi uma atitude que merece todo louvor por parte de Charles da Madeireira e mostra que é possível fazer juma política diferente, de forma aberta, transparente, mostrando claramente qual é o projeto que está em jogo e como cada um vai caminhar.

Ele poderia ficar ganhando tempo, mas preferiu o afastamento imediato e continuar consolidando o seu nome junto à população, a outros partidos e a outros líderes da cidade, visando medir a aceitação e assim preparar a sua convenção para definir a sua chapa, isto é, montar a sua chapa e encontrar o nome que vai compor a majoritária com ele, saindo como candidato a vice.

Dessa forma o nome de Charles da Madeireira já está colocado como pré-candidato a prefeito  e se não houver um convite para vice que seja aceito pelo seu grupo, então a terceira via de Gravatá já estará na rua e assim Charles da Madeireira disputará contra Bruno Martiniano e contra Joaquim Neto.

O nome está aí prontinho para ser usado e substituir Ozano Brito na campanha eleitoral.

Depois da desistência de Ozano Brito os representantes dos partidos que davam sustentação ao seu governo e mais alguns que pensavam em lançar um nome à prefeitura começaram a se reunir para encontrar um nome de consenso e assim criar uma terceira via, coisa que nunca existiu em Gravatá.

Se Ozano Brito fosse o candidato então nós teríamos as condições de uma terceira via porque ele é o prefeito e isso faria uma grande diferença na campanha. Com a sua desistência o processo retorna a estaca zero. O problema é que o prazo agora é muito curto. Não dá para ficar brincando de é esse ou é aquele.

Na última reunião desses partidos: 15, 17 ou 19, não importa a quantidade, importa o objetivo, Charles da Madeireira perguntou qual seria o critério para escolher o substituto de Ozano Brito para concorrer à prefeitura disputando contra Bruno e contra Joaquim Neto. A resposta é que não tinha critérios.

Diante disso chegamos a triste conclusão de que os políticos de Gravatá de uma maneira geral, por falta de visão política, de um projeto coletivo e de fato de interesse em desenvolver Gravatá, só pensam nos seus projetos pessoais. Evidentemente, que temos alguns exemplos de despreendimento como o do vice prefeito João Paulo que mostra maturidade ao escolher disputar um mandato de vereador, ou de outros que abrem mão do seu nome desde que seja um nome de consenso o nome escolhido.

O nome é o de Charles da Madeireira

Ora se analisarmos com calma todos os nomes que foram colocados na mesa para negociação como o de um dos oito vereadores, um dos presidentes dos partidos que estão se reunindo, chegamos a conclusão de que só um nome preenche hoje os requisitos para ser o candidato desta frente que se formou depois da desistência de Ozano Brito de concorrer à eleição: o de Charles da Madeireira.

O critério deveria se dar em cima de uma análise de uma história de vida, de realizações em favor do povo, de consições políticas e financeiras para fazer uma campanha e não de forma momentânea, emocional, egoísta. O critério deveria ser em cima de quem trabalhou a vida toda para ser candidato a prefeito da sua cidade e esse homem foi Charles da Madeireira.

Durante muito tempo independentemente de ser candidato ou não Charles da Madeireira sempre colocou o seu nome à disposição dos políticos para ser candidato a prefeito, mas sempre foi colocado de lado porque sempre tinha um candidato natural, na oposição ou na situação e nunca ele era o escolhido.

Mesmo tendo um trabalho social reconhecido por todos, mas reunindo as condições de apoio político, psicológico e financeiro, mesmo contando com grandes empresários que investem fortunas em Gravatá e que estão dispostos a lhe apoiar, mesmo assim o grupo G18, G19, ou  coisa nenhuma – igual ao MUG – não acha o nome e depois dizem que isso não é falta de visão.

 

A Polarização do Azul e do Vermelho

Por isso que  a eleição de Gravatá está polarizada entre Joaquim Neto e Bruno Martiniano, entre o azul e o vermelho, entre o Bem e o Mal e vai ser assim por mais de vinte anos ou trinta anos porque falta vontade política dos que estão pseudamente fora desse processo que se assemelha a uma gangorra onde só tem lugar para dois: Joaquim de um lado e Bruno do outro, uma hora Joaquim sobe, outra hora desce e sobe Bruno.

Os destinos de Gravatá não pode ser discutido num parque de diversões. As pessoas investem nesta cidade e querem a garantia de que terão políticos administradores a frente da edilidade  e não uma brincadeira de Tom e Jerry. É uma vergonha não se ter escolhido o nome do candidato na mesma hora que Ozano que desistiu, mais ainda é lamentável que este nome já não existisse sempre.

Isto prova o que Ozano disse na entrevista ao jornal Rota232: Gravatá precisa criar novos quadros políticos e nas entrelinhas nós podemos ler: independentes, sem serem subservientes, com coragem, com ousadia, com determinação, com garra, sem estarem agarrados as tetas da prefeitura.

O novo quadro político de Gravatá.

Pois bem se querem um  nome para substituir Ozano Brito, se buscam um candidato para enfrentar Bruno e Joaquim e construir um novo projeto de desenvolvimento para Gravatá longe das brigas e das rixas pessoais, este é nome é o de Charles da Madeireira.

Quem foi que colocou o seu nome para prefeito desses todinhos que estão aí agora, querendo colocar o pé em cima da onça morta e bater a foto? Quem foi desses que estão aí desejando ser candidato que construiu uma situação que permita o seu nome ser alçado à condição de pré-candidato do grupo, na minha opinião só o de Charles da Madeireira, todos os outros ou eram para vice ou era para vereador, nenhum se atrevia a colocar o seu nome para prefeito, quem pensar diferente me mostre ao longo dos últimos anos  ações que comprovem que algum deles, com exceção de Charles da Madeireira trabalhou para ser prefeito de Gravagtá.

O Momento da Decisão de Charles da Madeireira

Li no Portal GN do jornalista Clebson Amsterdam que Charles pode sair em carreira solo, em faixa própria e lançar o seu nome para prefeito hoje no grupo do G15, G18, ou Gnada que Charles decidiu ser candidato, mesmo que saia sozinho. Concordo com ele! Somente com a garra de um empresário que veio do nada, que lutou para chegar aonde chegou, que não depende de prefeitura para sobreviver, e com disposição para a campanha poderemos de fato ter uma candidatura alternativa, uma terceira via em Gravatá.

Entretanto, Charles da Madeireira precisa tomar algumas decisões: a primeira delas está relacionada ao seu apoio ao governador Eduardo Campos. Querer ser terceira via e ficar misturado nessa unanimidade burra, como disse Nelson Rodrigues, onde todo mundo é Eduardo não vai para lugar nenhum.

A segunda é botar o bloco na rua, encontrar um vice  e marcar a sua convenção antes d qualquer outra para mostrar a sua independência.

A terceira arregimentar os partidos e as pessoas que de fato e não apenas no discurso querem uma terceira via para Gravatá.

A quarta mostrar que tem um projeto para a cidade.

Como é que alguém quer ser prefeito há dez, 15 anos e ainda não sabe o que a cidade precisa, ainda tem que está nas comunidades, ouvindo o que está ruim para então fazer um plano de governo. Segundo Charles da Madeireira ele tem esse plano pronto.

Portanto se querem um nome para substituir Ozano Brito, o nome está aí, prontinho, é o de Charles da Madeireira – filho natural de Gravatá, empresário bem sucedido, prestador de serviços à comunidade e, principalmente, o único que colocou o seu nome na berlinda como pré-candidato a prefeito.

O resto é blá-blá de político.

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