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Paulo Sales, advogado e poeta

Reis orgulhosos e sanguinolentos, Homens sendo seu próprio carrasco. Preconceituosos, Escondidos à sombra, ao manto da tolerância, Irônicas reverências, Ao culto do poder. A corrida na superfície atrás de um tesouro. O dever para com Deus, Tolerante cortesia.

Que duram poucos segundos, Na mente dos loucos, Esdruxulamente divertidas. Seguidores desprezíveis e libertos de honra, Bobos de uma corte transitória e arruinada, Serviçais imóveis. Imensos leques de pedras, Escadas olímpicas, Foram criadas, erguidas, Em degraus iguais e sem distinção. Por operários, obreiros libertos, Hoje servos da vaidade real, Ultrajados por seus súditos.

Sábios os que escoltam um líder, Pois a verdade transcende, Gratificando os que merecem, Preferindo a igualdade que a soberba, A assinatura firme no lugar da falsa palavra. Tudo é passageiro, Não existe reino terreno, tampouco subordinados. A fraternidade, a fertilidade da romã.

Onde a prosperidade é símbolo, Está o caminho. O criador é uno, não se limita a castelos e vassalos. No universo é encontrado, Mas reside no coração humano.

 

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